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Hábitos revolucionários


Uma revolução humanizada está em curso, atingindo nossos hábitos mais comuns, hábitos intimamente relacionados com nossa vida
Cartões de crédito, robôs, satélites, GPS, computador pessoal, telefone celular, caixa eletrônico, smartphones. Apesar do fascínio que tudo isso exerce sobre a humanidade, os frutos da revolução tecnológica que teve seu início em 1940 no pós-guerra e explodiu em meados da década de 1970 não são capazes de satisfazer nossas reais necessidades. Estamos descobrindo que a tecnologia não pode tudo e que é melhor comer uma banana do que engolir pílulas de concentrados. É melhor desconectar do que viver uma estressada rotina hiperconectada.
Barreiras, inclusive de nosso senso comum deseducado estão, uma a uma, sucumbindo diante da convincente realidade de que não adianta viver muito se não se experimenta uma qualidade de vida positiva. O natural e o essencial começam a ocupar um lugar importante em nossa existência, mais do que o dinheiro e seu poder de consumo.
Tem muita gente preocupada em dormir mais e comer alimentos sem substâncias químicas. Tem muita gente andando, correndo e exercitando-se nas cidades do Brasil e do mundo inteiro. Isso é o que se pode ver. Raymond Kurzweil, o homem que foi chamado de “Thomas Edson dos dias atuais”, inventor do sintetizador eletrônico e do escaner, é vegetariano e para não perder a forma física ele combina tênis com terno e gravata nos ambientes mais sofisticados.
O perfil do homem de valor, aquele sempre muito ocupado, morrendo de tanto trabalhar está sendo desconstruído por estudos acreditados pelas melhores universidades do mundo, mostrando que a maneira mais eficiente de trabalhar é gastar menos tempo trabalhando. E que o tempo livre deve ser desejado e aproveitado para usufruir alegria, felicidade e paz de alma ao lado das pessoas que nos amam e as quais amamos.
Isso pode ser percebido em empresas como a Google, onde os trabalhadores podem fazer uma “renovação estratégica”, parando durante a jornada de trabalho para cochilar nos famosos casulos para sonecas, os nap pods, semelhantes aos que existem no aeroporto de Abu Dahbi, capital dos Emirados Árabes Unidos. A ideia atual não é aumentar o expediente de trabalho para atender às novas demandas, mas aumentar a energia física e espiritual das pessoas, pois ela sim é renovável.
Arianna Huffington é criadora do maior êxito do jornalismo online dos Estados Unidos, o Huffington Post. A jornalista greco-americana lançou recentemente o livro Thrive: The Third Metric to Redefining Success and Creating a Life of Well-Being, Wisdom, and Wonder. A tradução livre desse enorme título é: “Prospere: a terceira medida para redefinir sucesso e criar uma vida de bem-estar, sabedoria e encantamento”. Para Arianna, a terceira medida, a da felicidade, se sustenta em quatro pilares: bem-estar, sabedoria, encantamento e benemerência. E ela avisa: se prepare para a mudança que está chegando, porque não é sustentável manter a antiga noção de sucesso reduzida a poder e dinheiro.
São Francisco, Califórnia, conhecida como o paraíso dos vegetarianos, foi invadida pela alimentação orgânica. Na cidade, assim como no Reino Unido, proliferam aos milhares, os restaurantes que servem comida saudável. A Whole Foods Market é uma rede de supermercados que tem mais de 300 lojas espalhadas nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. John Mackei, um dos fundadores da rede pretende mudar a maneira com que seus compatriotas e outros habitantes do mundo consomem comida, destruindo hábitos alimentares que podem estimular doenças mortais como diabetes, câncer e doenças do coração. Ele só vende comida orgânica e natural de alta qualidade, sem aditivos químicos.
O planeta, todos nós sabemos, está muito doente, mas o lema de John Mackei e seus sócios é comida saudável, pessoas saudáveis, planeta saudável. Ele é um visionário. Somos testemunhas de uma revolução de hábitos que está impactando o consumo, as grandes marcas e grandes empresas no mundo todo. Está mais fácil, e é mais aceitável hoje, do que nunca antes, alterar os hábitos mais comuns da vida e sermos, mesmo assim, pessoas normais e mais felizes.
Francisco Lemos é Jornalista (Vida e saúde)

