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GÊNERO NEUTRO: Escola proíbe bermudas e obriga meninos a usarem saías

A locomotiva politicamente correta segue a todo vapor. E a polêmica de hoje envolve a Chiltern Edge School, na Inglaterra, que proibiu os meninos de usarem bermudas mesmo no calor do verão. Saias, no entanto, são permitidas. Isso porque, conforme o jornal The Sun, sob a política de gênero neutro dessa instituição, são autorizadas somente calças ou saias. Que interessante! Para promover a igualdade dos gêneros são aceitas unicamente calças e saias. As bermudas, por sua vez, são proibidas. Mas vejamos a contradição que se apresenta: se é para o gênero ser neutro, o método deveria ser exatamente o contrário, afinal, não é raro ver mulheres usando calças e bermudas ao passo que, salvo a galerinha do bem descolada e o kilt escocês, os homens não costumam usar saias.

Conselho Regional de Medicina de SP se posiciona contra Ideologia de Gênero


A determinação sexual é dependente de fatores genéticos, epigenéticos e do desenvolvimento psicossexual precoce e que as variações do desenvolvimento sexual podem ocorrer em crianças e adolescentes e devem ser abordadas como tal, não devendo ser objeto de questões políticas, ideológicas ou de outra ordem. O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) realizou, no dia 19 de janeiro, no auditório de sua sede, a Plenária Temática sobre Desenvolvimento Psicossexual da Criança e do Adolescente. Compareceram ao evento o presidente do Conselho, Lavínio Nilton Camarim, a psicanalista e conselheira do Cremesp, Kátia Burle Guimarães, a professora do Departamento de Psiquiatria da FMUSP e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Carmita Abdo, os psiquiatras da Infância e Adolescência, Francisco Baptista Assumpção Junior e Regina Elisabeth Lordello Coimbra, o psiquiatra e professor de Bioética na FMUSP, Cláudio Cohen, e a endocrinologista pediátrica e membro da Câmara Técnica de Endocrinologia do Cremesp, Elaine Maria Frade Costa. Após o evento, o Cremesp divulgou uma nota a fim de manifestar suas considerações a respeito da saúde mental da criança e do adolescente, deixando claro que esse cuidado deve ser prioridade. Confira a seguir a nota na íntegra:

Ideologia de gênero: Estudo comprova o óbvio

Novo estudo reforça que preferência das crianças por brinquedos voltados ao seu sexo tem origem biológica. Analisando 16 estudos diferentes, uma equipe de pesquisadores percebeu que a preferência das crianças se mantém nos mais diversos contextos. Um estudo publicado em novembro de 2017 na revista científica Infant and Child Development indicou que a escolha de brinquedos por meninos e meninas parece depender não apenas de fatores socioculturais, mas também de forças inatas.

Pediatra mundialmente reconhecida explica como a ideologia de gênero está destruindo crianças e adolescentes

Apenas alguns anos atrás, muitos não poderiam ter imaginado um confronto tão intenso sobre o acesso de homens e mulheres transgêneros a banheiros do mesmo sexo na Carolina do Norte. Mas a ideologia de gênero não está apenas afetando nossas leis, está entrando na vida dos mais inocentes entre nós - crianças - e com o aparente apoio crescente da comunidade médica profissional. Como explicado em meu artigo revisado pelos colegas [pediatras] em 2016, "Disforia de Gênero em Crianças e Supressão do Debate", [em inglês] os profissionais que se atrevem a questionar essa linha de raciocínio não científica que apoia a terapia para transição de gênero, irão encontrar problemas em seus espaços de trabalho.

Ex transgênero fala sobre sua antiga militância

Contrariando a expectativa da grande mídia acerca do tema "transgêneros" e a concepção de imutabilidade da orientação sexual homossexual, a escritora do livro "Cansei de Ser Gay", Juliana Ferron, que também é palestrante e formada em Teologia, afirmou durante uma entrevista polêmicacom a Psicóloga Marisa Lobo, que parecia um "zumbi" e que "vegetava", se referindo à época de quando ainda militava em prol do movimento feminista e homossexual. A entrevista com Juliana Ferron aconteceu na última quarta feira (22), no programa da Psicóloga Marisa Lobo chamado "Lobo Entrevista", conforme noticiamos aqui.

