A
partir da análise de fósseis de animais e plantas, pesquisadores têm encontrado
evidências que se harmonizam com a Bíblia. Há décadas, o avanço dos
instrumentos de análise e datação tem colaborado para que pesquisadores
compreendam detalhes sobre a própria história da Terra. E parte desse conteúdo
é encontrados em fósseis, que preservam informações e ajudam a ampliar o
entendimento sobre as formas de vida que habitaram o planeta nos últimos
milênios. Uma das áreas que tem contribuído com respostas sobre o tema é a
paleontologia, que analisa animais e plantas preservados nas rochas.
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As pedras falam
Embora o propósito da arqueologia não
seja despertar a fé, ela pode reforçar a veracidade da Bíblia e enfraquecer os
argumentos do ceticismo. Talvez você não esteja familiarizado com
nomes como William Flinders Petrie, Howard Carter, Leonard Woolley, Kathleen
Kenyon e William Foxwell Albright, mas certamente já ouviu falar de Indiana
Jones, com suas eletrizantes aventuras em busca de objetos e tesouros exóticos.
Isso significa que seu conceito de arqueologia talvez precise de um ajuste.
Embora o famoso personagem da saga de Hollywood tenha popularizado uma visão
romantizada do labor do arqueólogo, a realidade tem menos glamour e mais
trabalho duro do que mostram as telas.
Brasileiro faz descoberta incrível em osso de dinossauro
Clique aqui para assistir à reportagem.
A grande pergunta que os evolucionistas evitam é: Como explicar o fato de que cada vez mais amostras fósseis revelam a presença de colágeno e outras estruturas frágeis, incapazes de se manter intactas por tantos milhões de anos?
(Criacionismo)
Dinossauros eram herbívoros
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| Revisão de conceitos |
E o que dizer sobre as unhas e os dentes afiados dos dinossauros? Esse argumento tem sido utilizado para inferir que eles eram carnívoros. Mas a simples presença de dentes afiados não mostra a forma como um dinossauro se comportava ou o tipo de alimento que comia. Hoje, muitos animais têm dentes afiados e são basicamente vegetarianos. O panda gigante tem dentes afiados como um carnívoro, mas come somente bambu. Espécies diferentes de morcegos comem fruta, néctar, insetos, pequenos animais e sangue, mas seus dentes não indicam claramente o que comem.
O Dr. Henry Morris afirma: “Se características como unhas e dentes afiados faziam parte do aspecto original, ou eram recessivas e só se tornaram dominantes mais tarde devido a processos de seleção, ou surgiram através de mutações depois da Maldição, ou o que for exatamente, precisam de mais investigação.”[1: p. 78]
Depois do Dilúvio (há cerca de 4.500 anos), os sobreviventes dentre os animais terrestres, incluindo possivelmente alguns dinossauros, saíram da arca e viveram na Terra, juntamente com as pessoas. Por causa do dilúvio, o ecossistema da Terra mudou bastante. Mudanças climáticas pós-diluvianas, escassez de alimento, doenças [mutações genéticas rápidas em uma mesma geração devido à ação de transpósons] e a ação do homem (caça aos dinossauros) os levaram à extinção. Note que, depois do dilúvio, Deus disse a Noé que a partir dali os animais o temeriam e o homem poderia comer da sua carne (Gênesis 9:1-7).
Sendo assim, seres humanos e dinossauros viveram juntos! É claro que a maior parte dos dinossauros era herbívora e a ciência já comprovou isso (veja isto e isto). Porém, devido à presença do pecado e à escassez de alimentos após o dilúvio, possivelmente alguns deles tenham se tornado carnívoros.
Em 1994, ao estudar fósseis de fezes de dinossauro, os cientistas foram capazes de determinar a dieta de alguns deles.[2] Em 2011, um estudo norte-americano analisou 90 espécies de dinossauros e afirmou que a maior parte deles era vegetariana (assim como sugere uma análise bíblica).[3] Em 2015, os cientistas descobriram o primeiro terópode herbívoro, como o Tyrannosaurus rex e o Santanaraptor. A partir daí, a comunidade científica teve que reavaliar uma de suas premissas básicas: a de que dinossauros como oT-rex não tinham animais em seu cardápio, mas sim plantas.