Predição de Ellen White é confirmada: OMS coloca carne como cancerígena

carne cancer egw

É surpreendente ver a misericórdia de Deus com uma geração tão incrédula como a nossa. Cada dia ficamos mais surpresos com a quantidade de evidências que o Senhor dá para acreditarmos em Sua Palavra e na inspiração do Seu Espírito Santo.
A bíblia mesmo nos faz orientações claras para vivermos uma vida saudável: nos dá o cardápio que deveríamos comer; nos adverte quanto ao uso da carne; apresenta uma classificação entre os animais imundos e puros; promete aos obediente gozar de saúde e inclusive viver livre de qualquer enfermidade e ainda adverte a todos os que não cuidam da saúde de que serão julgados futuramente no tribunal de Deus.
Depois de tantos anos de cegueira espiritual imposta pela igreja romana no período medieval, o mundo ficou praticamente “analfabeto” quanto à compreensão ampla e espiritual da Palavra de Deus. Sendo assim, após séculos de trevas, o Senhor orienta o Seu povo através do testemunho do dom profético que infelizmente pela incredulidade de muitos está sendo menosprezado. Estamos falamos sobre o ministério de Ellen G. White. Veja algumas orientações dadas por Deus através de Sua mensageira quando estes assuntos ainda eram pouquíssimos compreendidos:
“A carne de porco é imunda — Pululam parasitas nos tecidos do porco. Deste disse Deus: “Imundo vos será; não comereis da carne destes e não tocareis no seu cadáver”. Deuteronômio 14:8. Esta ordem foi dada porque a carne do porco é imprópria para alimentação. Os porcos são limpadores públicos, e é esse o único emprego que lhes foi destinado. Nunca, sob nenhuma circunstância, devia sua carne ser ingerida por criaturas humanas. É impossível que a carne de qualquer criatura viva seja saudável, quando a imundícia é o seu elemento natural, e quando se alimenta de tudo quanto é detestável.
O porco, se bem que um dos mais comuns artigos de alimentação, é um dos mais prejudiciais. Deus não proibiu os hebreus de comerem carne de porco apenas para mostrar Sua autoridade, mas por não ser ela apropriada à alimentação do homem. Encheria o organismo de escrófulas, e em especial naquele clima quente, produzia lepra, e doenças de várias espécies. Sua influência sobre o organismo, naquele clima, era muito mais prejudicial que em climas mais frios. […] A carne de porco, mais que todas as outras, põe o sangue em mau estado. Aqueles que a ingerem à vontade, não podem deixar de ser doentes.
Especialmente os tenros e sensíveis nervos do cérebro se enfraqueceriam e ficariam tão entorpecidos, que as coisas sagradas não seriam discernidas, mas colocadas no baixo nível das coisas comuns.
Conselhos Para a Igreja, Capítulo 41
(Adventismo em foco) - Para aqueles que ainda não viram a matéria, segue o link: 

OMS coloca bacon, linguiça e salsicha na lista de alimentos cancerígenos

Síndrome do pensamento acelerado: conheça o problema e saiba como contorná-lo

pensamento acelerado 1

Uma das principais causas desse distúrbio é o excesso de informação a que somos expostos hoje em dia

Tem dificuldade em relaxar a mente e acalmar os pensamentos? Está sempre em busca de estímulos, precisando de cada vez mais informações para satisfazer essa vontade? Esse pode ser não apenas um caso de uma pessoa agitada, mas arepresentação de sintomas dasíndrome do pensamento acelerado.
“O excesso de informações satura o córtex cerebral, produzindo uma mente hiper pensante, agitada, com baixo nível de tolerância, impaciente e sem criatividade”.

Essa é uma condição moderna que tem origem com o ritmo alucinante das grandes cidades, com overdoses diárias de informações e obrigações que afetam a saúde emocional de uma boa quantidade de gente. Depressão, estresse, síndrome do pânico e nomofobia (medo de ficar sem celular) são outros exemplos de situações que ocorrem com muito mais frequência nas últimas décadas.

Especialistas dizem que a síndrome do pensamento acelerado não é uma doença, mas sim um sintoma vinculado a um quadro de transtorno de ansiedade. As pessoas mais vulneráveis geralmente são aquelas que são avaliadas constantemente por conta das suas obrigações profissionais, não podendo desligar um minuto sequer, caso contrário o trabalho é comprometido. Bons exemplos são executivos, jornalistas, escritores, publicitários, professores e profissionais da saúde.

As possíveis causas são, além dessa ansiedade devido à pressão profissional, o excesso de informações às quais somos submetidos durante o dia, condição considerada normal nos dias de hoje.

Sintomas da síndrome do pensamento acelerado

É comum entre quem tem a síndrome do pensamento acelerado ter a sensação de estar sendo esmagado pela rotina, com aquela impressão de que 24 horas são insuficientes para cumprir tudo o que você tem planejado para o dia. Há o sentimento persistente de apreensão, falta de memória, déficit de atenção, irritabilidade e sono alterado. O humor flutuante é outra característica bem comum.
esgotamento mental da pessoa que não consegue desacelerar o seu pensamento normalmente se converte em cansaço físico também. Isso porque o córtex cerebral, a camada mais evoluída do cérebro, “rouba” energia que deveria ser utilizada em músculos e outros órgãos.

Tecnologia

Um componente que colabora muito para o aumento nos casos de síndrome do pensamento acelerado e para a piora no quadro é a tecnologia. Primeiro, com a popularização da televisão, há décadas, as crianças começaram a ter menos atenção na escola e os educadores mais dificuldade para influenciar o universo psíquico dos jovens.

Depois, vieram os computadores e videogames. Hoje, as redes sociais são um mundo que oferece um excesso de estímulos e informações. Passar uma noite inteira no Facebook significa uma quantidade absurda de textos (lidos e escritos) e imagens passando pelo nosso cérebro em um tempo curto. Além disso, ser usuário de uma rede social colabora para a ansiedade – cria-se o costume de consultá-las o tempo todo para checar se há novas mensagens.

A Síndrome do Pensamento Acelerado foi denominada e vem sendo estudada pelo psiquiatra, pesquisador e escritor, Dr.Augusto Cury. Um de seus livros mais lidos é Ansiedade, o mal do século. Ele também é autor da Teoria da Inteligência Multifocal e descobriu a Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA), ao estudar o pensamento como ciência.

Tratamento

Se você fecha com tudo o que foi dito acima é provável que tenha a síndrome do pensamento acelerado. Nesse caso, é recomendável buscar a ajuda profissionalde um especialista.

7 dicas para viver melhor

1. Treine sua mente para admirar algo que o dinheiro não compra, como observar seu filho a desenhar ou pintar, abraçar mais, beijar mais, trocar experiências com os filhos, dar carinho a quem se ama.