Doutora e ex feminista Camila Paglia afirma que Transgênero é um sintoma de colapso cultural

No último domingo (13) o Brasil foi condicionado a ver uma reportagem do Fantástico sobre o tema transgêneros, onde a problemática envolvendo a identidade de gênero foi posta como algo de origem biológica e, portanto, de nascença. Um dia após a matéria tendenciosa, tratamos de refutar a afirmação do psiquiatra entrevistado, com o texto "A farsa do Fantástico sobre transgêneros - Uma mentira que você deve saber", que é imprescindível você ler para entender. Dessa vez, porém, na intenção de continuar contribuindo com o debate oferecendo outra perspectiva daquela posta como "verdade" pelo Fantástico, comentaremos a entrevista da Doutora Camille Paglia, no programa Roda Viva, em 2015,  quando na ocasião ela afirmou que o surgimento de transgêneros é um sintoma de colapso cultural, como segue: 

Número de crianças confusas cresce quase 500%

O número de crianças confusas com o gênero sexual na Escócia, enviadas para clínicas de "mudança de sexo", aumentou quase 500% em quatro anos. Em 2013, apenas 34 crianças foram enviadas para um atendimento especializado, de acordo com jornal The Times Scotland . Mas esse número tem se multiplicado quase todos os anos desde então, chegando ao total de 200 casos apenas no ano passado. Os grupos Pro-LGBT argumentam que o aumento desses números se deve ao aumento da conscientização na sociedade sobre tais questões. "Penso que em 2013, se você fosse um jovem em conflito com seu gênero, não saberia para onde se dirigir", disse James Morton, gerente da Scottish Trans Alliance. "E se eles fossem ver seu especialista, muitas vezes seu médico comum, não saberia para onde se dirigir. Mas nos últimos anos, as vias de referência se tornaram muito mais claras".

A farsa do Fantástico sobre transgêneros - Uma mentira que você deve saber

A reportagem do fantástico sobre transgêneros é absurdamente manipuladora! A explicação da versão única, do único (não por acaso) psiquiatra sobre o tema na primeira reportagem do último domingo (12) é um fiasco de informação. Não existe base biológica para explicação do "transgenderismo". Nenhum estudo foi capaz de comprovar o que foi dito como verdade pelo entrevistado. Sua afirmação é baseada unicamente em especulação teórica e na ideologia de gênero.

Em nome da ciência, médica contraria a ideologia de gênero


A Dra. Carla Dorgam disse em determinada parte de seu belíssimo discurso: "Não façam de nossa educação o experimento que falta à ideologia de gênero. Nossas escolas não são laboratórios, nossas crianças não são cobaias." Veja este outro posicionamento de um neurologista:

Colégio Positivo adota Ideologia de Gênero em seu material didático

         Tem sido cada vez mais pontual e ascendente a investida da contra-cultura, mais conhecida como cultura marxista. A mídia tem vendido o pacote através de seus programas, seriados, filmes, novelas e até mesmo seriados ou desenhos infantis. Embora a sociedade, em sua grande maioria, rejeite abertamente os conceitos de ideologia de gênero e das batalhas radicais feministas, a pressão da militância tem sido tão poderosa que grandes instituições, como o grupo POSITIVO, aderiram sem nenhum critério de avaliação ou consulta popular. Sob que base ou razão justificável estes enxertos ideológicos tem sido empurrados goela-abaixo? Onde estão as prerrogativas científicas e racionalmente embasadas para uma tão inconsequente mudança de interpretação de gênero? Chocante observar como o branco vira qualquer cor mesmo sem deixar de ser branco. Neste caso, ai de quem afirmar que o branco não é branco.

Associação Americana de Pediatras fulmina Ideologia de Gênero

Não à ideologia de gênero
A Associação Americana de Pediatras urge educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionem as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. Fatos, não ideologia, determinam a realidade.

1. A sexualidade humana é um traço biológico binário objetivo: "XY" e "XX" são marcadores genéticos de saúde, não de um distúrbio. A norma para o designhumano é ser concebido ou como macho ou como fêmea. A sexualidade humana é binária por design, com o óbvio propósito da reprodução e florescimento de nossa espécie. Esse princípio é auto-evidente. Os transtornos extremamente raros de diferenciação sexual (DDSs) — inclusive, mas não apenas, a feminização testicular e hiperplasia adrenal congênita — são todos desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são justamente reconhecidos como distúrbios do designhumano. Indivíduos com DDSs não constituem um terceiro sexo.

2. Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. Gênero (uma consciência e percepção de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, não um conceito biológico objetivo. Ninguém nasce com uma consciência de si mesmo como masculino ou feminino; essa consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilada por percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas da criança, desde a infância. Pessoas que se identificam como "se sentindo do sexo oposto" ou "em algum lugar entre os dois sexos" não compreendem um terceiro sexo. Elas permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas.

3. A crença de uma pessoa, que ele ou ela é algo que não é, trata-se, na melhor das hipóteses, de um sinal de pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, um problema psicológico objetivo existe, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de gênero (DG). Disforia de gênero, anteriormente chamada de transtorno de identidade de gênero (TIG), é um transtorno mental reconhecido pela mais recente edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V). As teorias psicodinâmicas e sociais de DG/TIG nunca foram refutadas.

4. A puberdade não é uma doença e hormônios que bloqueiam a puberdade podem ser perigosos. Reversíveis ou não, hormônios que bloqueiam a puberdade induzem a um estado doentio — a ausência de puberdade — e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança até então biologicamente saudável.

5. De acordo com o DSM-V, cerca de 98% de meninos e 88% de meninas confusas com o próprio gênero aceitam seu sexo biológico depois de passarem naturalmente pela puberdade.

6. Crianças que usam bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto vão requerer hormônios do outro sexo no fim da adolescência. Esses hormônios (testosterona e estrogênio) estão associados com riscos à saúde, inclusive, mas não apenas, aumento da pressão arterial, formação de coágulos sanguíneos, acidente vascular cerebral e câncer.

7. Taxas de suicídio são vinte vezes maiores entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem à cirurgia de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que está entre os países mais afirmativos em relação aos LGBQT. 
Que pessoa compassiva e razoável seria capaz de condenar jovens crianças a este destino, sabendo que após a puberdade cerca de 88% das meninas e 98% dos meninos vão acabar aceitando a realidade e atingindo um estado de saúde física e mental?

8. Condicionar crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil. Endossar discordância de gênero como normal através da rede pública de educação e de políticas legais irá confundir as crianças e os pais, levando mais crianças a serem apresentadas às "clínicas de gênero", onde lhes serão dados medicamentos bloqueadores da puberdade. Isso, por sua vez, praticamente garante que eles vão "escolher" uma vida inteira de hormônios cancerígenos e tóxicos do sexo oposto, além de levar em conta a possibilidade da mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo quando forem jovens adultos.

Michelle A. Cretella, M.D.
Presidente da Associação Americana de Pediatras

Quentin Van Meter, M.D.
Vice-Presidente da Associação Americana de Pediatras
Endocrinologista Pediátrico

Paul McHugh, M.D.
Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de distinguidos serviços prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital

Uma praga chamada “marxismo cultural”

O cristianismo bíblico é a resposta
Paula Marisa Carvalho de Oliveira nasceu em São Paulo, no dia 26 de junho de 1981. Tem graduação em Educação Física (licenciatura plena) e especialização em Supervisão Escolar e Orientação Educacional. Desde 2010 ela atua como professora na rede pública de ensino no Rio Grande do Sul. Paula também é colunista do blog Raciocínio Cristão e mantém um canal no YouTube, no qual fala sobre política, educação, cultura, religião e outros assuntos. Uma de suas bandeiras consiste em criticar o que se conhece por “marxismo cultural” e seus efeitos na sociedade. Recentemente, Paula se tornou adventista do sétimo dia, e nesta entrevista, concedida ao jornalista Michelson Borges, ela fala sobre essa mudança e sobre alguns dos assuntos que ela costuma comentar no canal.

Em seu canal no YouTube, você vem denunciando a filosofia conhecida como “marxismo cultural”. Poderia definir o que é isso?

Para compreender o que é o marxismo cultural, precisamos, primeiramente, compreender o que é o marxismo. Essa ideologia consiste basicamente na luta de classes, proletários versus burgueses. Para Marx, o sistema capitalista exercia opressão tão grande sobre a classe operária, que chegaríamos a um ponto em que os operários se uniriam para derrubar os proprietários dos bens de produção. Porém, a Primeira Guerra Mundial provocou uma grande crise teórica no marxismo, pois os trabalhadores, em vez de se unirem para derrubar os empregadores, se uniram a eles para lutar contra os trabalhadores dos outros países. Para os marxistas, era necessário descobrir quem havia “alienado” a classe trabalhadora, e a resposta encontrada foi a religião: “A religião é o ópio do povo” (Karl Marx).