Essas pesquisas contrariam a imagem que Hollywood mostra ao mundo acerca dos terópodes, dinossauros supostamente carnívoros por essência, e que causam terror ao rasgar a carne de suas presas com suas poderosas mandíbulas. Anualmente, milhões são gastos em pesquisas especulativas e que não levam a lugar algum. Muito dinheiro e tempo seriam economizados se os cientistas simplesmente folheassem um livro milenar chamado Bíblia à procura da verdade sobre a história das origens.
(Everton Fernando Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM; seu e-book pode ser lido aqui) via (Criacionismo)
Referências:
[1] Morris JD. The Young Earth. Green Forest, AR: Master Books, 1994.
[2] Lucas SG. Dinosaurs: The Textbook. Dubuque, IA: Wm C. Brown Publishers, 1994, p. 194-196.
[3] Zanno LE, Makovicky PJ. “Herbivorous ecomorphology and specialization patterns in theropod dinosaur evolution.” Proc Natl Acad Sci U S A. 2011; 108(1): 232-237.http://www.pnas.org/content/108/1/232
[4] Novas FE, Salgado L, Suárez M, Agnolín FL, Ezcurra MD, Chimento NR, de la Cruz R, Isasi MP, Vargas AO, Rubilar-Rogers D. “An enigmatic plant-eating theropod from the Late Jurassic period of Chile.” Nature. 2015; 522(7556):331-4.
http://www.nature.com/nature/journal/v522/n7556/full/nature14307.html
http://www.nature.com/nature/journal/v522/n7556/full/nature14307.html
Animais gigantes fossilizados há 5 mil anos
Dinossauros e humanos conviveram após o dilúvio?
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| Entraram na arca? |
Alguns criacionistas acreditam que os dinossauros foram extintos no dilúvio devido ao fato de a maioria dos fósseis serem encontrados na coluna geológica até o período evolutivo Cretáceo-Terciário (correspondente ao período bíblico diluviano). Mas as evidências apontam para a sobrevivência dos dinos após o dilúvio, como afirma Gênesis 6:19 e 20. Nesse texto, vemos que “todas as espécies” entraram na arca. Possivelmente, alguns dinossauros de pequeno porte e/ou filhotes tenham entrado e permaneceram em estado de hibernação. Os capítulos 40 e 41 do livro de Jó descrevem os monstros beemote e leviatã, respectivamente. Algumas traduções atuais da Bíblia deram a eles os nomes de hipopótamo e crocodilo, mas uma análise mais aprofundada revela que os detalhes contidos nas descrições do livro de Jó fazem menção, sem dúvida alguma, aos dinossauros. Isso quer dizer que Jó conviveu com esses animais, cuja maioria era herbívora.
Alguns criacionistas também argumentam que esses capítulos apresentariam uma linguagem poética, portanto, não condizente com características realísticas. Não vou me ater aos fatos, pois não é o objetivo desse texto, mas há um grande perigo teológico em considerar essas descrições como totalmente poéticas, sem base histórica. Para quem quiser saber mais sobre o tema, há uma infinidade de materiais disponíveis na literatura especializada. Mas adianto que, entre todas as descrições magníficas e detalhistas da fisionomia e do comportamento desses animais dadas por Deus a Jó, e que de modo algum diriam respeito a tão singelos animais como o hipopótamo e o crocodilo, uma delas que me chama a atenção é a seguinte: “obra-prima de Deus” (Jó 40:19), a qual sugere que aquele era o maior animal que Deus havia feito.
Na Bíblia, há ainda outra referência importante no período pós-diluviano de uma serpente voadora: as “áspides voadoras” (Isaías 30:6). Isso poderia estar se referindo a um dos pterodáctilos, que são populares como dinossauros voadores, tais como o pteranodonte, o ramforinco ou ornitocheiro.[1] Esse verso menciona, inclusive, vários outros animais conhecidos, tais como leões, víboras, burros, etc. Aparentemente, as serpentes voadoras eram animais tais como os outros, existentes naquela região do mundo e durante aquele tempo. Possivelmente, daí derivaram as lendas de dragões presentes em muitas culturas.