2. Tenha mais contato com a natureza. Caminhe ao ar livre, admire as árvores e os animais, aprecie o silêncio e o vento no rosto…

3. Faça alguma atividade lúdica. Vale praticar um esporte, ler um livro e contar histórias.

4. Proteja a sua emoção. Não cobre demais os outros (seja marido, sejam filhos ou amigos) nem a si mesma, isso torna a vida angustiante. Não exija demais das pessoas. Ao contrário, elogie mais, aponte as características boas, os pontos fortes de quem está ao seu lado.

5. Aprenda a relaxar. Pare um momento do dia, esqueça tudo ao redor, respire fundo, solte o corpo e esvazie a mente.

6. Perdoe o outro e se auto perdoe.

7. Dê mais risada, não leve a vida tão a ferro e fogo. Sorria!

(Contioutra.com)

Açúcar tem efeito no cérebro idêntico ao da cocaína


É comum ouvir-se que o chocolate é um vício. Estudos científicos realizados nos Estados Unidos vieram comprovar que o açúcar pode causar um efeito no cérebro semelhante ao da cocaína. Atualmente, existem já evidências de que os alimentos ricos em gordura, açúcar e sal podem alterar a química do cérebro, do mesmo modo que as drogas duras, como a cocaína e heroína.

A ideia, considerada polémica há apenas cinco anos, está a tornar-se uma teoria aceita entre investigadores. Mesmo assim, os mecanismos biológicos associados ao vício da fast-food ainda não foram revelados. 
Em 2001, os neurocientistas Nicole Avena, da Universidade da Florida, em Gainesville, e Bartley Hoebel, da Universidade de Princeton, começaram a explorar a ideia com uma base biológica.

Inicialmente, os investigadores procuraram sinais de adição em animais alimentados com fast-food. O açúcar é um ingrediente chave na grande parte deste tipo de comida. 
Assim, foi administrado a ratos um xarope, de concentração similar ao do açúcar presente numa refrigerante comum, durante 12 horas por dia. Ao mesmo tempo, outro grupo de ratos foi alimentado com água e comida normal.

Um mês após essa dieta, os ratos desenvolveram alterações de comportamento cerebral, identificadas pelos investigadores como idênticas às dos animais viciados em morfina. O grupo alimentado com o xarope demonstrou ainda um comportamento ansioso quando esse ingrediente foi removido. 
Após este estudo, publicado em 2008, outras investigações em animais têm confirmado a base biológica para a dependência de açúcar.

Qual é o possível segredo dos hunza, Sgundo a History o povo que não envelhece e vive uma média de 120 anos?


A história do retardamento do envelhecimento dos Hunza foi questionada recentemente por alguns pesquisadores, no entanto, o teor da conservação da juventude pode ser autêntica para qualquer pessoa que fizer bom uso de seu estilo de vida. Vegetarianismo munido de exercício físico e muita água, pode sim trazer longevidade. Veja a matéria abaixo, embora seja duvidosa:

Sobre o vale do rio Hunza, na fronteira entre a Índia e o Paquistão, reside uma população que as pessoas conhecem como o “oásis da juventude” – e por mais de um motivo: seus habitantes vivem, em média, 120 anos, quase nunca ficam doentes e sua aparência é sempre jovem. Em relação às nações vizinhas, os moradores de Hunza se destacam por terem uma fisionomia semelhante a dos europeus, um idioma próprio (o burushaski, diferente de qualquer outro no mundo) e uma religião (a ismaelita) muito peculiar, parecida com a muçulmana.

No entanto, o aspecto mais surpreendente dessa pequena nação é sua capacidade extraordinária de se manter sempre jovem e saudável. Seus habitantes tomam banhos imersos em águas geladas a 15 graus abaixo de zero, praticam esportes até os 100 anos de idade, as mulheres de 40 anos têm a aparência de adolescentes e é comum uma mulher dar à luz aos 65 anos. Durante o verão, as pessoas se alimentam de frutas e verduras cruas, enquanto no inverno, consomem damascos secos, grãos germinados e queijo de ovelha. 


Robert McCarrison, um médico escocês, foi o primeiro a analisar e descrever a população do “vale feliz” e destacou o fato de os hunza consumirem uma dieta com restrição de proteínas. Ele comem, diariamente, uma média de 1.900 calorias, incluindo 50 gramas de proteína, 36 gramas de gordura e 365 gramas de carboidrato. E é precisamente essa dieta especial que, na opinião de McCarrison, permite a notável longevidade desse povo. 

Ao contrário dos países vizinhos, que compartilham a mesma condição climática, mas não possuem a mesma alimentação, os hunza não conhecem as doenças e têm uma expectativa de vida duas vezes maior. Os habitantes de Hunza, todavia, não escondem seu segredo: recomendam abertamente uma dieta vegetariana, trabalhar e se movimentar constantemente. Além disso, acrescentam que, entre muitos outros benefícios, o estilo de vida que levam permite estarem sempre de bom humor, sem tensão nem estresse.

