Daniel 3: prévia para um conflito final na adoração


O capítulo 3 de Daniel é um dos mais interessantes da Bíblia, quando se leva em consideração acontecimentos que nos fazem, com entusiasmo, projetar eventos escatológicos para o futuro. A lógica para essa compreensão é construída a partir de uma análise comparativa entre os episódios narrados no capítulo 3 de Daniel e Apocalipse 13, como pode ser observado abaixo:

Indiana, o retorno

“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo” (Ellen White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 36).
O que ocorreu em Indiana? Que eventos são esses que voltariam a assolar o povo de Deus imediatamente “antes da terminação da graça”? Voltemos no tempo. Estamos no ano de 1900, numa reunião campal em Muncie, Indiana. Há gritos e muita confusão; a música é alta e provoca alteração dos sentidos; tambores, tamborins e outros instrumentos são usados com grande efeito psicológico sobre os presentes; pessoas caem no chão inconscientes e são carregadas ao púlpito, onde mais gritos e momentos de grande euforia têm lugar. Ao recobrar a consciência, são consideradas aptas para ser trasladadas como Enoque e Elias; têm a “carne santa”, pois passaram pela “experiência do jardim”. Em que consistia a experiência do jardim? Há algum tipo de argumento teológico para tais comportamentos?

Arqueólogos descobrem evidências de acontecimento narrado na Bíblia

Um grupo de arqueólogos descobriu no Monte Sião (Israel), novas evidências da conquista de Jerusalém pela Babilônia entre 587 e 586 a.C., um acontecimento narrado na Bíblia. Em meados de agosto de 2019, a Universidade da Carolina do Norte (UNC), em Charlotte, Estados Unidos, anunciou que sua equipe de pesquisa descobriu uma série de objetos que provariam a riqueza das elites de Jerusalém antes da conquista babilônica. O local da escavação está dentro do parque Sovev Homot, administrado pela Autoridade de Natureza e Parques de Israel. A descoberta inclui um depósito com cinzas, pontas de flecha, vasos, lamparinas e uma importante peça de joalheria da época: um brinco ou pingente feito de ouro e prata. Também há sinais de uma estrutura significativa da Idade do Ferro.