Mas como um amante da ciência e um pesquisador curioso, vou apresentar algumas evidências científicas que jogam por terra a ideia de que todos os dinossauros foram extintos há 65 milhões de anos pelo impacto de um cometa em um evento chamado extinção Cretáceo-Terciário (KT), ou seja, período este condizente com o dilúvio bíblico. Em 2009, um estudo sugeriu que alguns dinossauros não aviários sobreviveram até o Paleoceno e, portanto, a extinção dos dinossauros teria sido gradual.[2] Muitos céticos argumentaram que os fósseis analisados pudessem ter sido reformulados geologicamente, isto é, lavados e arrastados por córregos e rios para fora de seus locais originais e, em seguida, reenterrados em sedimentos muito posteriores.
Em 2012, outro estudo usou um novo método de datação para analisar diretamente uma amostra de osso (não a rocha onde ele foi encontrado) de um dinossauro saurópode (Alamosaurus sanjuanensis) e determinou que esse osso tem 64,8 ± 0,9 milhão de anos, portanto, 700 mil anos mais jovem do que qualquer outro osso de dinossauro conhecido (relativo ao Paleoceno, primeira época do Paleogeno).[3] A fim de evitar novas alegações de reformulação geológica, os autores confirmaram que as áreas de amostragem dos ossos analisados representaram sistemas geoquímicos fechados a partir do momento da sua mineralização original até o presente.
Ademais, a teoria da extinção dos dinossauros devido ao impacto de um asteroide com a Terra tem sido contestada por cientistas evolucionistas. Em 2009, um estudo sugeriu que o impacto do asteroide (Península de Yucatan) não teve o efeito dramático na diversidade de espécies, como se pensava.[4] Durante escavações na cratera de Chicxulub, na região de El Penon, México, o grupo encontrou registros de 52 espécies em sedimentos abaixo da camada do período do impacto (fronteira KT) e as mesmas 52 em sedimentos acima, ou mais recentes. Segundos os cientistas, “não encontramos sinal de uma única espécie que foi extinta como resultado do impacto de Chicxulub”.
Existem outros artigos publicados que também relatam achados de dinossauros que sobreviveram ao suposto período da extinção KT (ou período exato do dilúvio bíblico universal), no entanto, decidi apresentar apenas as principais evidências científicas. Como vemos, mais uma vez a ciência tem confirmado as narrativas bíblicas pós-diluvianas da sobrevivência de dinossauros, tais como apresentadas em Jó 40:15-24, Jó 41:1-34, Salmo 74:13, Isaías 27:1 e Malaquias 1:3.
(Everton Fernando Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM; seu e-book pode ser lido aqui) via (Criacionismo)
Referências:
[1] Wellnhofer P, Sibbick J. Pterosaurs: The Illustrated Encyclopedia of Prehistoric Flying Reptiles. New York: Barnes and Noble Books, 1996.
[2] Fassett JE. “New geochronologic and stratigraphic evidence confirms the Paleocene age of the dinosaur-bearing Ojo Alamo Sandstone and Animas Formation in the San Juan Basin, New Mexico and Colorado.” Palaeontologia Electronica 2009; 12(1):3A:146p. Disponível em: http://palaeo-electronica.org/2009_1/149/149.pdf
[3] Fassett JE, Heaman LM, Simonetti A. “Direct U-Pb dating of Cretaceous and Paleocene dinosaur bones, San Juan Basin, New Mexico.” Geology. 2012; 40(4):e260-e261. Disponível em: http://geology.gsapubs.org/content/40/4/e260.full
[4] Keller G, Adatte T, Juez AP, Lopez-Oliva JG. “New evidence concerning the age and biotic effects of the Chicxulub impact in NE Mexico.” Journal of the Geological Society2009; 166(3):393-411.
A serpente do Éden tinha patas (e a ciência confirma)
| Imagens e matéria blog Criacionismo |
A teoria da evolução explica que as cobras evoluíram dos lagartos. Ao longo de milhões de anos, elas teriam perdido as patas porque estas começaram a crescer de forma mais lenta ou por um período de tempo mais curto.[1] Segundo os evolucionistas, ambos, cobras e lagartos, caminhavam em terra e nadavam no oceano (origem marinha).
As patas teriam se tornado cada vez menos úteis à medida que a cobra ia evoluindo. Para fazer essa afirmação, pesquisadores analisaram o fóssil de uma cobra designada Eupodophis descouensi.[1] Esse réptil pré-histórico teria vivido durante o período Cretáceo (correspondente ao período bíblico diluviano), no lugar que hoje é conhecido como Líbano.