(History

Pesquisa pioneira na USP que analisa a saúde dos adventistas no Brasil é notícia em importante portal evangélico


São Paulo - Uma pesquisa científica pioneira realizada pela USP (Universidade de São Paulo), que vem analisando o estilo de vida de membros da denominação no Brasil com idade entre 35 e 74 anos, promete trazer contribuições importantes para a saúde pública no Brasil. Trata-se doEstudo ADVENTO (Análise de Dieta e Hábitos de Vida na Prevenção de Eventos Cardiovasculares em Adventistas do Sétimo Dia), financiado pela USP, Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e Incor (Instituto do Coração), e apoiada institucionalmente pela organização adventista. Embora os resultados ainda sejam preliminares, o estudo já mostrou menores níveis de colesterol, glicose, creatinina e marcadores inflamatórios nos indivíduos que têm um maior número de hábitos saudáveis, como dieta vegetariana ou mais próxima do que recomenda a Igreja Adventista. O estudo foi noticiado pelo maior portal de notícias evangélico do Brasil, o Gospel Prime (confira a reportagem direto da fonte) nesta sexta-feira, 2 de maio.
O coordenador geral da pesquisa é o cardiologista do Incor do Hospital das Clínicas da USP e chefe da UTI do Hospital Adventista de São Paulo, Everton Padilha Gomes. Segundo ele, o estudo, proposto em sua tese doutoral, busca analisar o estilo de vida entre adventistas e compará-lo com o de uma população não pertencente à Igreja. "Este é um estudo pioneiro no Brasil por correlacionar dieta e aparecimento de aterosclerose subclínica. Graças a pesquisas semelhantes desenvolvidas em outros países, hoje se sabe, por exemplo, da importância de cuidados à pressão arterial e à dieta para a prevenção dessas doenças", explica Gomes.
Além da dieta, a pesquisa clínica leva em conta também outros hábitos de vida, a exemplo de tabagismo e etilismo passado, bem como o estado psico-social, padrões de desempenho neuro-cognitivo e capital social (capacidade de assistência ou rede de solidariedade que uma pessoa possa contar).
No total, 1.500 adventistas serão pesquisados, divididos em três grupos: 700 ovolactovegetarianos, 300 vegetarianos estritos e 500 não-vegetarianos.
Parcerias - Diante das possíveis contribuições do estudo para a saúde pública no País, o objeto de estudo vem despertando o interesse de outros grupos de pesquisa. "Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo também já começaram a desenvolver estudo semelhante", informa.
De acordo com o coordenador geral do Estudo ADVENTO, no decorrer da investigação vem surgindo também parcerias com o setor privado. "A empresa de cosméticos Natura, que conta com um setor voltado para pesquisas, doou equipamentos para que analisemos também a pele dos adventistas", ressalta.
Para a realização da pesquisa, a universidade brasileira firmou ainda um convênio técnico com a  Loma Linda University, nos Estados Unidos, que acaba de divulgar os resultados de um segundo estudo científico de longo prazo, o Loma Linda University Adventist Health Study-2  (AHS-2), que concluiu que aqueles que são vegetarianos têm menos risco de doença cardíaca, em comparação com aqueles que comem carne. O AHS-2pesquisou 96 mil indivíduos dos Estados Unidos e Canadá. O primeiro, denominado AHS-1, foi realizado entre 1974 e 1988 e, a partir do exame da saúde de mais de 34 mil adventistas na Califórnia, Estados Unidos, concluiu que o grupo examinado vivia mais que os demais habitantes da região.
Foco das atenções - Segundo acredita o pesquisador adventista, a sobrecarga no sistema público de saúde desperta cada vez mais o interesse de organizações governamentais e privadas em pesquisar grupos que estão mais próximos daquilo que a sociedade médica recomenda para uma melhor saúde, adotando hábitos efetivos na prevenção de doenças. Por isso, grupos como os adventistas tem se tornado foco das atenções.
"Um estudo como este pode gerar uma percepção positiva duradoura em relação à Igreja. Eu espero que essa compreensão do que a saúde representa para os adventistas gere uma influência positiva na vida das pessoas e a decisão de praticar um estilo de vida mais saudável", acredita Gomes.
Site da pesquisa - O Estudo ADVENTO conta com uma página oficial na internet que traz informações sobre seus objetivos e onde também são respondidas dúvidas dos internautas e esclarecidas questões alusivas aos métodos e procedimentos adotados para a coleta de dados, bem como em relação a quem pode fazer parte do grupo considerado.
De acordo com o médico, ainda estão sendo admitidos adventistas dos Estados de São Paulo e Espírito Santo para participarem do grupo que será analisado [Por Márcio Tonetti].

Sexo anal: pecaminoso e perigoso


A clássica definição bíblica de pecado é encontrada em 1 João 3:4: “Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o pecado é a transgressão da Lei.” E no livroConselhos Sobre o Regime Alimentar, Ellen White amplia o conceito ao escrever que “a transgressão da lei física é transgressão da lei de Deus. Nosso Criador é Jesus Cristo. Ele é o autor de nosso ser. Criou a estrutura humana. É o autor das leis físicas, assim como da lei moral. E peca contra Deus o ser humano que se descuida, que negligencia os hábitos e práticas relacionados com sua saúde e vida física. [...] Isso é evidente pelo dano causado a seus próprios corpos em violação das leis de seu ser” (p. 43).

No vídeo abaixo, Anete Guimarães (de cuja visão religiosa discordo, mas estou de acordo com seu ponto de vista sobre o sexo, conforme exposto no vídeo) deixa claro que o sexo anal (embora seja pervertida e insistentemente divulgado pela mídia como algo normal) é perigoso para a saúde dos que o praticam, chegando a ser fatal. As práticas sexuais depravadas dos habitantes de Sodoma acabaram originando o termo “sodomia”. A Bíblia claramente condena isso em várias passagens, como Levítico 18:22 e Romanos 1:27, por exemplo. Em adição ao fato de que é pecado tudo o que se faz contrariamente à vontade do Criador, está aí a ciência a demonstrar que o sexo anal é nocivo, sendo, portanto, realmente uma violação das leis físicas/biológicas, o que faz dele igualmente uma violação da lei moral.

