Arqueólogos descobrem evidências de acontecimento narrado na Bíblia

Um grupo de arqueólogos descobriu no Monte Sião (Israel), novas evidências da conquista de Jerusalém pela Babilônia entre 587 e 586 a.C., um acontecimento narrado na Bíblia. Em meados de agosto de 2019, a Universidade da Carolina do Norte (UNC), em Charlotte, Estados Unidos, anunciou que sua equipe de pesquisa descobriu uma série de objetos que provariam a riqueza das elites de Jerusalém antes da conquista babilônica. O local da escavação está dentro do parque Sovev Homot, administrado pela Autoridade de Natureza e Parques de Israel. A descoberta inclui um depósito com cinzas, pontas de flecha, vasos, lamparinas e uma importante peça de joalheria da época: um brinco ou pingente feito de ouro e prata. Também há sinais de uma estrutura significativa da Idade do Ferro.

Quem foi o faraó do Êxodo?

Como flores na primavera, assim são os políticos em ano de eleições. Eles podem ser vistos em toda parte. Suas fotos, nomes e números são quase onipresentes. Todos querem ser lembrados pelo público. Discrição ou timidez é algo impensável nesse período. E vale tudo para isso acontecer, inclusive ataques pessoais contra os adversários políticos. A situação não era diferente no antigo Egito. Faraós não eram conhecidos por sua humildade ou pequenos atos, mas sim pelas batalhas e vitórias alcançadas com inteligência e força. Nas paredes de templos e palácios do antigo Egito podem ser vistas cenas de tais vitórias. E com elas, podem ser lidas inscrições em que o monarca orgulhosamente afirma sua superioridade diante do exército adversário. Por causa desta ideologia triunfalista, os egípcios nunca admitiam derrota. 

O Santo de Deus (Mc 1:24) - Por que Jesus recebe esse título de um demônio?

O primeiro milagre de Jesus no evangelho de Marcos (1:21–28) é um "encontro de poder" entre Jesus e um espírito imundo (anjo caído). As pessoas na sinagoga provavelmente pensaram que o demônio havia conquistado uma vitória significativa sobre Jesus quando se dirigiu a ele por seu nome e até por um título secreto; mas Jesus rapidamente silenciou o demônio e o mandou embora. O rápido e poderoso exorcismo de Jesus forçou as testemunhas a fazerem uma pergunta: “O que é isso? Um novo ensino com autoridade! ” (1:27). A autoridade e poder de Cristo contra os demônios fez com que ficassem surpresos e estarrecidos. A expressão “mas Jesus o repreendeu”, aparece três vezes no livro de Marcos e se liga com a prerrogativa de quem é Senhor. O Senhor do universo tem exclusividade de duas palavras: a palavra de criação, que gera vida, e a palavra de repreensão, que pode significar correção ou condenação (cf. Sl 9:6; 76:7; 80:17; 119,21; Is 17:13; 66:13). Seis vezes em Marcos esta palavra de repreensão sai da boca de Jesus (1:25; 3:12; 4:39; 8:30,33; 9:25). 

Santificação não produz justificação

Como sempre digo, justificação produz santificação, mas santificação não pode produzir justificação (Ef 2:8; Rm 3:20, 28). Se assim fosse, fatalmente seria justificação também pelas obras (Rm 11:6). Todavia, a justificação realiza pelo homem o que ele não pode realizar por ele mesmo, mas a outra realidade é que a justificação não pode realizar no homem aquilo que ele não deseja que seja realizado. É fato que Jesus, através dos seus méritos, deseja remir o homem da perdição eterna, mas também do caos do pecado e, para isto, Ele realiza tanto o querer quanto o efetuar na vida do arrependido (Fl 2:13) - o que chamamos de santificação "sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hb 12:14). Este processo não é agradável, pois mesmo com amor  "o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? (Hb 12:6,7). 

Como ler o livro de Mateus? O preparo para ensinar

Mateus não dividiu seu evangelho em versos ou capítulos, e nenhum de seus contemporâneos dividiu os seus escritos. Às vezes, os autores antigos indicavam “seções” usando repetições. Os textos que analisaremos repetem três verbos diferentes (διδάσκω, κηρύσσω e θεραπεύω) e vários substantivos distintos que juntos revelam como devemos, por exemplo, ler Mateus 4:23–11:1. Devemos prestar atenção a esses verbos e substantivos. Em Mateus 4:23, observe como Mateus descreve a missão de Jesus com três particípios presentes, utilizados para tornar vívidos diante de nossos olhos o que Jesus está realizando e ao mesmo tempo nos ensinando:

Relações perigosas: cultura pop, evangelho e contextualização

Para iniciar a reflexão, quero mencionar um vídeo do pastor Cláudio Duarte sobre o Rei Leão. O pregador, conhecido por sua veia humorística, desta vez protagoniza uma reflexão minimalista calcada na história do desenho de 1994, que ganhou uma recente versão live action. O vídeo chegou ao meu WhattApp. Respondi ao remetente que entendia perfeitamente por que muitos evangélicos produzem esse tipo de conteúdo, procurando pelo espiritual em ovo cinematográfico. Entretanto, propor aplicações espirituais a partir de mídias seculares é incabível para adventistas. Entenda o porquê.

Achismo versos Bíblia? Leandro quadros é questionado por explicar corretamente a Bíblia.



Está se espalhando pela internet esta gravura com retórica sem crivo hermenêutico. Portanto, abaixo, estou inserindo o esclarecimento a respeito do texto usado pela pessoa que elaborou a tal figura. Creio que ajudará a sanar qualquer dúvida quanto a fala do amigo de ministério Leandro Quadros.