30 novembro 2016

Chapecoense: quando a tragédia entra em campo

O momento é para solidariedade
Eles certamente viajavam felizes e com a mente cheia de expectativas. O time estava em uma boa fase e voava a bordo de um avião com destino a Medellín, na Colômbia, onde disputaria a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, na quarta-feira, dia 30. Só Deus e talvez alguns familiares conheçam os sonhos que cada um alimentava, os planos, os projetos, as ambições. Talvez alguns tenham prometido gols para a namorada, a esposa ou os filhos. Possivelmente, outros sonhassem com o título inédito a fim de alegrar ainda mais o Natal e o Ano Novo. Sonhos, esperanças e projetos que ficaram definitivamente no passado. O avião que transportava 81 passageiros, entre os quais a equipe do time catarinense da Chapecoense, caiu nesta madrugada, quando se aproximava da capital colombiana. Pelo menos 76 pessoas morreram. A notícia chocou o Brasil na manhã desta terça-feira.

Toda vez que um evento dessa natureza acontece revive a sensação de que habitamos um mundo inseguro e injusto. E isso é fato. Tragédias não escolhem lugar nem data para acontecer. Elas simplesmente estão como que à espreita, aguardando o momento de “entrar em campo” e ceifar vidas, destruir sonhos. No campeonato da vida, somente vencerá aquele que jogar segundo as regras do Céu. Podem acontecer reveses pelo caminho e até a morte surpreender um ou outro “jogador”, mas, para aqueles que seguram firmemente a mão do Criador, a vitória já está garantida. O último inimigo a ser derrotado é a morte; e que venha logo esse dia!

É claro que Deus não deixou de proteger os passageiros e os tripulantes do voo que ia para a Colômbia, enquanto estaria livrando de todos os males Seus “queridinhos”. O assunto é muito mais complexo do que isso. Deus tem em vista o bem eterno de todas as Suas criaturas, e mesmo nas tragédias é possível ver a mão dEle atuando – ainda que os afetados pela perda e pela dor não consigam compreender o que se passa no momento. Tragédias, mortes e sofrimento são a especialidade de Satanás, o inimigo de Deus, o originador do mal no Universo. E sua jogada de mestre consiste em causar destruição e levar as pessoas a atribuir essas coisas a Deus. O mal não existe porque o Criador quer. Muito pelo contrário: o que Ele mais quer é destruir o mal de forma definitiva. E fará isso em breve. Por hora, o que Ele faz em nosso favor é usar o bem e até o mal que Ele não causa – se puder, com isso, nos lembrar de nossa finitude e de nosso desamparo; que temos um Céu a ganhar e uma morte eterna a evitar. Como escreveu C. S. Lewis, as tragédias, muitas vezes, são o megafone de Deus.

O que aproveito de tudo isso é a reflexão suscitada pelos fatos que me fazem pensar que a vida é frágil, a tragédia é uma realidade sempre presente, este não é o lar que Deus planejou para nós e que nossa existência é feita de decisões. E se seu avião caísse hoje, como estaria sua vida? Que legado você deixaria para sua família e seus amigos? Que esperança de futuro o acompanharia até a sepultura?

Não adianta dourar a pílula. A tragédia e a tristeza estão em campo e permanecerão aqui até a volta de Jesus. O que nos resta fazer é nos preparar para esse grande evento, correr agora mesmo para os braços do Pai e orar pelos que estão com o coração apertado pela dor da perda e da saudade.

Vem logo, Senhor Jesus!

26 novembro 2016

LIVE ao vivo sobre os EUA, Donald Trump e a besta que sobe da terra


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Com horário de verão: 22h
Sem horário de verão: 21h

Neoadventismo? Precisamos conversar!

É preciso refletir
A distintividade da fé e do pensamento adventista ao longo dos séculos 19 e 20 foi construída no solo fértil do estudo da Palavra de Deus e da oração. Somos marcadamente um movimento profético-missionário que ganhou notoriedade não somente entre os grupos religiosos ao redor do mundo, mas entre estudiosos da religião que levaram a sério a história desse movimento nascido na segunda metade do século 19. Entre outras coisas, fomos estabelecendo e sendo estabelecidos na história como um povo atento às mudanças e transformações na política, na ciência, na economia, na história e na sociedade, exatamente por estarem vinculadas à nossa interpretação profética. Sinteticamente, fomos construídos ou formados como um povo alicerçado nos princípios morais e identitários da tradição judaico-cristã. Em outras palavras, nos reconhecemos como pertencentes a uma ética cristã que coloca tudo ante a autoridade das Escrituras. 