Dessa crise surgiram movimentos que apontavam para um socialismo nacionalista, o nazismo e o fascismo, nos quais a luta de classes era travada por motivos étnicos. Talvez algumas pessoas considerem estranho comparar nazismo com comunismo, mas a verdade é que eles são da mesma família ideológica. Costumo fazer uma analogia com torcidas de times de futebol: corintianos e palmeirenses entram em desacordo por achar que seu time é melhor do que o do outro, porém, ambos são times de futebol. Da mesma forma, comunistas e nazistas entraram em guerra por achar que seu socialismo era melhor do que o do outro, porém, ambos são socialistas.

Outro movimento que surgiu foi o marxismo cultural. Essa vertente chegou à conclusão de que o grande impedimento para a implementação do marxismo foi a cultura cristã. Temos nesse campo a contribuição de Antonio Gramsci e da Escola de Frankfurt, que se dedicaram a encontrar maneiras de destruir (ou desconstruir, como eles costumam dizer) a civilização ocidental e tudo que a sustenta. Segundo eles, ao fazer isso, alcançaríamos uma sociedade mais justa. Foi então que a luta de classes se ampliou, podendo abranger diversos contextos, sempre com o objetivo de dividir a sociedade em classes que estão em oposição: homens x mulheres, heterossexuais x homossexuais, negros x brancos, etc. O objetivo principal é destruir completamente a família. Eles chamam de “desconstrução do patriarcado e da heteronormatividade”, pois sabem que essa é a única instituição capaz de resistir ao poder de um Estado totalitário.

Ninguém nasce homossexual, diz pesquisadora lésbica

Dra. Diamond: desfazendo mitos
Uma pesquisadora da American Psychological Association (APA) e ativista lésbica reconheceu que os homossexuais “não nascem gays”. A Dra. Lisa Diamond, coeditora-chefe do Manual da Sexualidade e Psicologia da APA e “um dos membros mais respeitados” da APA, argumenta que a orientação sexual é “volúvel” e não é imutável. Como psicóloga clínica, a Dra. Laura A. Haynes resume a fala da Dra. Diamond no Manual da APA, tanto em seu livro como em palestras no YouTube, dizendo que “a batalha para refutar a ideia de que você nasce gay e não pode mudar sua natureza” acabou, e incita os ativistas LGBT a pararem de promover esse mito. Ao contrário do típico pensamento de que os homossexuais “já nascem gays” com “identidade própria” e não podem mudar, a APA reconheceu oficialmente esse argumento da mudança de orientação sexual em 2011.

A Dra. Diamond resumiu os resultados relevantes em uma conferência na Universidade de Cornell em 2013, o que indica que uma investigação completa estabeleceu que a orientação sexual – incluindo atração, comportamento e identidade – é volúvel tanto para os adolescentes quanto para os adultos, e para ambos os sexos. Isso vai contra a legislação recente promovida por ativistas gays que passou em vários estados que proíbem a “terapia de reorientação sexual”, que visa a ajudar os pacientes na mudança por se sentirem atraídos pelo mesmo sexo.

A justificação acima mencionada de leis contra terapias de reorientação sexual é a de que qualquer um que experimenta a atração pelo mesmo sexo não só é gay, nascido assim, mas que a homossexualidade seria imutável e, em seguida, argumenta que “a terapia de reorientação sexual” não só é inútil, mas cruel. O argumento é: “Você não pode mudar o que você é.”

Além disso, muitos ativistas gays consideram orientação sexual “a questão dos direitos civis do nosso tempo”, e semelhante aos direitos de raça [etnia]. No entanto, a Dra. Diamond e a APA, refutam esse argumento.

O padre Johannes Jacobse, fundador do Instituto Ortodoxo Americano, chamou a “correção de curso” da Dra. Diamond de “virada surpreendente” da justificação frequente e repetida da causa gay. “O desejo da sexualidade é volúvel; desejo homossexual não é algo ‘profundamente enraizado’, como ‘você nasceu gay, não pode ser alterado’. Isso é um mito. Os sentimentos não ignoram volatibilidade (o comportamento é uma opção; não é preciso agir em cada sentimento – no caso sentimentos especialmente sexuais); o argumento ‘nascido assim’ é uma opinião política, não científica; orientação sexual está sujeita a alterações, entre outras coisas.”

