24 agosto 2016

Um dia nossas lágrimas não serão mais de tristeza


Reflexão com o pastor Gilberto Theiss. Para receber os vídeos envie-nos uma solicitação para o whatsapp (85) 992226560. Seja um evangelista web - Compartilhe com os seus amigos.

29 julho 2016

Estreia filme sobre adventista que salvou gente na guerra

Filme reforça a fidelidade de adventista do sétimo dia em meio a uma batalha da Segunda Guerra Mundial.

Silver Spring, EUA … [ASN] Já está disponível o trailer do filme Hacksaw Ridge (ainda sem título em português), baseado na vida do médico Desmond Doss, adventista do sétimo dia. Doss foi convocado para lutar na Segunda Guerra Mundial, em 1942, mas, por motivos religiosos, recusou-se a carregar uma arma ou matar. Ele acabou servindo como médico no Teatro de Operações do Pacífico, onde foi ridicularizado e condenado ao ostracismo por outros soldados por suas crenças adventistas. Ainda assim, ele decidiu fazer o seu melhor e foi declarado um herói de Guerra quando, sozinho, salvou 75 homens na Batalha de Okinawa.

O filme está com estreia prevista para o dia 4 de novembro e é dirigido por Mel Gibson, que tem em seu currículo o famoso filme A Paixão de Cristo, que relata os últimos momentos da vida de Jesus Cristo. Doss foi interpretado por Andrew Garfield, estrela do filme Amazing Spider-Man (O Espetacular Homem Aranha).

A história de Doss pode ser mais conhecida pelos adventistas por meio do livro The Unlikeliest Hero (O Herói Improvável), escrito por Booton Herndon e lançado em 1967 pela Pacific Press, editora adventista. Foi produzido, também, um documentário a respeito do herói de guerra chamado The Conscientious Objector (O objetor de consciência), feito em 2004 com sua participação.

Reconhecimento

A devoção de Doss a Deus e seu país recebeu atenção nacional. Em 4 de julho de 2004, uma estátua de Doss foi colocada no Museu Nacional de Patriotismo em Atlanta, Geórgia, juntamente com estátuas de Martin Luther King, Jr. e outros norte-americanos célebres. Doss, o único objetor de consciência a receber a Medalha de Honra do Congresso durante a Segunda Guerra Mundial e um membro de longa data da Igreja Adventista na região de Georgia-Cumberland. Ele morreu em 23 de março de 2006, aos 87 anos.

 [Equipe ASN, da redação com informações da Adventist Review] (Notícias Adventistas)

Veja o trailer do filme:

28 julho 2016

Cristãos voltam às raízes judaicas e guardam o sábado: "O mandamento nunca mudou"


Cada vez mais cristãos estão preocupados em buscar nas raízes hebraicas uma compreensão mais profunda de sua fé. Como resultado disso, um site israelense registrou as experiências daqueles que trocaram a guarda do domingo pelo sábado — um dos pontos que causa maior divergência entre o cristianismo e o judaísmo.

A gerente de produção Laura Densmore foi uma das cristãs que passou a se aprofundar na fé ao compreender o significado do Shabat (dia do descanso). "Nós nos adaptamos e nos voltamos para as raízes hebraicas de nossa fé. Muitas vezes, o primeiro passo para essa jornada é começando a guardar o Shabat", disse ela ao Breaking Israel News.

"Guardar o Shabat começou com uma mudança de identidade. Saí do sistema religioso da igreja, onde cultuamos aos domingos por anos e anos. Eu sabia que se eu quisesse ser séria em minha caminhada para seguir o Deus de Israel,  eu precisaria guardar Seus mandamentos, como sinal do meu amor por Ele", acrescentou a cristã.

Para Laura, os benefícios de separar o sábado para o descanso são notáveis. "É uma 'pequena amostra do céu'. É um prenúncio de como será quando os 6 mil anos terminarem e os últimos mil anos começarem, quando o Messias virá para governar e reinar".

Kellen Davison, fundador das organizações "Reconciliação com Israel" e "Comunidade de Israel", explicou que sua mudança de domingo para o sábado levou um processo de três anos. Ele começou a observar os feriados judaicos e, a partir disso, passou a guardar o Shabat.

"Eu lutei com isso por alguns anos. Eu pensei que seria uma inconveniência insuportável na minha vida. Depois que comecei, percebi que obedecer os Dez Mandamentos em sua totalidade me trouxe prosperidade e tem tido um enorme impacto positivo sobre a minha família", disse ele ao Breaking Israel News.

Kellen contou que passou a observar o Shabat após compreender o trecho de Isaías 66:22-23: "Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de mim, diz o Senhor, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome. E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor."

Retorno às origens

Pete Rambo, diretor do movimento presbiteriano "B'ney Yosef", diz que sua família mudou a visão sobre o sábado depois que seu filho de 16 anos passou a estudar sobre o assunto, apresentando a ele uma "perspectiva hebraica das Escrituras".

"Por nove vezes Deus articula claramente que o sétimo dia é o Shabat", disse ele. "Em nenhum momento Ele sugeriu uma mudança. Essa é uma verdade até mesmo nos escritos apostólicos (Novo Testamento). Simplificando, o sábado nunca mudou".

