Colégio Positivo adota Ideologia de Gênero em seu material didático

         Tem sido cada vez mais pontual e ascendente a investida da contra-cultura, mais conhecida como cultura marxista. A mídia tem vendido o pacote através de seus programas, seriados, filmes, novelas e até mesmo seriados ou desenhos infantis. Embora a sociedade, em sua grande maioria, rejeite abertamente os conceitos de ideologia de gênero e das batalhas radicais feministas, a pressão da militância tem sido tão poderosa que grandes instituições, como o grupo POSITIVO, aderiram sem nenhum critério de avaliação ou consulta popular. Sob que base ou razão justificável estes enxertos ideológicos tem sido empurrados goela-abaixo? Onde estão as prerrogativas científicas e racionalmente embasadas para uma tão inconsequente mudança de interpretação de gênero? Chocante observar como o branco vira qualquer cor mesmo sem deixar de ser branco. Neste caso, ai de quem afirmar que o branco não é branco.

Simplificando a história de Jó e o seu sofrimento

     A história de Jó se apresenta como uma das narrativas mais estranhas de toda a Bíblia e uma das mais difíceis de ser explicada. A aflitiva situação do patriarca parece se chocar com a crença de um Deus de amor sublime e incondicional. Aparentemente Deus agiu por conveniência e usou Jó por motivos egoístas, mas, se examinarmos com criterioso cuidado, perceberemos que poucas histórias na literatura da experiência humana têm tamanho poder de alargar a mente, cobrar a consciência e alargar a visão como Jó. O objetivo principal deste artigo é mostrar que Deus não foi o único afetado pelas acusações de Satanás e que Jó precisou tanto quanto Deus desta oportunidade de contestação e defesa.

As duas revelações (parte 4): o naturalismo e o niilismo

        O problema da razão humana dissociada da ideia de Deus pôde ser apreciado, em pequena escala, durante a Revolução Francesa: seus ideais foram Liberdade, Igualdade, Fraternidade. A religião cristã tornou-se ilegal durante o período de descristianização[1] e foi instituído um culto à Razão, que teve até uma cerimônia realizada na Catedral de Notre Dame, em Paris, 1793.[2] A situação culminou no Reinado de Terror, durante o qual uma onda de execuções se seguiu contra qualquer suspeito de ser inimigo da Revolução. Milhares morreram em prisões ou sem julgamento.[3] Após isso, a religião foi restabelecida na França.

O que é fideísmo?

Fideísmo é um método apologético que busca proteger a fé através de um isolamento intelectual. Douglas Groothuis, em seu livro “Christian Apologetics: A Comprehensive Case for Biblical Faith”, afirma que o fideísmo se apresenta de diversas formas, mas essencialmente tenta “tornar a fé uma realidade auto-afirmativa, fechada em si mesma, que dispensa o reforço intelectual vindo do arsenal apologético clássico”. Fideístas acreditam que, posto que a fé é um dom divino que serve como canal, como meio pelo qual alguém se aproxima de Deus e O entende, a razão humana não é capaz de fundamentar nenhuma religião. Alguns fideístas acreditam também que o pecado está de tal forma arraigado à mente humana que qualquer tentativa racional acaba prejudicada pelos efeitos do pecado.

O retorno (planejado) à brutal sexualidade pagã

          Os progressistas sexuais alegam que estão a dar início a um “admirável mundo novo” repleto de liberdade, mas a sua “nova” moralidade é tão antiga como as montanhas. Quantas vezes já ouviram os progressistas sexuais alegarem que aqueles de nós que defendem a moralidade sexual e o casamento tradicionais estão “do lado errado da história”? Mas como ressalva um livro recente, são os proponentes da revolução sexual que estão a abraçar uma moralidade sexual que a história deixou para trás há milênios – nas ruínas do Fórum Romano. Sim, a civilização ocidental está a atravessar por uma mudança cultural dramática; no espaço de alguns anos, a nossa sociedade mudou de forma fundamental o entendimento do casamento, abraçou a noção de que os homens podem transformar-se em mulheres, e está agora a promover a ideia de que homens adultos podem-se sentir à vontade para partilhar instalações sanitárias com jovens mulheres.

A fé no banco dos réus. De quem?

Certa vez, um jovem de pouco mais de 20 anos de idade, sem nenhuma formação acadêmica ou instrução científica, afirmou que não acreditava em Deus. Questionado sobre a possibilidade de evidenciar sua descrença, disse que sua fé era baseada na simples disposição de não crer. Esta era a única ferramenta que este jovem possuía para dar razão às suas convicções, apenas a predisposição.
Muitos corroboram com a ideia de que a fé tem sido um dos elementos mais difíceis de serem compreendidos quando a divergência entra na esfera do sobrenatural em detrimento do natural. O naturalismo filosófico, por exemplo, formado geralmente por ateus evolucionistas, algumas vezes se apropria desta palavra, a fé, para defini-la como vazia, sem sentido ou desprovida de racionalidade e é neste ponto que se inicia toda a confusão.