“A ideia de que o que uma pessoa sente define quem é, que Deus a criou para ser assim, é falsa”, escreveu o padre Jacobse. “Se uma pessoa sente o desejo homossexual, isso não significa que foi criada homossexual. Se uma pessoa escolhe se envolver em comportamento homossexual, a decisão é feita livremente, mesmo que isso não seja o ideal”, resume Jacobse. “Se uma pessoa sente o desejo homossexual e quer mudar para a heterossexualidade mais regular, há provas abundantes de que tal mudança pode, de fato, ser possível.”

O comentarista Hieromonge Mark disse que essa revelação “tem implicações muito graves para ações políticas nos últimos anos. Basicamente, invalida qualquer abordagem para a ciência justificar a recente legislação nas áreas da sexualidade, como o reconhecimento do ‘casamento homossexual’, a imposição e o acesso aos banheiros com base em ‘autoidentificação’ ou sentimentos ‘sobre sexo’ e restrição da liberdade de escolha para opções terapêuticas, especialmente para as crianças, em áreas de atração pelo mesmo sexo, confusão sexual indesejada ou disforia.”

O padre Jacobse sustenta que a Dra. Diamond e a admissão da APA “deixa sem chão” os defensores da homossexualidade que argumentam que a homossexualidade se desenvolve em uma pessoa, da mesma forma que a heterossexualidade. O “nascer gay” nunca mais vai funcionar. “Em vez disso, a APA descobriu que o desejo sexual não é imutável; ele pode mudar nas pessoas e muitas vezes isso acontece”, disse Jacobse. “Então, o desejo sexual é baseado em algo mais do que a genética, e perguntas sobre quais são os limites adequados e necessários sobre a sexualidade humana. A lei natural, a moralidade e a religião são muito importantes na formação de nossas ideias sobre a realização pessoal e social.”

O padre Jacobse sustenta que a investigação da Dra. Diamond significa que os terapeutas podem ajudar àqueles que querem se livrar da atração não desejada pelo mesmo sexo. “Temos que prestar mais atenção à pessoa que pode sentir desejo homossexual e quer mudar”, disse Jacobse. “Anteriormente, os terapeutas foram dissuadidos de ajudar aos pacientes que tentam alterar uma orientação homossexual para uma heterossexualidade natural sob a rubrica da ideologia do ‘você nasce gay’. Os Estados Unidos mesmo participaram da proibição de ‘terapia reparativa’, entre outras abordagens em resposta ao ativismo homossexual.”

“A verdade é que as pessoas mudam o tempo todo, e terapeutas que têm uma predisposição ideológica em relação à homossexualidade devem ser excluídos do tratamento de pacientes que não o fazem, em vez de convencer o paciente de que a mudança é de alguma forma antinatural.”

(Coordinadora Nacional Pro Familia; tradução de Maurício Mancuzo) via (Ciacionismo)

Candidato ao STF defende a poligamia

Fachin com a esposa (só uma?)
A presidente Dilma Rousseff indicou o advogado e professor Luiz Edson Fachin para o Supremo Tribunal Federal. Sou dedicado. Quando a petista escolheu Roberto Barroso, por exemplo, decidi ler um livro escrito pelo homem: O Novo Direito Constitucional Brasileiro. Antes de ele ser aprovado pelo Senado, escrevi uma série de artigos a respeito do seu pensamento. Estão aqui. Previ problemas. Barroso integrou a nova maioria que absolveu a cúpula petista do crime de formação de quadrilha no julgamento dos embargos infringentes. Mais: ele é o autor intelectual da Ação Direta de Inconstitucionalidade que pretende proibir a doação de empresas a campanhas eleitorais, o que jogaria o sistema político na clandestinidade. Eu estava certo. Agora, decidi ler o pensamento do professor. É chocante.

Publiquei nesta segunda um post a respeito. Demonstrei que o doutor está empenhado em teses que simplesmente destoem qualquer noção comezinha de família, como essencialmente a conhecemos nos países ocidentais ao menos. É tal a quantidade de barbaridades que trazem a sua chancela que não conseguirei resumir tudo neste segundo post. Outros haverá a respeito.

