Um grupo de arqueólogos descobriu no Monte Sião (Israel), novas evidências da conquista de Jerusalém pela Babilônia entre 587 e 586 a.C., um acontecimento narrado na Bíblia. Em meados de agosto de 2019, a Universidade da Carolina do Norte (UNC), em Charlotte, Estados Unidos, anunciou que sua equipe de pesquisa descobriu uma série de objetos que provariam a riqueza das elites de Jerusalém antes da conquista babilônica. O local da escavação está dentro do parque Sovev Homot, administrado pela Autoridade de Natureza e Parques de Israel. A descoberta inclui um depósito com cinzas, pontas de flecha, vasos, lamparinas e uma importante peça de joalheria da época: um brinco ou pingente feito de ouro e prata. Também há sinais de uma estrutura significativa da Idade do Ferro.
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Todos os seres humanos descendem de um mesmo casal, diz estudo
Uma pesquisa considerada revolucionária
está pondo em xeque muito do que defende a teoria da evolução das espécies, de
Charles Darwin. Durante a última década, centenas de cientistas vêm coletando
“códigos de barra de DNA” de aproximadamente 100.000 espécies de animais em
diferentes partes do planeta. Existe um banco de dados chamado de GenBank com
cerca de 5 milhões desses códigos. O doutor Mark Young Stoeckle do Programa
para o Ambiente Humano na Universidade Rockefeller (EUA) e o
geneticista David Solomon Thaler, da Universidade de Basel (Suíça)
analisaram todos esses dados para chegarem a uma das descobertas mais
surpreendentes dos últimos tempos.
Movimento criacionista começa a se expandir pela América do Sul
Depois de 46 anos em defesa do
Criacionismo no Brasil, a SCB (Sociedade Criacionista Brasileira) dispara na
abertura de pequenos núcleos de estudo em vários estados do país. No período de
três anos, oito núcleos já foram ou estão sendo organizados. O primeiro foi
inaugurado formalmente, em 2015, o Numar-SCB (Núcleo Maringaense) e os demais
estão aguardando detalhes finais. Além do núcleo de Maringá, existem dois
outros núcleos em processo de formalização no Paraná, em Londrina e Curitiba,
além de outros núcleos no sul do Brasil: em Santa Catarina (Blumenau) e outro
no Rio Grande do Sul (Porto Alegre). Os demais núcleos estão em fase de
organização: Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Amazonas, Rondônia e
Maranhão.
Obras do Centro Criacionista em Galápagos iniciam em agosto
Um grande projeto de incentivo
à pesquisa científica deve começar a se tornar realidade nos próximos meses no
Arquipélago de Galápagos, a 1.200 quilômetros da costa do Equador. Anunciado
durante um evento realizado em julho de 2016, o Centro
Criacionista, mantido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia por meio de suas
instituições, começará a ser construído no mês de agosto. Quem assegurou a data
do início das obras do centro, nesta semana, foi o presidente da Igreja no
Equador, Geovanny Izquierdo. Em um terreno de 741 metros quadrados, localizado
bem no centro da Ilha de Santa Cruz, a mais povoada do arquipélago, a edificação
abrigará inicialmente o Centro Criacionista, algumas salas administrativas do
Colégio Adventista Loma Linda e uma futura nova sede da igreja adventista
central.
Estudo de galáxias revela mais ordem no Universo
Cientistas pensavam que as galáxias Via Láctea e Andrômeda eram únicas: elas têm anéis de galáxias anãs menores orbitando de maneira que parece sincronizada. Mas quando uma equipe de cientistas recentemente observou outra galáxia, percebeu que ela também parecia pastorear um rebanho de anãs em uma dança estranha e sincronizada. Isso não deveria acontecer. Uma equipe internacional de quatro pesquisadores notou o comportamento na galáxia elíptica Centaurus A, a 30 milhões de quilômetros de nossa Via Láctea. Galáxias anãs deveriam viajar aleatoriamente em torno de sua galáxia-mãe, baseado na teoria padrão de como as galáxias se formam. Ver mais uma galáxia com esse comportamento estranho é altamente improvável e coloca em dúvida o próprio modelo que os cientistas usam para entender estruturas em nosso Universo.
