Jesus entrou no santíssimo antes de 1844?

Moisés entrou no Lugar Santíssimo como parte do ritual de inauguração (Êx 26:33, 34; 40:9; Lv 8:10-12; Nm 7:1, 89; cf. Hb 9:21). A inauguração do santuário celestial também envolveu a unção do Santíssimo (Dn 9:24). Ou seja: o Dia da Expiação não é o único ritual que inclui entrada no Santíssimo. Cristo, por ocasião de Sua ascensão, entrou no santuário celestial para inaugurar seus serviços (o que incluía a entrada no Santíssimo), não para dar início ao ministério do Dia da Expiação. Em palavras simples, Jesus entrou no Santíssimo antes de 1844 para inaugurar Seu sacerdócio, e entrou no Santíssimo em 1844 para efetuar a purificação do santuário celestial (Dia da Expiação).

A divindade de Jesus em Eclesiastes 12:7 - Power point

A divindade de Jesus em Eclesiastes 12:7 - Artigo

 

A divindade de Jesus é uma das colunas da teologia cristã. Essa doutrina axiomática é o alicerce, a base, o eixo que sustenta e solidifica toda a estrutura do que chamamos de cristianismo. Isso justifica sua importância e relevância para a teologia atual. Considerando que no Céu, antes da criação da Terra, houve um tremendo impasse, desenvolvido por Lúcifer contra Cristo, era de se esperar que esse impasse também se desenvolvesse aqui na Terra. Embora haja grupos distintos investindo contra a essência da pessoa de Jesus – Sua divindade –, notoriamente, com facilidade, podemos encontrar inúmeras evidências na Bíblia que confirmam Sua potestade plena. Não se trata de um ou outro texto bíblico. São vários, e devem ser analisados em seu conjunto. (Antes de ler o que segue, seria bom você ler também este texto: “Afinal, quem é Jesus Cristo?”)

A divindade de Jesus em I João 5:20 - Como entender a expressão "Verdadeiro Deus"?

A Divindade de Jesus | Cléofas

“Esse é o Deus verdadeiro e vida eterna.” A quem se refere aqui a palavra “esse”? Em termos puramente gramaticais ela já remete à menção imediatamente anterior de Jesus Cristo como o Filho de Deus. “Esse”, a saber, Jesus Cristo, “é o Deus verdadeiro e a vida eterna”. Contudo, inclusive por razões de conteúdo, é recomendável entender dessa maneira a passagem. Se relacionássemos o “esse” com “o Verdadeiro”, o testemunho do apóstolo seria mera repetição da declaração já enunciada acerca de Deus. Chegaríamos a uma assim chamada tautologia: “o Verdadeiro” é “o verdadeiro Deus”. Ademais, em nenhuma outra passagem Deus, o Pai, é chamado de “vida eterna”. Entretanto, João acaba de escrever em 1 Jo 5:11s que na realidade Deus nos presenteou com a vida eterna; mas essa vida “está em seu Filho”. “Quem tem o Filho tem a vida.”

Vila onde Jesus alimentou 5.000, andou sobre as águas e curou cego é descoberta

 Betsaida (Reprodução/Bethsaida Excavations Project)

Lugar acabou sendo amaldiçoado por não crer mesmo tendo visto tantos milagres. A vila onde Jesus multiplicou pães e peixes para alimentar ao menos 5.000, andou sobre as águas e curou um cego foi descoberta por uma equipe de arqueólogos que trabalhavam em uma escavação perto do Mar da Galiléia. Os especialistas confirmaram que o local onde trabalham há 32 anos é de fato o vilarejo de Betsaida. O vilarejo é citado nos Evangelhos, como em Mateus no capítulo 14 e em Marcos no capítulo 6, quando Jesus Cristo realiza alguns milagres. Os pesquisadores se dizem convencidos que de fato trata-se da vila mencionada na Bíblia e esperam fazer descobertas sobre o modo de vida da época.

Depois de multiplicar cinco pães e dois peixes, a narrativa bíblica diz que Jesus atravessou o Mar da Galiléia para orar em um monte, enquanto os discípulos ficaram no barco e acabaram sendo levados pelas ondas. Então Jesus dirige-se até eles andando por cima das águas.