As duas revelações (parte 3): a Idade Média e a Revolução Científica

Comumente se acredita que a Idade Média, também conhecida como Idade Escura, foi uma época de trevas e superstição, uma época em que houve pouco progresso no conhecimento e na qualidade de vida. Os pensadores racionalistas dos séculos 17 e 18 rejeitaram aquela visão de mundo baseada no poder da Igreja e do rei.[1] [2] Junto com o abuso de poder pela Igreja e pela Monarquia, porém, um grande número deles rejeitou a religião e o Deus bíblico, acreditando que foram eles a causa daquele tipo de mundo. Foi a religião da Idade Média fruto dos ensinamentos bíblicos? Estava ela seguindo as instruções deixadas por Cristo e os apóstolos?

As duas revelações (parte 2): revelação da revelação na natureza

É relativamente comum encontrar cristãos que temem dar crédito à Ciência por acreditar que isso seria colocar a sabedoria humana acima da sabedoria de Deus. Geralmente, dizem que precisamos confiar na Bíblia como a revelação de Deus. Por outro lado, com frequência, se apoiam em textos produzidos por teólogos, filósofos e outros para compreender o sentido das Escrituras. Será que a Bíblia é a única revelação que temos de Deus? Foi a primeira? Se acreditamos que houve um Criador, não devemos acreditar que as obras criadas revelam algo sobre Ele? Que elas possam apresentar Sua assinatura pessoal? E que o processo de entender e desvendar a natureza deveria revelar Sua assinatura?

4 motivos por que creio na Bíblia

Algumas pessoas têm questionado ou demonstrado curiosidade sobre as diferenças existentes entre a Bíblia e outros livros que também são considerados sagrados por diversos povos. Primeiramente, independentemente de nós cristãos acreditarmos ou não na inspiração de outras obras, é muito importante que sejamos respeitosos quanto ao valor e importância que possuem para seus seguidores. Em suma, embora a Escritura, para os cristãos, possua um valor especial, a fé cristã nos ensina que devemos demonstrar pleno respeito aos demais livros religiosos. Portanto, este artigo não tem por objetivo desmerecer um em detrimento de outro, mas mostrar algumas das razões que justificam a inspiração da Bíblia para os que professam especificamente a fé cristã.

De publicador do Reino das Testemunhas de Jeová a adventista do sétimo dia

Nascido em um lar testemunha de Jeová, meus pais sempre me ensinaram a importância de educar segundo os caminhos de Deus (Provérbio 22:6). Desse modo, fui treinado para expandir meu ministério desde criança, colocando no coração e na mente a importância de ser um missionário zeloso. Os métodos que meus avós e pais utilizaram para eu crescer segundo a vontade de Deus consistiram em me instruir ensinando princípios bíblicos e histórias vívidas e interessantes, como as que se encontram na Bíblia. Com 14 anos de idade, após ter estudado vários livros e passado por vários treinamentos ministeriais, aceitei a doutrina da organização Sociedade Torre de Vigia e fui batizado.

A Reforma Protestante e a união das igrejas

O dia 31 de outubro de 1517 foi uma data que mudou o mundo ocidental. Um frei alemão chamado Martinho Lutero fixou um cartaz à porta da igreja do castelo de Wittenberg. O anúncio estampava 95 teses contra a venda de indulgências (documento que assegurava o perdão de pecados), uma prática popular da Igreja Católica na época. A cristandade ocidental, até então praticamente monolítica, fragmentou-se. Surgiram centenas de denominações protestantes, cada uma com a pretensão de reformar a Igreja. Hoje, é virtualmente impossível determinar o número exato das seitas cristãs, estimado na casa das dezenas de milhares.

“Nem à esquerda, nem à direita”, explica doutor em Sociologia

Conceitos de esquerda e de direita são esclarecidos por especialista na área em entrevista exclusiva à ASN. Brasília, DF … [ASN] A crescente discussão, amplificada pelas mídias sociais, sobre direita e esquerda, é intensa nos meios cristãos e tem gerado uma imediata polarização. De um lado, os que defendem determinada ideologia considerada de esquerda e, de outro, os que defendam ideais atribuídos a um conceito de direita. A Agência Adventista Sul-Americana (ASN) conversou sobre essa temática com Thadeu de Jesus e Silva Filho, bacharel, mestre e doutor em Sociologia e atual diretor do departamento de Arquivo, Estatística e Pesquisa da sede sul-americana adventista.

As duas revelações (parte 1)

Muitos cristãos se sentem temerosos de buscar na Ciência apoio para sua fé, principalmente ao perceberem que a academia, predominantemente, defende uma visão de ciência baseada no naturalismo, que nega a necessidade do sobrenatural para explicar a natureza. Por outro lado, inúmeros acadêmicos que trabalham com ciência sentem-se indispostos a dar algum crédito a qualquer explicação sobre origens que não inclua somente causas e leis naturais, acreditando que isso seria apelar para magia e superstição. Para abordar esse dilema é necessário que primeiro tenhamos uma ideia bem definida do que é ciência e dos vários sentidos em que essa palavra tem sido usada.