3 questões que os evolucionistas têm que saber responder
Há mitos
evolutivos que se tornaram tão enraizados na cultura ocidental (pelo menos
entre a “elite pensadora”) que muito de nós nem pára para pensar na mecânica de
certas alegações. Uma coisa é dizer que um dinossauro “evoluiu” para um
colibri, mas outra é mostrar como é que isso pode acontecer gradualmente e de
forma a que o animal sobreviva. Outra “transformação” que desafia tudo o que se
sabe de Biologia é a mitológica evolução dos mamíferos marinhos. Reza a lenda
que os mamíferos que se encontram nos mares são “parentes distantes” dos
mamíferos que estão em terra, separados apenas pelos mitológicos “milhões de
anos” e por algumas mutações:
A Explosão Cambriana ou o “big bang” da vida
Livros-texto descrevem o registro fóssil como a “melhor evidência” para a evolução. Eles clamam que o registro fóssil prova a evolução porque parece haver uma sucessão das formas mais simples de vida para as mais complexas, e uma sucessão das formas marinhas para as terrestres. Charles Darwin sugeriu que toda a vida tem um ancestral comum. “Todos os seres orgânicos que já viveram na Terra podem ter descendido de alguma forma primordial.”[1] Darwin descreveu a história da vida como uma árvore, com o ancestral comum como sua raiz. A dimensão vertical representa tempo, enquanto a dimensão horizontal representa variação morfológica.
As duas revelações (parte 7): outras evidências
Pierre Louis Moreau de Maupertuis (1698-1759) [imagem ao lado] foi um matemático e filósofo francês cuja contribuição para o desenvolvimento do conhecimento científico da humanidade tem sido subestimada. O que existe de mais avançado no conhecimento científico até hoje tem por base a ideia bíblica de que as leis físicas foram projetadas de forma otimizada pelo Ser Supremo.[1] Alguns exemplos:
“E viu Deus que isso era bom” (Gênesis 1:10, 12, 18, 21; essa frase se repete após o relato de atos específicos de criação por parte de Deus em Gênesis 1).
Pesquisador encontra relação entre caracteres chineses e texto bíblico
O Deus descrito
pela Bíblia é o mesmo que os antigos chineses adoravam no início de sua
civilização. Foi o que concluiu o doutor Chan Kei Thong, um cristão que
construiu sua carreira na área de liderança, mas dedicou sete anos para
pesquisar os registros históricos chineses que o levaram a este resultado. Seu
livro, intitulado Faith of Our
Fathers: Finding God in Ancient China (Fé de Nossos Pais:
Encontrando Deus na China Antiga –
ainda sem tradução para o português), detalha
ainda como os significados das palavras nos caracteres chineses trazem
referências a situações e lugares encontrados no livro sagrado do cristianismo.
As duas revelações (parte 6): evidências da criação da vida
Para mim, a maior evidência de que a vida na Terra foi criada e não
surgiu espontaneamente a partir da operação das leis da física e da química é o
próprio fato de que todas as tentativas para demonstrar isso enfrentam
barreiras intransponíveis. Até o século 19, era comum a crença de que vida
poderia surgir espontaneamente de matéria orgânica em decomposição. Na década
de 1860, Louis Pasteur realizou experimentos que demonstraram a inviabilidade
do surgimento de vida de forma espontânea a partir de matéria orgânica em
decomposição. Em 1924, Oparin publica The Origin of Life (A
Origem da Vida) propondo o surgimento da vida pela acumulação sucessiva de
populações moleculares cada vez mais complexas em gotículas de um
coacervado.[1] Em 1929, Haldane publica ideias semelhantes às de Oparin.
As duas revelações (Parte 5): Evidências de Deus na natureza
Ao
tratar da questão das evidências de Deus na natureza, existem duas perguntas
que me parecem essenciais: (1) Existe alguma evidência de que Deus criou o
universo? (2) Existe alguma evidência de que Deus criou a vida na Terra? De
fato, eu acredito que a resposta para as perguntas acima é: Sim! Pretendo
apresentar algumas evidências aqui.
Evidências
da criação do Universo
A fé no banco dos réus. De quem?
Certa vez, um
jovem de pouco mais de 20 anos de idade, sem nenhuma formação acadêmica ou
instrução científica, afirmou que não acreditava em Deus. Questionado sobre a
possibilidade de evidenciar sua descrença, disse que sua fé era baseada na
simples disposição de não crer. Esta era a única ferramenta que este jovem
possuía para dar razão às suas convicções, apenas a predisposição.
Muitos corroboram
com a ideia de que a fé tem sido um dos elementos mais difíceis de serem
compreendidos quando a divergência entra na esfera do sobrenatural em
detrimento do natural. O naturalismo filosófico, por exemplo, formado
geralmente por ateus evolucionistas, algumas vezes se apropria desta palavra, a
fé, para defini-la como vazia, sem sentido ou desprovida de racionalidade e é
neste ponto que se inicia toda a confusão.