Vestígios de palácio real da época dos reis Ezequias e Josias são encontrados em Jerusalém

 Achados arqueológicos proto-eólicos Israel

Esculturas decorativas são do período do Primeiro Templo. A Autoridade de Antiguidades de Israel anunciou nesta quinta-feira (3) a descoberta de um emocionante conjunto de artefatos arqueológicos. Os artefatos foram encontrados em uma obra de um calçadão para fins turísticos e anunciados em um evento festivo na Cidade de Davi, no Parque Nacional dos Muros de Jerusalém. Um prédio de estrutura monumental com vista para a Cidade de Davi e do Templo, possivelmente pertencente a um dos reis de Judá ou a uma família nobre, tem produzido vestígios da época dos reis Ezequias e Josias em uma escavação arqueológica em Armon Hanatziv, um bairro de Jerusalém.

No local foi encontrado uma rara coleção de impressionantes artefatos arquitetônicos de pedra adornados, que juntos faziam parte da estrutura de um prédio imponente, segundo informou a Autoridade de Antiguidades de Israel. As escavações estão sendo financiadas pelo Ministério do Turismo, já que faz parte de uma obra turística que está sendo realizada no local.

Arqueólogo diz ter encontrado “rosto de Deus”

Cabeça de argila de Khirbet Qeiyafa (Reprodução)

Descobertas reforçam que houve idolatria em Israel na época de Davi e Salomão. O professor Yosef Garfinkel, diretor do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, afirma ter descoberto provas da época dos reis Davi e Salomão de que o povo de Israel produziu imagens de escultura para representar Deus. Apesar de terem sido proibidos de adorarem estátuas e esculturas, inclusive com leis específicas no livro de Deuteronômio, incluindo os Dez Mandamentos, que traz a advertência contra criação e culto de representações físicas do divino.

No entanto, várias estatuetas masculinas descobertas em três locais onde ficava localizado o antigo Reino de Judá reforçam que o povo de Israel falhou em obedecer as recomendações bíblicas contra a idolatria. Essas estatuetas são dos séculos X ou IX a.C. e seriam representações de Deus.

Igreja milenar é descoberta perto do monte da transfiguração

Vista aérea da Igreja do período bizantino na Baixa Galileia (Alex Wiegmann / Autoridade de Antiguidades de Israel)

Igreja tem características particulares e revela presença de cristãos perto do Monte Tabor. Uma igreja da era bizantina de 1.300 anos de idade foi descoberta por arqueólogos israelenses na Baixa Galileia, na aldeia de Kfar Kama, perto do Monte Tabor, onde acredita-se que Jesus Cristo tenha se transfigurado, anunciou a Autoridade de Antiguidades de Israel. A escavação faz parte de uma parceria com o Kinneret Academic College e a Autoridade de Antiguidades, que compreende uma área de aproximadamente 12 x 36 metros, incluindo um grande pátio, conforme relato da arqueóloga Nurit Feig.

Os corredores da igreja eram pavimentados com mosaicos que sobreviveram parcialmente e a igreja tinha uma característica particular, que era a existência de três absides (locais de oração), quando a maioria das igrejas da época tinham apenas um único local.

Os vilões por trás da cultura da violência e do estupro

Ao ver os comentários nos diversos sites de notícias que publicaram algo sobre o estupro coletivo, me perguntei: Onde chegamos? Ou pior, onde ainda chegaremos? Quais os limites, a divisa ou o fim para tanta selvageria, insanidade e demência? Há alguma reta final ou pelo menos uma vírgula que seja capaz de dar uma pausa na irracionalidade de uma maneira tão significativa que possa despertar o que ainda, por enquanto, chamamos de reflexão? Será que um dia seremos capazes de olhar para nós mesmos com orgulho e admiração ou continuaremos sentindo desprezo, vergonha e mal-estar pelo que nos tornamos? Pelo jeito estamos muito distantes de qualquer realidade que nos faça orgulhosos de nossa raça, enaltecidos por um brio humano ou pavoneados por qualquer altruísmo sonhado.