Embora os movimentos dissidentes sejam parte inconteste da nossa história (como acontece em todos os cortes religiosos), nos últimos anos um “novo” jeito relativizador de pensar a fé adventista tem-se constituído em nossos espaços. Alguns advogando um posicionamento mais liberal e mais “coerente” com a realidade dos dias atuais têm feito aberturas substanciais da compreensão da experiência religiosa e da sua fé, em detrimento de princípios estabelecidos nas escrituras, em nossa história e teologia. Essas pessoas acreditam terem se libertado de um exclusivismo soteriológico que seria, segundo eles, o maior impasse entre nós adventistas e os outros grupos religiosos para uma convivência harmoniosa. Isso também explicaria a razão de não termos um número mais expressivo de membros em nossas igrejas. Seguindo a mesma lógica, esses queridos irmãos creem piamente terem alcançado uma autonomia na interpretação da sua fé e, como resultado, passam a propor uma ressignificação da experiência religiosa que põe em xeque princípios centrais da fé bíblica. É interessante notar que essas pessoas não acreditam ser dissidentes ou contrários a pontos basilares da fé adventista, pelo contrário, acreditam poder até mesmo ser influência positiva dentro da igreja, a fim de ajudar outros a “abrirem” os olhos para as mudanças no mundo, para a urgência de um engajamento inter-religioso tão necessário para uma convivência tolerante ou mesmo ecumênica entre os distintos grupos religiosos. 

Dada a ordem dessa problemática, lembro-me de C. S. Lewis, que nos ensinou que Jesus não pode ser concebido com um grande mestre espiritual, ou filósofo, ou um revolucionário político, pois ou Ele é quem disse que é, ou Ele não passaria de um lunático. Ou seja, é inconcebível pensar Jesus no meio termo desses dois polos. Do mesmo modo aplico esse princípio lógico-filosófico ao pensamento e ao modo de ser adventista: ou somos aquilo que se expressa em nós através das Escrituras e que está identificado em nossa origem e teologia, ou não somos adventistas do sétimo dia. Não há outra saída. 

Esse novo jeito de ser adventista chamado por mim de neoadventismo deixou-se encantar com relativismo cultural e com as tentações do humanismo. Mal sabem estes que, ao invés de serem “cabeças abertas”, na verdade, estão sendo subprodutos de uma acomodação intelectual estruturada em uma perspectiva filosófica baseada no humanismo, no criticismo bíblico, no liberalismo moral, no relativismo cultural, nos apelos da pós-modernidade ou modernidade tardia. Não há possibilidade de uma conciliação completa (talvez em nenhum ponto) com essas visões de mundo. Não estamos dispostos a flertar com aquilo que é negado pela Palavra de Deus e isso não é em momento algum razão para sermos fundamentalistas ou coisa do gênero, ao contrário, isso é um posicionamento lúcido e coerente com aquilo pelo qual se constitui o nosso firme fundamento, a saber, a nossa fé. Valorizamos o diálogo inter-religioso? Sim! Somos pioneiros e herdeiros sobre questões concernentes à liberdade religiosa? Sim! Somos favoráveis a uma boa convivência entre os mais diversos grupos religiosos? Sim! Mas nada disso escapa ao equilíbrio das orientações bíblicas que põem cada coisa em seu devido lugar.

Creio que seja esse um tempo para que o neoadventismo em curso incline-se mais às Escrituras e menos a processos histórico-seculares de intervenção na cultura e no modo de pensar. Que faça uma análise das esferas e campos que o influenciam em seu modo de pensar e agir. Que duvide mais e ponha à prova os conhecimentos adquiridos e tenham um posicionamento mais crítico em relação às fontes de que bebe. Por fim, que solicite em oração a presença do maior dos interpretes, a saber, o Espírito Santo.

(Tiago Garrido de Souza é graduando do curso de Ciências Humanas – Sociologia da Universidade Federal do Maranhão e ancião da Igreja Adventista de Cohab, em Bacabal, MA) via (Criacionismo)

18 novembro 2016

CUIDADO COM A AMBIÇÃO


CUIDADO COM A AMBIÇÃO, com Gilberto Theiss. Para receber os vídeos envie-nos uma solicitação para o whatsapp (85) 992226560. Seja um evangelista web - Compartilhe com os seus amigos.
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16 novembro 2016

Ivanka Trump testemunha sobre o sábado

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Um testemunho sobre a beleza do sábado veio de uma fonte incomum: Ivanka Trump, a filha de 35 anos do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. Ela se converteu ao Judaísmo sete anos atrás. “Nós guardamos o sábado”, ela disse. “De sexta-feira ate sábado, nós não fazemos nada além de passar tempo um com o outro.” [...] Um dos benefícios da observância do sábado é expresso em algumas frases de Ivanka. [...] Quando tinha 27 anos, Ivanka, que cresceu como presbiteriana, converteu-se ao judaísmo em um tribunal rabínico ortodoxo em Nova York. Ela assumiu a observância do Shabat, feriados e kashrut, e adotou o nome hebraico Yael. No inverno passado, Donald Trump disse: “Eu tenho uma filha judia. Isso não estava no plano, mas estou muito feliz por ter acontecido.” [Veja também o que Trump disse em 2013 sobre funcionários seus que guardam o sábado.]
Em 2009, ela se casou com o investidor imobiliário Jared Kushner, de uma família religiosa proeminente de Nova Jersey. O casamento completamente kosher foi grandioso, como convém em um ligamento entre duas lendárias famílias imobiliárias. [...] O casamento foi tão generoso quanto glamouroso. Os convidados foram incentivados a contribuir para três organizações de caridade em vez de dar presentes para o casal. A própria Ivanka apoia filantropias judaicas.