As proibições bíblicas estão ali para nossa proteção, não para nos privar do prazer lícito. Deus criou nosso corpo e sabe melhor do que nós como ele funciona bem. Essa palestra adiciona mais alguns argumentos para se defender o único tipo de sexo verdadeiramente abençoado e seguro: aquele praticado no contexto do casamento heterossexual, monogâmico e vaginal. Aliás, ao assistir ao vídeo, note como há grandes evidências de design inteligente no que diz respeito ao ato sexual: a vagina foi perfeitamente criada para essa relação, ao passo que o ânus não tem nada a ver com isso.[MB]



Fonte: (Criacionismo)

Duas refeições: mais uma pesquisa confirma a Revelação

Quem tem problemas com a balança com certeza já ouviu falar que é preciso comer de três em três horas para manter o metabolismo acelerado, e, assim, contribuir para o emagrecimento. No entanto, segundo um estudo apresentado no último domingo (23) na reunião anual da ADA (Associação Americana de Diabetes), em Chicago (EUA), comer duas refeições maiores durante o dia é mais eficaz na perda de peso do que fracionar as refeições. A pesquisa, realizada em Praga, na República Checa, foi feita com 54 pacientes com diabetes tipo 2. Eles foram divididos em dois grupos: em um, as pessoas comiam apenas duas refeições diárias maiores, enquanto no outro, os participantes faziam seis refeições com porções menores.

Durante 12 semanas, os pacientes seguiram uma dieta com a mesma quantidade calórica e de macronutrientes para depois trocar o regime de alimentação, ou seja, quem comeu apenas duas refeições passou a comer seis vezes ao dia. “A dieta prescrita foi rica em fibras e com 500 calorias a menos, já visando ao emagrecimento”, explica Hana Kahleova, uma das cientistas que participou do estudo.

Além de um aumento na perda de peso durante a fase em que só comiam duas vezes ao dia, os pacientes também apresentaram aumento na sensibilidade à insulina e melhora na função das células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina.

Para seguir a dieta corretamente, os participantes receberam tutoriais para aprender a compor o cardápio e em quais horários se alimentar, além de reuniões em grupo e individuais com nutricionistas.

“O resultado do estudo mostra que os pacientes com diabetes tipo 2 devem seguir a máxima de tomar o café da manhã como um rei, almoçar como um príncipe e jantar como um mendigo”, finaliza Kahleova.

De acordo com o endocrinologista da Sociedade Brasileira de Diabetes Antonio Carlos Lerário, é preciso levar em consideração que o estudo foi realizado com poucos pacientes e com uma dieta hipocalórica, que não costuma ser usual para os pacientes diabéticos. “Normalmente a dieta recomendada varia entre 1.000 e 1.500 calorias. Um cardápio  com poucas calorias é mais eficiente para diabéticos ou não, porém mais difícil de ser seguido e requer disciplina e força de vontade do paciente, além de acompanhamento médico”, explica.

Lerário também acredita que é necessário repetir o estudo em outros países para verificar se os resultados encontrados são semelhantes. “Às vezes, quando o estudo é repetido com outra população, os resultados encontrados são diferentes”, justifica.

Ainda que o estudo contrarie a recomendação da maioria dos nutricionistas, Lerário pondera que o resultado da pesquisa deve ser respeitado: “Os pesquisadores usaram parâmetros objetivos, como peso e os níveis de insulina, não foi nada subjetivo. Além disso, o ADA é rigoroso na seleção dos estudos que são apresentados no congresso”, afirma.


Nota Michelson Borges: De quando em quando, a ciência confirma detalhes importantes revelados há muito tempo pelo Criador do corpo humano, deixando claro que não vale a pena seguir modismos nutricionais, médicos e comportamentais em detrimento daquilo que Deus mostrou por antecipação. Note o que escreveu Ellen White há mais de um século (detalhe: ela nunca estudou nutrição): “Em muitos casos, a fraqueza que leva a desejar alimento é sentida porque os órgãos digestivos foram muito sobrecarregados durante o dia. Depois de digerir uma refeição, os órgãos que se empenharam nesse trabalho precisam de repouso. Pelo menos cinco ou seis horas devem entremear as refeições; e a maior parte das pessoas que experimentarem esse plano verificará que duas refeições por dia são preferíveis a três” (A Ciência do Bom Viver, p. 304; grifo meu).

Quando me perguntam o que acho desse ou daquele procedimento (nutricional ou médico), como a acupuntura ou a homeopatia, por exemplo, respondo que prefiro ficar com as claras orientações que o Criador nos deixou por meio da Revelação. Ele nos ensinou oito remédios naturais, cuja sábia utilização confere saúde, e são eles: água, ar puro, luz solar, exercício físico, repouso, alimentação natural (de preferência vegetariana), abstinência do que é nocivo e confiança em Deus. Isso sempre funciona e se trata de fatores cujo funcionamento respeita as leis da fisiologia, portanto, são científicos, diferentemente de certas “terapias” que até podem funcionar, mas que geralmente são envolvidas numa aura de mistério.

