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Amo o meu esposo, mas me sinto melhor ao lado de uma outra pessoa. O que faço?

Isso pode ocorrer por 4 motivos principais:

1º - Tudo o que é novidade “parece” ser mais atrativo. Eu disse “parece”. O tempo em que vivemos, com mudanças muito rápidas impulsionadas pelo mercado de consumo e inovações constantes, às vezes nos compele a desejar trocar muito rapidamente de roupas, sapatos, carros, eletrônicos etc. Esse senso de novidade, às vezes, influencia outras áreas da vida como a moral. Um exemplo clássico é a moda de troca rápida - do “ficar”, com relacionamentos fragmentados, descomprometidos de curta duração. Essa moda é trágica, pois educa as pessoas a se acostumarem com beijos, cheiros, abraços, experiências sexuais diferentes a todo o momento. Depois, no casamento, beijando sempre a mesma pessoa, sentindo sempre o mesmo cheiro, o mesmo abraço e com experiências sexuais únicas e exclusivas, podem se tornar terrivelmente enfadonhas com o tempo. Mesmo que não se tornem enfadonhas, a pessoa pode se tornar refém de uma propensão desenvolvida – do desejo e tentação por tudo que aparenta ser novidade e diferente. 

Cinco mentiras sobre o feminismo

Se você ouviu alguma feminista, te falando alguma dessas coisas, então ela mentiu pra você:

1- O feminismo é sobre igualdade.
MENTIRA: O feminismo parte do pressuposto de que todo homem já nasce privilegiado pelo patriarcado. E que o único jeito de "quebrar" esse "privilégio" é garantindo vantagens e favorecimentos para as mulheres. Ou seja, o conceito mais básico e genérico do feminismo é o de equidade. E não igualdade. Porém, é óbvio que essa "equidade" é reproduzida do jeito mais torpe e hipócrita possível.

O alto custo de viver do universo da pornografia

shutterstock_221497363Prejuízos para quem consome, prejuízos para a família de quem consome. Mas isto não é tudo. Restam prejuízos para quem vive da pornografia.
A vida dos artistas de cinema parece ser apenas glamour aos olhos de alguns. “Dinheiro, fama, poder viajar para onde quiser, comprar o que quiser… deve ser fantástico”, podem pensar. Contudo, por trás do mundo fantasioso dos filmes e até mesmo dos eventos dos quais estas pessoas participam, existem pessoas reais com necessidades reais, anseios, contas para pagar, e tantas outras coisas que fazem parte da minha e da sua vida.
E se a vida daqueles que fazem sucesso em filmes de romance ou comédia não é “perfeita” como alguns podem pensar (por que é que vez ou outra surge uma notícia de gente famosa que cometeu suicídio?), podemos supor que a dos que vivem da pornografia também não deve ser.
A ex-atriz pornô Shelley Lubben, em seu livro Truth Behind the Fantasy of Porn (A Verdade por Trás da Fantasia da Pornografia), afirma que a pornografia é “a maior ilusão do mundo”. Segundo ela, muitas mulheres desse universo fazem uso de drogas e bebidas alcoólicas para poder fingir que gostam do que fazem. Embora a indústria do sexo tente pintar outra realidade, Shelley revela que “as mulheres têm uma dor indizível por ser espancadas, cuspidas e xingadas. [...] Pornografia é nada mais do que sexo falso, contusões e mentiras em vídeo. Confie em mim, eu sei”.
“Ah, é apenas ficção”, “boas atrizes não precisam se drogar para trabalhar”, “se ela não consegue trabalhar com isto, deveria trabalhar com outra coisa”. Um defensor da indústria pornográfica poderia facilmente expressar estas e outras justificativas. Mas, se há prejuízo para a mente que assiste, como podemos fechar os olhos para os prejuízos que existem para as mentes de quem compõe as cenas? Os seres humanos que estão ali, reproduzindo cenas que degradam a imagem da mulher, colaboram para a propagação de comportamentos violentos, etc… também possuem sentimentos, também devem ser respeitados, e não, não podem simplesmente encerrar um contrato porque estão se sentindo mal em executar seu trabalho.
A revista da campanha Quebrando o Silêncio tem como matéria de capa, este ano, um artigo do jornalista Michelson Borges acerca da indústria pornográfica e a degradação que ela promove do ser humano. Existe um grito de socorro sendo silenciado pelas drogas, pelas expectativas de fama e dinheiro, por um universo cheio de ilusão.

