Crise de liderança

 

É interessante que a descrição do chamado de Isaías é posterior à mensagem de acusação feita por Deus nos primeiros capítulos e à descrição da primeira visão do profeta. Alguns estudiosos propuseram que esse foi um segundo chamado, após o primeiro apresentado no capítulo 2. Enquanto outros entendem que a descrição do capítulo 6 está fora de lugar. Para os efeitos práticos de compreensão do livro, essa questão não tem relevância.

Crise de identidade - Comentário da ES do Pr. Sérgio Monteiro

Mesmo sendo conhecido como o grande profeta messiânico, Isaías tem sido pouco estudado. De fato, à parte do capítulo 53, poucos capítulos do seu livro são realmente conhecidos do leitor cotidiano das Escrituras. A lição deste novo trimestre endereça esse problema entre nós adventistas, direcionando-nos no estudo desse profeta. Nesta semana, nosso guia de estudos nos direciona no estudo do capítulo 1, no qual encontramos delineadas as razões do ministério de Isaías.

Perda de identidade

Os primeiros capítulos de Isaías vão rapidamente para a descrição da situação do povo de Israel. O diagnóstico apresentado por Deus é simples e direto: o povo perdera a identidade. Estava perdido em si mesmo e em seus pecados. Utilizando uma linguagem franca e direta, Deus afirma que Israel havia se distanciado dos caminhos que Ele lhes havia proposto, de tal maneira que todos os seus atos estavam maculados por pecados (Is 1:3).

Amo o meu esposo, mas me sinto melhor ao lado de uma outra pessoa. O que faço?

Isso pode ocorrer por 4 motivos principais:

1º - Tudo o que é novidade “parece” ser mais atrativo. Eu disse “parece”. O tempo em que vivemos, com mudanças muito rápidas impulsionadas pelo mercado de consumo e inovações constantes, às vezes nos compele a desejar trocar muito rapidamente de roupas, sapatos, carros, eletrônicos etc. Esse senso de novidade, às vezes, influencia outras áreas da vida como a moral. Um exemplo clássico é a moda de troca rápida - do “ficar”, com relacionamentos fragmentados, descomprometidos de curta duração. Essa moda é trágica, pois educa as pessoas a se acostumarem com beijos, cheiros, abraços, experiências sexuais diferentes a todo o momento. Depois, no casamento, beijando sempre a mesma pessoa, sentindo sempre o mesmo cheiro, o mesmo abraço e com experiências sexuais únicas e exclusivas, podem se tornar terrivelmente enfadonhas com o tempo. Mesmo que não se tornem enfadonhas, a pessoa pode se tornar refém de uma propensão desenvolvida – do desejo e tentação por tudo que aparenta ser novidade e diferente. 

A self e a cultura da morte - Reflexão

Festa e lágrimas de intensa alegria? Em meio a uma crise generalizada na economia e saúde, o país que está à beira do precipício, acaba de pular ladeira a baixo. A festa e as lágrimas não são por motivos dos mais sublimes, como o da preservação da vida, mas de morticínio generalizado. É curiosa essa política de esquerda na Argentina e em alguns outros paises que faz do bandido um mocinho, vítima da sociedade, porém das crianças inocentes, ainda no ventre, vilãs indesejadas. Esta assustadora realidade me faz lembrar das crianças Moisés e Jesus que, pelos decretos dos políticos da época, quase foram assassinados. Um episódio também monstruoso foi o relatado em Jeremias 19:4 e 5, de crianças que eram sacrificadas por pagãos como tentativa de acariciar o ego do falso deus baal. 

Jesus entrou no santíssimo antes de 1844?

Moisés entrou no Lugar Santíssimo como parte do ritual de inauguração (Êx 26:33, 34; 40:9; Lv 8:10-12; Nm 7:1, 89; cf. Hb 9:21). A inauguração do santuário celestial também envolveu a unção do Santíssimo (Dn 9:24). Ou seja: o Dia da Expiação não é o único ritual que inclui entrada no Santíssimo. Cristo, por ocasião de Sua ascensão, entrou no santuário celestial para inaugurar seus serviços (o que incluía a entrada no Santíssimo), não para dar início ao ministério do Dia da Expiação. Em palavras simples, Jesus entrou no Santíssimo antes de 1844 para inaugurar Seu sacerdócio, e entrou no Santíssimo em 1844 para efetuar a purificação do santuário celestial (Dia da Expiação).

A divindade de Jesus em Eclesiastes 12:7 - Power point

A divindade de Jesus em Eclesiastes 12:7 - Artigo

 

A divindade de Jesus é uma das colunas da teologia cristã. Essa doutrina axiomática é o alicerce, a base, o eixo que sustenta e solidifica toda a estrutura do que chamamos de cristianismo. Isso justifica sua importância e relevância para a teologia atual. Considerando que no Céu, antes da criação da Terra, houve um tremendo impasse, desenvolvido por Lúcifer contra Cristo, era de se esperar que esse impasse também se desenvolvesse aqui na Terra. Embora haja grupos distintos investindo contra a essência da pessoa de Jesus – Sua divindade –, notoriamente, com facilidade, podemos encontrar inúmeras evidências na Bíblia que confirmam Sua potestade plena. Não se trata de um ou outro texto bíblico. São vários, e devem ser analisados em seu conjunto. (Antes de ler o que segue, seria bom você ler também este texto: “Afinal, quem é Jesus Cristo?”)