Morte, juízo e a segunda vinda de Cristo

Este artigo é um breve comentário da sequência bíblica morte-juízo-segunda vinda de Cristo. “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação” (Hebreus 9:28, 29). A seguir, algumas considerações introdutórias. A carta aos hebreus foi escrita ainda em tempo de crise, após o concílio de Jerusalém, e evidentemente antes da destruição do templo pelos romanos.[1] “Cristãos judeus ainda observavam as festas, sacrificavam como antes e eram zelosos da lei cerimonial (Atos 15)”.[2] Ignoravam que, pela morte de Cristo, oficialmente cessaram os rituais simbólicos e tipológicos que apontavam para o Senhor e seu sacrifício, e que em sua ascensão, Ele passara a oficiar como Sumo Sacerdote em um santuário real que está no céu (Mateus 27:51; Hebreus 8:1, 2; 10:11-13).[3]

Uma época marcada pela crescente imbecilidade

Intelectualidade e racionalidade estão em baixa. Basta observar a extrema exaltação do corpo e a exploração da sexualidade como mercado e brinquedo do prazer. Enquanto isso, os nerds, são propagados como pessoas bestas, esquisitas, com comportamentos ridículos, com óculos arredondados e cabelos cobrindo a testa. O preconceito enxertado contra o cidadão apaixonado pelo estudo, pelo saber e intelectualidade é visível em uma sociedade cada vez mais embrutecida e bestializada. Leandro Karnal, filósofo e historiador, entende que nunca se leu tanto como nos dias atuais, todavia, embora seja possível reconhecer a constatação de Karnal como verídica, por minha própria conta, me arrisco a afirmar que é também possível que nunca tivemos, ao mesmo tempo, uma geração tão estúpida. 

Quem deve pregar o evangelho? Gilbertinho responde


Urgente: Arqueólogos descobrem evidências de que o reino bíblico de Davi existiu

Todo mundo que tem um pouco de familiaridade com a Bíblia já deve ter escutado falar da famosa disputa entre Davi e Golias. Um jovem pastor de Belém que derrotou o gigante filisteu para conquistar a confiança do rei hebreu Saul, tornando-se imperador entre os séculos 11 e 10 a.C., unindo o povo de Israel. Nas últimas décadas, porém, cada vez mais pesquisadores começaram a questionar a real existência do reino de Davi. Afinal, não havia evidências de construções reais no local onde o reino deveria ter sido erguido. Assim, concluíram que os governadores locais, naquele tempo, controlavam apenas a região de Jerusalém e as redondezas. Nada parecido com um grande e unido reino. 

A tradição ética helênica

GRENZ, Stanley. A busca da moral: fundamentos da ética cristã. Tradução de Almiro Pisetta. São Paulo: Vida, 2006. Resenhado por Gilberto Theiss.

A tradição ética helênica foi marcada pelo desenvolvimento filosófico de grandes filósofos nos tempos gregos e que largamente influenciou o mundo pós Grécia, alcançando mesmo algumas religiões do passado e até do presente, especialmente o cristianismo. Em sentido mais amplo e geral, pode-se definir a ética como “filosofia moral” que “envolve a reflexão sobre a moralidade, problemas e juízos”. Como já mencionado acima, a reflexão moral não se restringe apenas aos cristãos, uma vez que fora discutida mesmo entre os grandes filósofos. Eles puderam fornecer o molde “que deu forma à tradição ética ocidental”. Embora muitos dos códigos de ética tenham vindo de muitas discussões filosóficas helênica, o cristianismo herdou grande parte de sua ética do povo hebreu.

A crise da ética contemporânea

Gilberto Theiss
Do ponto de vista linguístico a ética possui a sua definição, mas na prática, talvez por conta do forte relativismo e subjetivismo atual, é percebível uma certa crise da identidade que a define. O poeta Augusto Branco pontuou, talvez de uma forma não muito animadora, que “a ética é uma invenção humana que depende muito do espaço geográfico que a pessoa ocupa”. Para alguns, a ética deve levar em consideração o bem-estar do coletivo e não do indivíduo, enquanto que para outros, a ética deve ser a base de sobrevivência apenas do indivíduo sem levar em consideração as normas de conduta e o bem-estar do coletivo.

22 de Outubro ou 23 de Setembro (Dia do Yom Kippur)

22 de outubro de 1844 marca o dia do grande desapontamento, uma data muito importante para o pensamento adventista. Esta data marca o fim da profecia das 2300 erev-boqer, ou tarde-manhãs, de Daniel 8:14, que se iniciaram com o decreto de Artarxerxes I em 457 AEC. No arcabouço de interpretação histórica, que adotamos, esta data aponta para o início da segunda fase do ministério de Cr-sto no Santuário Celestial,  profetizado tipologicamente pelo Yom Kippur de Lev. 16. No Yom Kippur, os pecados de Israel eram levados para o deserto e finalmente alijados da congregação e do Santuário, que estava, então, purificado e limpo.  Este dia ocorria aos 10 de cada sétimo mês.