Uma jovem mulher percebe que tem abusado do marido por anos sem se dar conta


Nota: Este texto tornou-se viral nos Estados Unidos esta semana. A autoria dele é anonima, mas mesmo assim achei fantástico. Acredito que uma das melhores coisas que podemos fazer pros nossos filhos é viver um relacionamento saudável com nossos maridos e é disso que este texto trata, por isso resolvi traduzi-lo e publicá-lo aqui! [Palavras de Tathiana Schulze].
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Minha ficha caiu por causa de um pacote de hamburguers. Eu pedi ao meu marido para parar na loja pra comprar algumas coisas pro jantar. Quando ele chegou em casa, ele colocou as sacolas em cima da mesa e eu percebi que que ele tinha comprado um hamburguer diferente do que eu normalmente compro.
Eu perguntei: “o que é isso?”
“Hamburgers congelados” ele respondeu, meio confuso.
“Você não comprou o tipo correto”, eu disse.
“Não? Por que?” Ele respondeu com sua testa enrugada.”
“Eu sempre compro hamburguer feito com carne de primeira e este é de segunda”.
Ele sorriu e disse “Ah, é só isso? Eu pensei que eu tivesse me confundido com algo grande”
E foi assim que começou. Eu dei um sermão pra ele. Eu reclamei que ele não era inteligente. Por que ele não comprou a carne de melhor qualidade e mais saudável? Ele leu a embalagem? Por que eu não posso confiar nele? Eu também me indignei porque como poderia ele não notar nestes anos todos que eu sempre compro o hamburguer de primeira? Será que ele nunca presta atenção em nada?
E enquanto ele ouvia minha indignação por causa do hamburguer, murmurando que não era um problema tão grande e que ele iria comprar o correto da próxima vez, eu vi seu rosto mudar de expressão. Eu já via esta expressão algumas vezes nos últimos anos. Uma mistura de desmoralização e resignação. Parecia com a cara que meu filho faz quando é corrigido. E eu pensei: “Por que eu estou fazendo isto? Eu não sou a mãe do meu marido!”
E eu subitamente me senti terrível. E envergonhada. Ele estava certo. Não era algo tão importante pra eu ficar tão irritada. E eu perdi a cabeça por causa de um pacote de hamburguer que ele generosamente parou pra comprar assim como eu tinha pedido. No meio de me sentir envergonhada, eu apenas murmurei algo como “ah, vou ter que me virar com este hamburguer mesmo” e fui começar o jantar.
Ele parecia aliviado que a discussão tinha acabado e saiu da cozinha.
E então eu me sentei e pensei honestamente sobre o que eu tinha acabado de fazer. Algo que eu já tinha feito tantas outras vezes, provavelmente.
O “momento do hamburguer” certamente não foi a primeira vez que eu dei uma bronca no meu marido por não fazer as coisas como eu acho que deveriam ser feitas.  Lembro-me de várias vezes que o critiquei por colocar algo no lugar errado ou esquecer alguma coisa e eu estava sempre ali pra mostrar pra ele seu erro.
Por que eu faço isso? Que benefício me traz sempre diminuir meu marido? O homem que eu recebi como meu parceiro pra vida toda. O pai dos meus filhos. O homem que eu quero ter ao meu lado pra sempre. Por que eu faço aquilo que muitas vezes as mulheres são acusadas de fazer: tentar mudar o jeito que ele faz cada pequena coisa? Será que estou indo a algum lugar com isso?
Por que o meu jeito tem que ser o jeito certo e o jeito dele o jeito errado? Desde quando se tornou correto corrigi-lo e apontar cada coisa que ele faz que não é como eu gostaria?
E como isso o beneficia? Será que isso o faz pensar: “Uau, certamente eu sou sortudo dela me colocar na linha o tempo todo.” Eu duvido. Provavelmente ele acha que eu estou no pé dele sem motivo e o leva a se afastar.
Esses dias achei um caco de vidro no lixo. Perguntei a ele o que tinha acontecido. Ele me disse que quebrou um copo mas preferiu não me falar pois não queria que eu reclamasse por causa disso.
Outro dia encontrei um par de meias no lixo. Peguntei a ele o que tinha acontecido. Ele me disse que tinha por acidente colocado as meias brancas junto com a roupa colorida na máquina de lavar. Quando viu as meias manchadas, preferiu jogá-las do que me ouvir dizer pela centésima vez como separar as roupas brancas das coloridas.
Então chegamos a um ponto que ele achava mais fácil e menos estressante esconder as coisas do que admitir que ele cometeu um pequeno erro. Que tipo de ambiente eu criei que o faz acreditar que ele não pode cometer erros?