As duas revelações (parte 3): a Idade Média e a Revolução Científica
Comumente se acredita que a Idade Média, também conhecida como Idade Escura, foi uma época de trevas e superstição, uma época em que houve pouco progresso no conhecimento e na qualidade de vida. Os pensadores racionalistas dos séculos 17 e 18 rejeitaram aquela visão de mundo baseada no poder da Igreja e do rei.[1] [2] Junto com o abuso de poder pela Igreja e pela Monarquia, porém, um grande número deles rejeitou a religião e o Deus bíblico, acreditando que foram eles a causa daquele tipo de mundo. Foi a religião da Idade Média fruto dos ensinamentos bíblicos? Estava ela seguindo as instruções deixadas por Cristo e os apóstolos?
As duas revelações (parte 2): revelação da revelação na natureza
É relativamente comum encontrar cristãos que temem dar crédito à Ciência por acreditar que isso seria colocar a sabedoria humana acima da sabedoria de Deus. Geralmente, dizem que precisamos confiar na Bíblia como a revelação de Deus. Por outro lado, com frequência, se apoiam em textos produzidos por teólogos, filósofos e outros para compreender o sentido das Escrituras. Será que a Bíblia é a única revelação que temos de Deus? Foi a primeira? Se acreditamos que houve um Criador, não devemos acreditar que as obras criadas revelam algo sobre Ele? Que elas possam apresentar Sua assinatura pessoal? E que o processo de entender e desvendar a natureza deveria revelar Sua assinatura?
As duas revelações (parte 1)
Muitos cristãos se sentem temerosos de buscar na
Ciência apoio para sua fé, principalmente ao perceberem que a academia,
predominantemente, defende uma visão de ciência baseada no naturalismo, que
nega a necessidade do sobrenatural para explicar a natureza. Por outro lado,
inúmeros acadêmicos que trabalham com ciência sentem-se indispostos a dar algum
crédito a qualquer explicação sobre origens que não inclua somente causas e
leis naturais, acreditando que isso seria apelar para magia e superstição. Para
abordar esse dilema é necessário que primeiro tenhamos uma ideia bem definida
do que é ciência e dos vários sentidos em que essa palavra tem sido usada. O que é complexidade irredutível?
De modo geral, a tese da Complexidade Irredutível afirma que há estruturas biológicas que não poderiam ter evoluído de um estado mais simples. Uma célula, por exemplo, é composta de centenas de máquinas moleculares complexas. Sem elas, a célula não funcionaria. Por isso, a célula é irredutivelmente complexa: ela não pode ter evoluído de um estado mais simples, porque não funcionaria em um estado mais simples, e a seleção natural só pode optar por características que já estejam funcionando. Behe define a complexidade irredutível em seu livro A Caixa Preta de Darwin como um sistema único composto de várias partes bem combinadas que interagem e que contribuem para a função básica do sistema, onde a remoção de qualquer das partes faz com que o sistema deixe de funcionar efetivamente.
As pedras falam
Embora o propósito da arqueologia não
seja despertar a fé, ela pode reforçar a veracidade da Bíblia e enfraquecer os
argumentos do ceticismo. Talvez você não esteja familiarizado com
nomes como William Flinders Petrie, Howard Carter, Leonard Woolley, Kathleen
Kenyon e William Foxwell Albright, mas certamente já ouviu falar de Indiana
Jones, com suas eletrizantes aventuras em busca de objetos e tesouros exóticos.
Isso significa que seu conceito de arqueologia talvez precise de um ajuste.
Embora o famoso personagem da saga de Hollywood tenha popularizado uma visão
romantizada do labor do arqueólogo, a realidade tem menos glamour e mais
trabalho duro do que mostram as telas.
A Bíblia e a mentalidade científica
Entenda a diferença entre o ceticismo
contemporâneo e aquele que foi manifestado pelos personagens bíblicos e
cientistas cristãos ao longo da história
Não é incomum encontrar ateus ou céticos
de renome lamentando o fato de o cristianismo ainda ter tamanha influência na
sociedade de nossos dias. A Bíblia é constantemente acusada de ser um livro
obsoleto, que promove crendices tribalistas sobre a natureza e a origem do
universo. As pessoas que viviam na época em que a Bíblia foi escrita são
retratadas como simplórias, ingênuas e facilmente enganadas por seus líderes
religiosos.
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