Ivanka e o marido são ortodoxos observadores do sábado e de feriados judaicos. Seu pai se acostumou com o fato de que do anoitecer de sexta-feira até o anoitecer de sábado todas as semanas eles ficam inacessíveis por telefone, SMS ou e-mail. Ela se desvincula do mundo dos negócios e está fica por 25 horas, apesar de ser fundamental como vice-presidente executiva nas organizações Trump e ter sido uma importante ativista na campanha presidencial. Isso, além de sua própria joalheria e negócios de moda. Nos sábados, ela deixa de lado todos esses esforços - o Shabat é mais importante. [...]

Em março de 2015, o jornalista da Vogue Jonathan van Meter entrevistou Ivanka. Ela explicou aos leitores, em sua maioria não judeus, o que a observância do Shabat significa para ela: “Eu sempre evitava ter conversas públicas, porque é uma coisa tão pessoal [...]. Somos muito observadores, mais do que alguns, menos do que outros. Eu só sinto que é uma coisa tão íntima para nós [...]. Foi uma decisão tão grande para mim. Eu sou muito moderna, mas também sou uma pessoa muito tradicional, e eu acho que é uma justaposição interessante em como eu fui criada também. Eu realmente acho que com o judaísmo cria-se um plano surpreendente para conectividade familiar.”

“Deixando de lado o aspecto religioso; vivemos em um mundo tão acelerado”, disse Jared.

Ivanka também disse: “É uma coisa incrível quando você está tão conectado, mas realmente para e se desliga. E para Arabella saber que ela tem a mim, indivisível, um dia por semana. Nós não fazemos nada exceto brincar um com o outro, sair um com o outro, ir em caminhadas juntos. Família pura!”

(The Jerusalém Post; tradução: Daniel Miranda) via (Criacionismo)

Assista também:

07 novembro 2016

Eu sendo Adventista, digo: Dez Razões porque Eu NÃO Guardo o Sábado!

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A guarda do sábado não é um fardo como alguns sugerem
Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou. Êxodo 20:8-11.

Eu não guardo o Sábado para me salvar, mas porque eu já fui salvo por Cristo, quando aceitei Seu sacrifício na cruz por mim, libertando-me do pecado, assim como Ele libertou os Israelitas do Egito e lhes disse: "Lembra-te de que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido. Pelo que o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o Sábado." (Dt 5:15) 

Eu não guardo o Sábado porque é um mandamento, mas para seguir o exemplo de Deus, meu Criador, que "havendo acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito." (Gn 2:2). 

Eu não guardo o Sábado por obrigação, mas por amor ao Meu Salvador e Senhor, que disse: "Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos." (Jo 14:15). 

Eu não guardo o Sábado emburrado, com o semblante descaído, como um fardo, mas com o coração alegre e o espírito de gratidão, pois "Se desviares o teu pé do Sábado, de fazeres a tua vontade no Meu santo dia, e chamares ao Sábado deleitoso, e o santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras, Então te deleitarás no SENHOR, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do SENHOR o disse." (Is 58:13-14). 

Eu não guardo o Sábado ficando à toa, trancado em casa, mas fazendo o bem ao próximo, pois como disse Jesus, "É lícito nos Sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar?" (Lc 6:9).

Eu não guardo o Sábado somente agora, neste mundo, mas já estou me preparando para continuar a guardá-lo durante a eternidade no mundo por vir, quando "desde uma lua nova até à outra, e desde um Sábado até ao outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o SENHOR." (Is 66:23). 

Eu não guardo o Sábado porque eu fui feito para ele, mas porque "o Sábado foi feito por causa do homem." (Mc 2:27). 

Eu não guardo o Sábado porque é dos judeus, mas porque é o Dia do Senhor, pois "o Filho do homem até do Sábado é Senhor." (Mc 2:28). 

Eu não guardo o Sábado para me salvar, mas depois que fui salvo pelo sangue do Messias, guardo o Sábado para me santificar, porque é "sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu Sou o Senhor que os santifica." (Ez 20:12). 

Eu não guardo o Sábado, mas Deus, através do Sábado, é Quem me guarda! 
Preguem com amor e tato! Um abraço

(Autor desconhecido) (Blog Wesley Lira)

Há caminho que ao homem parece direito...

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