E vamos dar uma olhada nestes “erros”. Um copo quebrado. Meias manchadas. Erros normais que qualquer um pode fazer.  Mas ele estava certo. Muitas vezes quando ele cometia um pequeno erro, eu passava um sermão de como as coisas deviam ser feitas. Ele sempre ouvia por um tempo e depois dizia: “acho que essas coisas não são tão importantes pra mim.”
Agora eu entendo o que ele queria dizer: “estas coisas que te deixam tão chateadas são pequenos detalhes, uma questão de opinião, uma preferência, e eu não vejo porque fazer uma guerra disso.” Mas eu interpretava como se ele não se importasse comigo ou se como ele não entendesse as coisas. No meu inconsciente eu pensava que eu era a que fazia as coisas funcionar aqui em casa.
Eu comecei a observar minhas amigas e notar as coisas que elas reclamavam nos seus maridos e comecei a perceber que não estava sozinha. De alguma forma, muitas de nós acreditamos na mentira de que a esposa sempre sabe melhor e é o cérebro da casa.
É um estereotipo fácil de se acreditar. Olhe na midia. Tvs, filmes, propagandas. Cheios de maridos bobões com esposas inteligentes e sabem-tudo. Eles não sabem cozinhar. Eles não conseguem cuidar das crianças. Se você pedir pra ele comprar duas coisas, ele vai voltar com duas, e uma delas estará errada. Eles são todos iguais. Dia a dia estas são as imagens que vemos na mídia.
O que essa constante reclamação e murmuração faz é enviar uma mensagem aos nossos maridos de que nós não os respeitamos. Nós não acreditamos que eles sejam inteligentes o suficiente pra fazer as coisas certas. Nós já sabemos que você vai fazer besteira. Se ele for um homem seguro, provavelmente ele vai se sentir ressentido com você. Se ele for inseguro, possivelmente ele vai começar acreditar em você e achar que ele não sabe fazer nada direito. E nenhuma destas respostas serão boas e benéficas pra vocês e nem pro casamento.
E quando penso em situações opostas, quando eu fui quem cometi os erros, vejo que ele foi muito mais graciosos comigo porque ele não fica querendo me mudar em cada pequeno detalhe.
O ponto central em tudo isso é que eu escolhi este homem como meu marido. Ele não é meu empregado. Ele não é meu escravo. Ele não é meu filho. Quando eu casei com ele, eu não achava que ele era um estúpido. Ele não precisa ser repreendido por mim só porque eu não gosto do jeito que ele faz certas coisas.
Quando eu entendi isso, eu comecei a perceber todas as coisas boas nele. Ele é inteligente, uma ótima pessoas, ele é otimo com as crianças. Além disso, ele não me repreende cada vez que eu faço algo diferente do que ele, pelo contrário, ele cede muitas vezes pro meu jeito de fazer as coisas. E em vez de focar nestas coisas, eu estava focando só no negativo. E eu sei que não sou a única que faço isso.
Se nós continuarmos a fazer nossos maridos se sentirem mal porque eles cometem erros ou não fazem as coisas exatamente como gostamos, é bem possível que eles parem de se envolver ou começem a acreditar que eles são incapazes mesmo.
No meu caso, estou falando do meu companheiro de muitos anos. O mesmo que troca o pneu do meu carro na chuva, que cuida de mim quando estou doente, que ensinou nossos filhos a andar de bicicleta.
O homem que sempre trabalhou duro pra proporcionar uma vida decente para nós.  E as vezes eu fico brava por causa de um prato fora do lugar.
Desde que percebi isto, estou mudando, e o clima aqui em casa melhorou muito. Estamos mais a vontade um com o outro e nos vemos como companheiros do mesmo time em vez de oponentes. Aprendi até a ver que o jeito dele de fazer as coisas é muitas vezes melhor que o meu.
São necessárias duas pessoas para que uma parceria aconteça. Nenhum está sempre certo e nenhum está sempre errado. E nem sempre veremos as coisas exatamente do mesmo jeito. Você não se torna melhor, ou mais inteligente, ou superior por apontar cada coisinha que não é como você queria. Amigas, lembrem-se, é apenas carne para hamburguer!
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Este texto não é de minha autoria. Procurei pela autora mas este texto foi escrito em anonimato e se tornou viral aqui nos Estados Unidos no mês de maio, sendo republicado em centenas de sites. A tradução foi feita por Tathiana Schulze e se você quiser ler o original em inglês pode procurar aqui:
http://brando.tickld.com/x/woman-realizes-that-shes-been-accidentally-abusing-her-husband-this-whole-time

A grande influência do amor de pai


Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença em nossa vida. Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.