Na matéria acima, a cientista Hana Kahleova diz que “o resultado do estudo mostra que os pacientes com diabetes tipo 2 devem seguir a máxima de tomar o café da manhã como um rei, almoçar como um príncipe e jantar como um mendigo”. Na verdade, é exatamente isso o que Ellen White ensina em seus livros, com a diferença de que ela diz que todas as pessoas (não apenas as diabéticas) deveriam adotar essa prática.

White ensina que o jantar deve ser leve e feito horas antes de dormir: “Na maioria dos casos duas refeições ao dia são preferíveis a três. O jantar, quando muito cedo, interfere com a digestão da refeição anterior. Sendo mais tarde, não é digerido antes da hora de deitar. Assim o estômago deixa de conseguir o devido repouso. O sono é perturbado, cansam-se o cérebro e os nervos, é prejudicado o apetite para a refeição matutina, o organismo todo não se restaura nem estará preparado para os deveres do dia” (Educação, p. 205).

De minha parte, prefiro continuar seguindo as recomendações do Criador do meu corpo. Elas são mais científicas - e são sempre seguras.[MB]

Vegetarianos vivem mais do que quem come carne?


Pesquisadores da Califórnia (EUA) analisaram as dietas de 73 mil frequentadores da Igreja Adventista do Sétimo Dia para o chamado Estudo da Saúde Adventista, e descobriram que aqueles que não consomem carne têm um risco de morte 12% menor em comparação aos outros.

“Certas dietas vegetarianas estão associadas a reduções em todas as causas da [morte], bem como algumas causas específicas, incluindo doença cardíaca, doença renal, mortes relacionadas ao sistema endócrino e morte relacionada a outras doenças, como diabetes”, disse o pesquisador Dr. Michael Orlich, especialista em medicina preventiva na Universidade de Loma Linda, em Loma Linda, Califórnia.

A grande questão que fica é por quê. Infelizmente, o estudo não foi desenhado para responder isso. Orlich observou: “Reduções de carne na dieta vegetariana podem ser parte da razão, mas também pode ser devido a maior quantidade de alimentos de origem vegetal”. Por fim, também é possível que os vegetarianos levem vidas mais saudáveis no geral.

Para o estudo, os pesquisadores usaram um questionário para avaliar os padrões alimentares e escolheram homens e mulheres que aderiram a uma das cinco dietas: não vegetarianos, semi-vegetarianos (comem carne ou peixe não mais do que uma vez por semana); pesco- vegetarianos (consome frutos do mar); ovo-lacto-vegetarianos (inclui produtos lácteos e ovos) e vegans, que não comem qualquer produto de origem animal.
Durante o tempo do estudo, que durou mais de cinco anos, 2.570 pessoas morreram. Os vegetarianos eram cerca de 12% do grupo com menor probabilidade de morrer de qualquer causa do que os consumidores de carne. E a vantagem de sobrevivência parecia ser mais forte nos homens do que nas mulheres.

Além disso, os pesquisadores notaram que os vegetarianos tendem a ser mais velhos (com uma expectativa de vida maior) e mais educados, a realizar mais atividade física e menos propensos a beber álcool ou fumar do que os carnívoros.
O estudo também não identificou qual o tipo de dieta vegetariana fornece o maior benefício de sobrevivência, porque foram comparadas apenas com dietas não vegetarianas, e não umas com as outras.
A equipe de pesquisadores agora planeja examinar os padrões de consumo de alimentos observados em cada dieta vegetariana. “Queremos ver o que eles comem mais ou menos, e, em seguida, investigar o efeito sobre a mortalidade ou associada a alimentos específicos, que representam a maior parte desta associação aparente. É a falta de carne a grande questão, ou é a quantidade de alimentos de origem vegetal a responsável?”, disse Orlich.

A nutricionista Nancy Copperman disse que a fibra em dietas vegetarianas pode ser o que está conduzindo a este traço de maior sobrevivência. “Não são apenas frutas e legumes, mas todos os tipos de fibras [incluindo grãos integrais] que parecem realmente reduzir os riscos à saúde”, disse ela. “O novo estudo empurra a literatura que estamos construindo sobre o impacto que os grãos integrais, frutas e vegetais pode ter sobre a saúde”.

Já Rebecca Solomon, nutricionista no Mount Sinai Medical Center, em Nova York (EUA), observou que as dietas à base de plantas podem ser benéficas apenas se forem feitas com atenção e dedicação. “Você precisa ter certeza de que tem um bom equilíbrio de nutrientes, apesar da omissão de alguns ou de todos os produtos de origem animal”, acrescentou.
O que ocorre, segundo ela, é que alguns vegetarianos podem exagerar nos carboidratos e gorduras, o que pode levar ao ganho de peso e problemas de saúde associados. “Meu conselho geral é que você não precisa ser um vegetariano para melhorar sua saúde e expectativa de vida. Comer proteínas magras, como aves e peixes, e seguir alguns dos princípios da dieta mediterrânea, que inclui quantidades generosas de legumes, frutas e cereais integrais, sem carne vermelha pode ser muito benéfico”, explica.

Para uma vegan obstinada como Stephanie Prather, 45, no entanto, a notícia pode vir sem nenhuma surpresa. Ela não come nenhum produto animal há mais de dois anos, e chegou a mudar de carreira no meio do caminho para se tornar um chef de pastelaria vegana. Não só ela se sentiu melhor, como perdeu cerca de 20 quilos desde que excluiu todos os produtos de origem animal de sua dieta.
A recente pesquisa segue um outro estudo britânico divulgado em janeiro, o qual mostrou que os vegetarianos tinham cerca de um terço menos risco de hospitalização ou morte por doença cardiovascular do que as pessoas que consumem carne regularmente.

