A questão da justificação: dom gratuito de Deus

(Gl 2:20) - Quando olhamos para nós mesmos o que encontramos? O que seria de nós caso Cristo desistisse da cruz? Será que ao menos estaríamos vivos aqui hoje lendo esta nota? É assombroso compreender o que Deus foi capaz de fazer por este mundo perdido. O amor de Deus é um mistério glorioso, mesmo para os seres que estão diante de Seu trono. Não há palavra em nosso tão pobre dicionário que descreva na mais pura essência deste amor imensurável. Não há filosofia, teologia ou erudição que seja capaz de usar as palavras mais adequadas para descrever o sublime feito redentivo. Não há dialética que, com indizível grandeza, consiga desvendar os mistérios deste amor desmedido. Tudo o que sabemos é que Deus é amor.

Para você que é legalista ou liberal

3 questões que os evolucionistas têm que saber responder

Há mitos evolutivos que se tornaram tão enraizados na cultura ocidental (pelo menos entre a “elite pensadora”) que muito de nós nem pára para pensar na mecânica de certas alegações. Uma coisa é dizer que um dinossauro “evoluiu” para um colibri, mas outra é mostrar como é que isso pode acontecer gradualmente e de forma a que o animal sobreviva. Outra “transformação” que desafia tudo o que se sabe de Biologia é a mitológica evolução dos mamíferos marinhos. Reza a lenda que os mamíferos que se encontram nos mares são “parentes distantes” dos mamíferos que estão em terra, separados apenas pelos mitológicos “milhões de anos” e por algumas mutações:

A Explosão Cambriana ou o “big bang” da vida

Livros-texto descrevem o registro fóssil como a “melhor evidência” para a evolução. Eles clamam que o registro fóssil prova a evolução porque parece haver uma sucessão das formas mais simples de vida para as mais complexas, e uma sucessão das formas marinhas para as terrestres. Charles Darwin sugeriu que toda a vida tem um ancestral comum. “Todos os seres orgânicos que já viveram na Terra podem ter descendido de alguma forma primordial.”[1] Darwin descreveu a história da vida como uma árvore, com o ancestral comum como sua raiz. A dimensão vertical representa tempo, enquanto a dimensão horizontal representa variação morfológica.

Comentário da Lição da ES: A unidade do evangelho

(Fp 2:2-9) - A unidade é uma das armas mais poderosas contra o mal e é por este motivo que o anjo caído tem interesse especial em causar problemas que impliquem em desunião. Falta de unidade estabelece confusão, desavença, lutas, intrigas e inimizades no corpo de Cristo. Imagine só se os braços, as pernas, os ouvidos, os olhos e os demais membros do corpo não mais quisessem trabalhar em harmonia! Imagine se uma perna quisesse levar o corpo para frente e a outra perna fizesse todo o seu esforço para levar o corpo para trás!
A igreja de Deus pode perder a essência de sua missão caso tenha a sua unidade comprometida. Todavia, manter a carne (verdade) ligada à unha (unidade) nem sempre foi possível, mas, apesar dos desafios, deve ser o nosso seleto alvo.

Eu sou indigno, e agora?

As duas revelações (parte 7): outras evidências

Pierre Louis Moreau de Maupertuis (1698-1759) [imagem ao lado] foi um matemático e filósofo francês cuja contribuição para o desenvolvimento do conhecimento científico da humanidade tem sido subestimada. O que existe de mais avançado no conhecimento científico até hoje tem por base a ideia bíblica de que as leis físicas foram projetadas de forma otimizada pelo Ser Supremo.[1] Alguns exemplos:

“E viu Deus que isso era bom” (Gênesis 1:10, 12, 18, 21; essa frase se repete após o relato de atos específicos de criação por parte de Deus em Gênesis 1).

Dica: Como ler 30 livros em um ano?

Verdades e mentiras sobre os Apócrifos

O termo apócrifo geralmente se refere a livros polêmicos do Antigo Testamento que os protestantes rejeitam e os católicos romanos e as igrejas ortodoxas aceitam. A palavra apócrifo significa “escondido” ou “duvidoso”. Os que aceitam esses documentos preferem chamá-los “deuterocanônicos”, isto é: livros do “segundo cânon”.
A Posição Católica Romana - Católicos e protestantes concordam quanto à inspiração 27 livros do NT. Diferem em 11 obras de literatura do AT (7 livros e 4 partes de livros). Essas obras polêmicas causaram discórdias na Reforma e, em reação à sua rejeição pelos protestantes, foram "infalivelmente" declaradas parte do cânon inspirado das Escrituras em 1546 pelo Concílio de Trento.

Pesquisador encontra relação entre caracteres chineses e texto bíblico

O Deus descrito pela Bíblia é o mesmo que os antigos chineses adoravam no início de sua civilização. Foi o que concluiu o doutor Chan Kei Thong, um cristão que construiu sua carreira na área de liderança, mas dedicou sete anos para pesquisar os registros históricos chineses que o levaram a este resultado. Seu livro, intitulado Faith of Our Fathers: Finding God in Ancient China (Fé de Nossos Pais: Encontrando Deus na China Antiga – ainda sem tradução para o português), detalha ainda como os significados das palavras nos caracteres chineses trazem referências a situações e lugares encontrados no livro sagrado do cristianismo.

Dicta Probantia: Uma reflexão sobre o Uso De “textos-Prova” na Hermenêutica Adventista

Este artigo propõe-se a fazer uma avaliação do uso de “textos-prova” na hermenêutica da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD). Desde o movimento milerita no século XIX, é corrente o uso de uma abordagem que seleciona, isola textos bíblicos ou os dispõe numa lista (dicta probantia) com o objetivo de comprovar alguma ideia. Tal procedimento metodológico na leitura e interpretação da Bíblia tem sido retratado negativamente por sua suposta superficialidade e consequências danosas na teologia adventista. A questão não é discutir a validade de interpretações de certos textos bíblicos, mas analisar o “texto-prova” como método de interpretação da Bíblia à luz da hermenêutica adventista. A discussão é importante, pois tal procedimento metodológico se desdobra no ensino da Bíblia, na pregação e na leitura e uso que a comunidade adventista faz das Escrituras.