Além de ser um teórico dos direitos da amante, o professor flerta abertamente com a poligamia. Sim, senhores! Vocês leram direito. O agora candidato ao Supremo prefaciou um livro que faz a apologia da poligamia, intitulado Da Monogamia – A sua superação como princípio estruturante da família, de Marcos Alves da Silva, ex-aluno do dito jurista.

Mera especulação acadêmica? Não mesmo! Quando nos damos conta das demais teses que Fachin patrocinou, é forçoso reconhecer que estamos diante de um inimigo declarado da família, segundo, ao menos, esta que conhecemos. Atenção! Eu nem me refiro à família dita tradicional Nem aquele conceito revisto e ampliado pelo STF por conta própria, sem participação do Congresso, serve ao doutor. Na concepção do candidato ao Supremo, essa história de núcleo familiar composto por homem e mulher, dois homens ou duas mulheres é coisa de mentes provincianas. Ele quer botar mais gente nessa cama. No prefácio que faz da obra, como vocês verão, ele vai além de elogiar a, digamos, coragem teórica de seu ex-pupilo.

O livro não deixa dúvida: prega a superação da monogamia. O prefaciador também não deixa dúvida quanto à adesão à tese, tanto é que intitula seu texto de “Seres sem jugo”. Qual? Ora, o da monogamia. Para o candidato a ministro, a tese deriva daquele grupo de pessoas “de mentes generosas e corajosas, preocupadas incessantemente com o que nos define como humanos [...]”. Parece que superar a monogamia, ou defender a sua superação, torna o indivíduo um humano superior. [...]

Fachin demonstra não ser do tipo tolerante com a divergência. Segundo escreve, seu ex-aluno, entusiasta da poligamia, se esforçou para “não se servir de fantasias que povoam as vestes jurídicas das relações familiares”. Em suma, os que discordam de autor e prefaciador são pessoas presas a meros formalismos sem substância. Ele vai ser ainda mais duro na desqualificação dos adversários intelectuais. Escreve: “O texto de Marcos Alves da Silva não compõe o coro crédulo e entusiástico da manualística rasteira que grassa pelo Direito de Família no Brasil e que mistura Sula Miranda com Shakespeare [...], essa gosma com verniz de epidérmico conhecimento que hoje, em muitos livros e não em poucos tribunais oscila entre o provinciano e o surreal [...].” Parece que o advogado considera “gosma” as escolhas morais que não coincidem com as suas. [...]

Houvesse alguma dúvida sobre a adesão de Fachin à tese, ela seria dirimida na parte final de seu prefácio. Leio ali: “...quiçá ser um verdadeiro ser humano, especialmente nas relações familiares, pode iluminar um ser sem jugo.” O que isso quer dizer, além de um estilo insuportavelmente cafona e do uso indevido do modo indicativo no lugar do subjuntivo (“quiçá possa”)? Resposta: nada! Afinal, é o verdadeiro ser humano que ilumina o ser sem jugo, ou é preciso não estar submetido a jugo para ser um “verdadeiro ser humano”? Quero ver Fachin responder quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha. Ou ainda: por que Tostines é mais fresquinho? De resto, um homem submetido a condições que não escolheu perde a sua condição humana? É esse o pensador que diz se opor à “gosma com verniz epidérmico”?

E o doutor conclui: “Apenas belo sonho? A liberdade da resposta não conforta a quem se acomoda no dogmatismo enclausurado nem sobressalta quem elimina a instância jurídica como instrumento de emancipação. Anima, porém, quem ainda combate a luta que não é mesmo vã e clama por justiça e vida digna. Acolhamos, pois, numa comunhão de boa leitura, as propostas que embalam significantes e significados no berço que desempacota os nós de alguns ninhos.”

Como se nota, para o “supremável”, o direito é, sim, um terreno de militância – “instrumento de emancipação”. E é esse militante que Dilma quer no Supremo, com a chancela do MST e da CUT. Mas esses estão virando males menores. O nome escolhido pela petista, está demonstrado, é inimigo da família segundo a entende a esmagadora maioria dos 200 milhões de brasileiros, dos quais ele pode ser ministro.

Fachin, a gente percebe, tem horror a Sula Miranda. Está na cara que se tem na conta de um Mozart das letras jurídicas. Decidi ler o que ele andou escrevendo sobre direito da família. Posso assegurar que nem mesmo um Pestana ele consegue ser, aquela triste personagem de Machado de Assis que queria compor música erudita, mas só conseguia produzir polcas.