O estudo incluiu 45 mil pessoas da Inglaterra e da Escócia, sendo um terço vegetarianos. Segundo os resultados, estes tinham uma chance 32% menor de serem hospitalizados ou morrerem de doença cardíaca. Eles também apresentavam menor pressão arterial e níveis de colesterol mais baixo do que os não vegetarianos.[WebMD]

Fonte: (hypescience)


Nota Gilberto Theiss: Eu, particularmente, antes de ser adventista, era dependente de médicos e remédios. Ao conhecer a mensagem de saúde orientada por esta igreja, e claro, extraída da Bíblia, iniciei um processo de renovação da vida. Até uma bombinha de inalação no nariz em que, segundo o médico, era dependente para o resto da vida, passei a abandonar quando fiz as reformas necessárias. A mensagem de saúde foi uma bênção para mim, e, hoje, não tenho nenhuma das três doenças que possuía antes da reforma realizada. O que os médicos e a ciência contemporânea não puderam fazer por mim, a mensagem de saúde, concedida pelo Criador, e claro, elaborada pelo Seu poder, foi o que fez toda a diferença.

Batons e brilhos labiais têm alto nível de metais pesados


Uma nova análise do conteúdo de batons e brilhos labiais (gloss) revelou níveis alarmantes de metais pesados e elementos cancerígenos. Pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Berkeley (EUA) analisaram 32 marcas de batom e brilho labial comumente encontrados em farmácias e lojas de departamentos. Eles detectaram chumbo, cádmio, cromo, alumínio e outros cinco metais, alguns dos quais em níveis preocupantes. Estudos anteriores já haviam relatado a presença de metais pesados em produtos cosméticos, mas os pesquisadores agora estimaram o risco de contaminação analisando a concentração dos metais detectados e a eventual ingestão diária desses elementos pelos consumidores, e compararam esses dados com a ingestão máxima recomendada.

“Apenas encontrar esses metais não é a questão, é o nível que importa”, disse Katharine Hammond, principal autora do estudo. “Alguns dos metais tóxicos estão presentes em níveis que podem ter um efeito a longo prazo.”

Batons e brilhos labiais estão entre os cosméticos com maior nível de preocupação porque, quando não estão deixando marcas nas roupas ou sendo repassados como marcas de beijo, eles são ingeridos ou absorvidos lentamente pela pessoa que os utiliza, afirmam os autores do estudo.

A utilização média desses cosméticos foi definida como a ingestão diária de 24 miligramas de maquiagem labial por dia. Mas mulheres que passam muito produto, reaplicando-o várias vezes por dia, podem cair na categoria de alto uso, com até 87 miligramas ingeridos por dia.

Mesmo usando doses diárias aceitáveis, o uso médio de alguns batons e brilhos labiais resulta em exposição excessiva ao cromo, uma substância cancerígena, relacionada, sobretudo a tumores de estômago. O uso elevado pode resultar em exposição excessiva ao alumínio, cádmio e manganês - a exposição a concentrações elevadas de manganês tem sido associada com toxicidade no sistema nervoso.

O chumbo foi detectado em 24 produtos, mas em uma concentração geralmente menor do que o nível de ingestão diária aceitável para um adulto. No entanto, os níveis de chumbo levantam preocupações em relação às crianças, que muitas vezes brincam com maquiagem - para crianças, nenhum nível de exposição ao chumbo é considerado seguro.

Para especialistas, nova gripe aviária é 'ameaça séria'

O surgimento de um novo tipo de gripe aviária na China representa uma ameaça séria à saúde humana, mas ainda é cedo para prever se a doença poderá se espalhar em escala global, afirmam especialistas ouvidos pela BBC.


Desde março, quando o vírus H7N9 foi identificado, 126 pessoas foram contaminadas. Entre elas, 24 morreram e outras dezenas estão internadas em estado crítico.

Pesquisadores dizem estar monitorando de perto o ritmo e a seriedade da epidemia, mas esclarecem que até agora não há evidências de que o H7N9 pode ser transmitido entre humanos, levando a uma possível pandemia.

Pesquisas recentes sugerem que, para que isto ocorra, é necessário que o vírus sofra entre quatro e cinco mutações, mudando de um organismo hospedado por aves para um que se espalhe facilmente pelo ar.

"Até agora as pessoas que foram contaminadas tiveram contato direto com aves, provavelmente frangos comprados em um mercado chinês", afirma a pesquisadora Wendy Barclay, do Imperial College London.

"Mas o que nos preocupa é saber que o vírus H7N9 já sofreu ao menos duas mutações, ficando mais perto de se tornar um vírus que pode se espalhar pelo contato humano", alerta Barclay.

O professor John McCauley, diretor de um centro de saúde que colabora com a Organização Mundial de Saúde (OMS), diz que a organização está levando a ameaça da nova gripe a sério.

Ele diz que entre os sintomas da doença estão pneumonia, envenenamento do sangue - caracterizado pela presença de bactérias na corrente sanguínea - e falência dos órgãos.

A última gripe aviária, causada pelo vírus H5N1, se espalhou rapidamente para humanos em 1997 e já matou mais de 300 pessoas.

Vírus inédito

O professor Jeremy Farrar, especialista em gripe aviária e diretor de uma das maiores fundações de pesquisa no mundo, a Wellcome Trust, disse que o H7N9 deve ser tratado com atenção.

"Se um vírus influenza pula de seu habitat natural (aves) para humanos, é razão para preocupação".