Frequentar a igreja aos domingos é uma prática comum, e mudar o dia de sua observância custou caro para Rambo. "Alterar o culto de domingo para o Shabat custou o meu trabalho, muitos relacionamentos familiares e muitos amigos, mas se pudesse eu faria a mudança mais uma vez", declarou.
O médico Daniel Chase notou uma grande diferença depois de transformar seu sábado em um Shabat judaico.

"Antes de fazer a Teshuvá (prática de voltar às origens do judaísmo), eu fazia compras, jantava fora e fazia as tarefas domésticas no domingo, o Shabat protestante. Agora, nós descansamos, oramos, lemos as Escrituras, ouvimos os ensinamentos e temos comunhão com outros crentes desde o entardecer da sexta até o entardecer do sábado. Iniciamos nosso Shabat com uma oração e bênçãos com vinho e chalá (pão judaico). Nós não compramos, vendemos ou trabalhamos para ganhar dinheiro. Como sou médico, às vezes tenho que atender algumas emergências".

Tendência

Para David Nekrutman, diretor do Centro de Cooperação e Compreensão Judaico-cristã (CJCUC, na sigla em inglês), este fenômeno tem sido cada vez mais comum entre cristãos.
"Eu vejo que os cristãos estão querendo voltar a um princípio bíblico que se perdeu na cultura secular", disse David. "Eu entendo o desejo de voltar para o que a igreja primitiva fazia. O Shabat está enraizado na fé cristã como uma forma de santificar a Deus".

O especialista observou que algumas denominações cristãs como os adventistas do sétimo dia e batistas do sétimo dia incluíram este mandamento como fez parte de sua teologia. David sempre foi muito favorável a essa tendência.

"Qualquer movimento que torne o sábado maior do que uma hora de culto na igreja é muito bem-vindo", disse ele. "A minha esperança é que a Igreja veja que todos os dias da semana levam até o sábado, que é apenas um descanso das atividades que duram de segunda a sexta", afirmou David.
"O Shabat é, fundamentalmente, uma afirmação do Deus Criador e Redentor, bem como a santificação do tempo. O Shabat foi criado, desde o início, com a intenção de ser eterno. Deus o chama de santo e fez com ele uma aliança", finalizou.

(Guiame) 

Assista também:

13 julho 2016

Arqueólogos descobrem cemitério filisteu em Israel

O professor Lawrence E. Stager está entre os arqueólogos líderes da equipe (Foto: Reuters/Amir Cohen)

Pesquisadores em Israel afirmam ter descoberto um cemitério filisteu - seria, segundo eles, o primeiro a ser encontrado na história. O achado, ocorrido em 2013 e tornado público no domingo (10), pode trazer respostas sobre o antigo mistério em torno da origem do povo. A descoberta marcou o fim da escavação realizada pela Expedição Leon Levy na região do Parque Nacional de Ashkelon, no sul de Israel. Os trabalhos duraram 30 anos. Os líderes da pesquisa dizem ter encontrado 145 conjuntos de restos mortais em várias câmaras fúnebres, algumas cercadas por perfume, comida, joias e armas. As ossadas são originárias do período compreendido entre os séculos 11 a.C. e 8 a.C. Os filisteus são mencionados na Bíblia como arqui-inimigos dos antigos israelitas. Acredita-se que eles tenham migrado para as terras de Israel por volta do século 12 a.C., vindos de áreas do oeste.

O filisteu mais famoso é Golias, guerreiro gigante que, segundo o Livro sagrado, foi vencido pelo jovem Davi antes de ele se tornar rei.

“Após décadas estudando o que os filisteus deixaram para trás, nós finalmente ficamos cara a cara com essas pessoas”, afirmou Daniel M. Master, um dos líderes da escavação. “Com essa descoberta, estamos próximos de desvendar o segredo em torno de suas origens.”

O achado foi mantido em segredo por três anos, até que os trabalhos fossem finalizados. O objetivo era evitar atrair a atenção de ativistas judeus ultraortodoxos, que já haviam feito atos contra escavações. Os manifestantes acusavam os arqueólogos de perturbar locais de sepultamento. “Tivemos que segurar nossas línguas por um longo tempo”, disse Master.

Especialistas que estudaram o período divergem sobre a origem geográfica dos filisteus - Grécia, sua ilha Creta, Chipre e Anatólia, na Turquia, são apontados.

A equipe da expedição está agora fazendo exames de DNA, de datação por radiocarbono e outros testes nos restos mortais em uma tentativa de apontar com precisão sua ascendência.

A maioria dos corpos não foi enterrada com itens pessoais, afirmam os pesquisadores, mas perto de alguns havia utensílios onde eram guardados perfumes, jarras e pequenas tigelas.

Poucos indivíduos foram sepultados com pulseiras e brincos. Outros, com armas. “É assim que filisteus tratavam seus mortos, e esse é o ‘livro de códigos’ para decifrar tudo”, disse o arqueólogo Adam Aja, um dos participantes da escavação.

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