Mas há uma diferença: Pestana era infeliz porque tinha noção de sua mediocridade. Fachin, pelo visto, é feliz.

Fiquem calmos, senhores senadores, o homem é capaz de muito mais. E eu ainda vou demonstrar isso.

Ah, sim: o advogado foi ao Senado no dia 15 pedir o apoio de Renan Calheiros. Levou sua mulher a tiracolo, a desembargadora Rosana Fachin. Estavam juntos. De mãozinhas dadas [foto acima]. Eu sou terrivelmente lógico, professor. Caso o senhor tivesse uma amante (não estou perguntando nem é da minha conta), o certo seria que ela estivesse enlaçada à sua outra mão? Afinal, o senhor defende que até a pensão a viúva oficial divida com a viúva paralela.

Não havia entendido a foto (de Ailton de Freitas/Agência O Globo). Depois que li as enormidades escritas pelo candidato ao Supremo, tudo ficou mais claro. Sem entrar na economia doméstica dos afetos, diria que lá vai menos um casal feliz do que um álibi.

Que os senadores se pronunciem!

(Reinaldo Azevedo, Veja.com) via (Criacionismo)

Nota 1(do amigo Marco Dourado): “Há tempos, quando a ideologia de gêneros apenas mostrava uma pontinha do focinho - hoje escancara os dentes e as garras -, dei uma de futurólogo do óbvio: ‘Porteira por onde passa um boi, passa uma boiada. Subvertidas as restrições de sexo (pois ‘gênero’ é uma iniquidade inventada por tarados gramscianos), virão, a seguir, flexibilização da cardinalidade e até do grau de parentesco - o casamento se tornará a institucionalização da suruba misturada com o incesto.’ Fui acusado de apelar à falácia do declive escorregadio por sedizentes ‘esclarecidos’ - aqueles que por deficiência (talvez preguiça) cognitiva ou submissão grupal querem obter créditos extras na Escolinha do Professor Frankfurt. Eis aí o monstro, agora sem a necessidade de se disfarçar.”

Nota 2 Michelson Borges: Quando você acha que chegamos ao fundo do poço, sempre dão um jeito de cavar mais um pouquinho... E agora com a possível anuência presidencial. [MB]

Aborto, prostituição e homossexualidade para crianças

Educação ou ditadura sexual?
Denúncia grave! A Organização Mundial de Saúde (OMS) criou um “guia” para ensinar e incentivar masturbação, sexo, aborto e homossexualidade para crianças de 0 a 9 anos, e aborto e prostituição para crianças de 12 a 15 anos. Não é segredo para o mundo que a Europa é o continente que além de ser o que mais incentiva aborto, possui a maior força tarefa gay. Além disso, há discussões sobre a pedofilia em 12 de seus países e agora a Europa acaba de lançar um guia de “educação” com 83 páginas para escolas e governos, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em conjunto com a agência do governo alemão para a Educação em Saúde. A igreja precisa se levantar, já que nosso país está sem identidade e é fortemente influenciado por essa cultura relativista sexual da Europa. Tenho denunciado isso em minha coluna, leiam os artigos sobre essa ditadura ideológica de gênero. Algumas pessoa acham que somos obsessivos. Gostaria que quem pensa dessa forma leia o conteúdo que descreverei aqui, do manual para desconstruir a fé, a moral e a dignidade de seu filho.

Peço aos profissionais do Brasil que se levantem, independentemente da religião, e que se revoltem contra esse absurdo, pois Organização Mundial da Saúde está militando politicamente na ideologia de gênero e está deturpando a ciência para induzir convicções  ateístas e de orientação homossexual.

O documento começou a ser enviado para os Ministérios da Educação e Saúde na Europa e é, indiscutivelmente,  um compêndio de corrupção de menores inspirado nos dogmas da ideologia de gênero.

Abaixo, cito  alguns exemplos das aberrações e absurdos  que o guia recomenda transmitir às crianças com idades de 0 a 16 anos. Uma mistura de pedofilia, sexualização precoce, indução de convicções homossexuais, apologia ao aborto... enfim, leiam e se revoltem, porque é a pior coisa que já vi. Realmente estamos em guerra com os ateus, [os que] que odeiam princípios e estão destruindo a humanidade. Essas ações mostram que estamos realmente no princípio do fim.