Em casos de gripe aviária, geralmente as pessoas mais velhas não contraem o vírus porque seu sistema imunológico criou mecanismos de defesa contra vírus semelhantes ao longo da vida.

No entanto, na epidemia mais recente, as idades das pessoas afetadas variam entre dois e 81 anos.

"Isso sugere que não há imunidade em nenhuma faixa etária e que, como humanos, nunca vimos este vírus antes", afirma o professor.

"A resposta tem de ser calma e calculada, mas ao mesmo tempo firme", diz Farrar.

Estudo publicado na revista médica britânica Lancet sugere que o vírus influenza H7N9 é uma mistura de pelo menos quatro vírus provenientes de patos e frangos.

Diferentemente da epidemia do H5N1, o novo vírus não é letal para as aves, o que torna mais difícil rastrear a extensão da epidemia.

Fonte: (Portal de Notícias UOL)

Nota Gilberto Theiss: Conselho de um velho amigo... "Bom é não comer carne [...]"  Apóstolo Paulo a quase 2 mil anos atrás. (Romanos 14:21).

Fantástico mostra falta de higiene em abatedouros e abate cruel dos gados


Os repórteres do Fantástico percorreram abatedouros pelo Brasil e comprovaram total falta de higiene e extrema crueldade no abate do gado em vários pontos do país [até que enfim uma grande emissora resolveu colocar o dedo na ferida]. Estimativas obtidas pelo Fantástico indicam que 30% da carne brasileira é produzida sem fiscalização [você acha, então, que vale a pena se expor aos riscos de comer carne?]. A reportagem de Fabio Castro e Monica Marques mostra uma ameaça à saúde pública, que merece a atenção das autoridades.

Animais mortos com marretas e até com uma espingarda. Restos de carnes espalhados entre cachorros e porcos. Funcionários fumando, sem camisas e cortando o gado com um machado. Assim funcionam os abatedouros que fornecem 30% da carne que vai pra mesa do brasileiro, segundo estimativas dos produtores. O Brasil tem um rebanho de 200 milhões de cabeças de gado. É o maior exportador de carne bovina do mundo. Essas cenas foram flagradas, com câmeras escondidas, em abatedouros municipais e estaduais legalizados. São parte de um trabalho realizado pela ONG Amigos da Terra, uma organização mundial que denuncia problemas ambientais. 

“Em estados que têm 50% do rebanho nacional, a gente estima que sejam aproximadamente dois terços dos empreendimentos operando irregularmente e gerando um terço da carne consumida dentro do Brasil”, declara Roberto Smeraldi, diretor da Amigos da Terra. Duzentos e oitenta abatedouros foram visitados em oito estados brasileiros. Nesses lugares, a higiene é o problema mais grave. [...]

Em Parapuã, outro problema comum nos abatedouros do país: animais são cortados no chão, onde a carne acaba sendo contaminada. “Nós baixamos um decreto municipal interditando o matadouro por 15 dias para que a gente possa buscar adequar ele às normas da Vigilância Sanitária”, diz Samir Pernomian, prefeito de Parapuã. No chão do matadouro há insetos mortos, poças de sangue secas e fezes de ratos. Um ex-funcionário do abatedouro mostrou ao Fantástico as irregularidades. [...] Alguns abatedouros atraem animais ainda maiores. Em Braúna, cachorros e gatos comem os restos dos abates. [...]

O Fantástico esteve em uma rua da cidade de Itajá, em Goiás, quase na divisa com Mato Grosso do Sul. E em um prédio funciona um abatedouro. Já chegou a ser fechado, mas voltou a funcionar através de uma liminar da Justiça. Os animais são mortos com marretas e cortados no chão. Ninguém usa luvas ou máscaras. Nossa equipe acompanhou a distribuição da carne, logo após o abate. O produto sai da indústria sem passar pelo resfriamento, que é obrigatório. Fica numa caixa sem refrigeração e é carregada numa espécie de tambor plástico, sem tampa. O veterinário contratado pela prefeitura para coordenar o processo de abate diz que a situação é provisória. “Deu um problema no nosso motor do resfriador da câmara fria”, diz o veterinário.

Outra prática comum nos matadouros pelo Brasil é o abate cruel. De novo em Jeriquara, flagramos cenas de barbárie. Um funcionário conduz o boi para a entrada do abatedouro. O animal para, se deita, e é chutado pelo homem. Como o boi não segue para o local de abate, o homem usa uma outra técnica. Ele morde o rabo. Pouco depois, outro homem se aproxima com uma espingarda e abate o boi com um tiro. Um procedimento obviamente irregular. [...]

[As] doenças podem ser graves. A principal delas é a cisticercose, que ataca o cérebro, provoca convulsões e distúrbio de comportamento. Teníase infecta os intestinos. Causa dores, náuseas e perda de peso. Listeriose causa febre, dores de cabeça e pode provocar abortos em grávidas. Toxoplasmose provoca problemas no fígado, pulmão e coração.
Tuberculose causa problemas nos pulmões. “De todas as tuberculoses humanas, 10% são por microbactéria Bovis, que é uma bactéria do boi. Então é fundamental que tenha realmente muita vigilância e cuidado com esse tipo de alimento”, alerta Leandro Teles, médico do Hospital das Clínicas, da USP. [...]


Nota 1: Vale a pena assistir à reportagem no site do Fantástico (cliqueaqui). 

Nota 2: Levando em conta toda a crueldade a que os animais são submetidos nos matadouros, chega a ser quase indecente a publicidade abaixo (alterada no Photoshop).