Seguem as recomendações do guia para ensinar sexo, promiscuidade, prostituição e aborto às nossas crianças:

0 a 4 anos – prescrevem aprendizagem  do “gozo”, orgasmo  e prazer quando tocamos o próprio corpo: “a masturbação da primeira infância”.
0 a 4 anos – a idade é ideal para “a descoberta do corpo e dos órgãos genitais”.
4 anos – a OMS diz que nossos filhos são capazes de “necessidades expressas, desejos e limites, por exemplo, no contexto de brincar de médico”.
4 a 6 anos – as crianças precisam saber que a história da cegonha é um mito.
4 a 6 anos – ótima idade, segundo a Organização Mundial de Saúde, para “falar sobre assuntos sexuais”, explorar “relações do mesmo sexo” e “consolidar a identidade de gênero”.
6 a 9 anos – os especialistas da OMS dizem que nossos filhos estão preparados para aprender e defender os “direitos sexuais das crianças”.
9 a 12 e até os 15 anos – devem conhecer o incômodo da maternidade inesperada. Parafraseando: “O impacto da maternidade e da gravidez entre adolescentes; ou seja, planejamento familiar, planejamento de vida/estudos, a contracepção, a tomada de decisão e os cuidados no caso de gravidez indesejada.” O que eles afirmam, sem rodeios, é que antes de 15 anos nossos filhos estão prontos para estar cientes sobre a indústria do aborto.
9 a 15 anos – momento bom para receber informações sobre métodos contraceptivos e como fazer um aborto.
9 a 15 – idade-chave, de acordo com a OMS, para ensinar que a religião cristã é um obstáculo ao prazer e ao gozo físico. “A influência da idade, sexo, religião e cultura” na educação afetivo-sexual.
Aos 15 anos é hora de “abrir-se para outros (admitir a homossexualidade, bissexualidade e outras opções)”.
15 anos é também a idade de saber, além disso, sobre “sexo comercial (prostituição e o sexo em troca de pequenos presentes, refeições ou pequenas quantidades de dinheiro), pornografia e vício em sexo”.

Além dos conteúdos específicos, o guia de sexo para os padrões de educação na Europa, desenvolvido pela OMS, ainda tem seus princípios:

O princípio de que os pais são uma “fonte informal” da educação, em relação ao Estado como “fonte formal”.
O princípio de que a educação emocional e sexual das crianças deve ser planejada com “sensibilidade de gênero”. Ou seja: a natureza, os fatos, os dados, a responsabilidade dos pais... Enfim, tudo deve se submeter aos dogmas da “sensibilidade de gênero”.
O princípio de que a educação afetivo-sexual “começa no nascimento”.
O princípio de que a educação afetivo-sexual “deve ter uma abordagem holística”.
O princípio de que a educação afetivo-sexual serve ao “indivíduo e ao fortalecimento da comunidade”.
O guia tem 83 páginas e as palavras “amor” e “responsabilidade” não são citadas ou, quando o fazem, seu peso e significado são completamente irrelevantes. Em vez disso, o guia fala constantemente de “prazer”,  “sexo”, “gozo”, “bem-estar pessoal”, “instintos” e aborto.

A Organização Mundial de Saúde é uma agência das Nações Unidas. Com a orientação presente nas Normas de Educação Sexual na Europa, a agência tenta definir princípios e conteúdos básicos que os Estados devem desenvolver para educar sobre carinho e sexo as crianças europeias, de acordo com os preconceitos e preceitos da ideologia de gênero. É um documento de enorme influência, dirigido aos ministros da Saúde e da Educação na Europa.

Europeus estão fazendo um abaixo assinado requerendo à diretora do Organismo Europeu da Organização Mundial da Saúde, a senhora Zsuzsanna Jakab, a imediata retirada do guia. Vamos ajudar entrando no abaixo assinado, ou essa aberração virá para o Brasil. (Link do abaixo assinado.)

Leia o manual completo (aqui). 

Que Deus salve nossas crianças e que cada um de nós, profissionais e pessoas de bem, estejamos unidos contra essa aberração. Além de orar, precisamos nos mobilizar.

(Marisa Lobo, psicóloga e cristã; Gospel Mais) Via (Criacionismo)