Mas ainda não há consenso. Muitas questões ainda deixam os pesquisadores confusos: Por que as cobras atuais não têm patas? Em que fase da evolução elas teriam perdido os membros? Alguns pesquisadores afirmaram que as cobras nunca perderam seus membros. Ao invés disso, teriam sido os mamíferos e as aves que ganharam os membros de forma independente.[2]
Em 2015, a descoberta do primeiro fóssil de uma cobra com quatro patas (origem terrestre) já encontrada está forçando os cientistas a repensar a forma como as cobras teriam evoluído de lagartos.[3] O fóssil de Tetrapodophis amplectus, nome científico da cobra, foi encontrado décadas atrás no Nordeste do Brasil, mas demorou bastante tempo até que os cientistas descobrissem as patas – até porque o material estava em uma coleção particular. O fóssil foi datado da época do Cretáceo inferior (aptiano), de supostos 113-125 milhões de anos atrás (correspondente ao período bíblico diluviano).
Embora os pesquisadores já o estejam considerando um elo de transição entre cobras e lagartos, existe outra hipótese que sequer foi levantada. A Bíblia menciona que no Jardim do Éden havia uma cobra com origem terrestre que possuía patas (ou asas) e esta persuadiu Eva a comer do fruto proibido. Diante do que a cobra (na verdade um médium utilizado pelo anjo caído) havia feito, Deus a amaldiçoou, conforme mencionado em Gênesis 3:14: “Por causa do que você fez você será castigada. Entre todos os animais só você receberá esta maldição: de hoje em diante você vai andar se arrastando pelo chão e vai comer o pó da terra.”
A Bíblia não fornece detalhes sobre a quantidade de espécies de cobras que tinham patas nem o tempo que levou para que elas perdessem as patas e passassem a rastejar. Todavia, os achados podem, sim, estar relacionados à descoberta de espécies primitivas de cobras que possuíam patas e que perfaziam a fauna original da criação.
(Everton Fernando Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM; seu e-book pode ser lido aqui) via (Criacionismo)
Referências:
[1] Houssaye A, Xu F, Helfen L, Buffrénil V, Baumbach T, Tafforeau P. “Three-dimensional pelvis and limb anatomy of the Cenomanian hind-limbed snakeEupodophis descouensi (Squamata, Ophidia) revealed by synchrotron-radiation computed laminography.” Journal of Vertebrate Paleontology 2011; 31(1):2-7.
[2] Head JJ, Polly PD. “Evolution of the snake body form reveals homoplasy in amniote Hox gene function.” Nature. 2015; 520(7545):86-9.
[3] Martill DM, Tischlinger H, Longrich NR. “A four-legged snake from the Early Cretaceous of Gondwana”. Science. 2015; 349(6246):416-9.
Evidências históricas da coexistência entre humanos e dinossauros
Por Kolbe Center
Deus, pois, fez os animais selvagens […] e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. […] Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou […] E foi a tarde e a manhã, o dia sexto. Génesis 1:25-31
Será que dinosssauros e humanos alguma vez chegaram a viver contemporaneamente? Certamente que sim. O Livro de Génesis deixa bem claro que todo o tipo de animais terrestres foi criado no mesmo dia que o ser humano, e logo, as pessoas e os dinossauros devem ter caminhado na Terra ao mesmo tempo pelo menos durante algum período da história. Este artigo vai analisar as evidências históricas em favor deste facto, começando com uma muito controversa descrição dum animal num dos Livros mais antigos da Bíblia.
Contempla Agora o Beemonte.
No Livro de Jó 40:15, escrito há vários milhares de anos atrás, Deus instrui a Jó, “Contempla agora o Beemonte”, e depois explica que este animal:
– Come erva como um boi
– Move a sua cauda como cedro
– Tem pernas como barras de ferro.
– Alimenta-se onde os animais brincam
– Encontra sombra nos pântanos
– Não se assusta quando o Rio Jordão transborda na direcção da sua boca
– Não pode ter o seu nariz perfurado com um laço
– Não pode ser levado quando ele está atento, e
– É a obra-prima dos caminhos de Deus
– Move a sua cauda como cedro
– Tem pernas como barras de ferro.
– Alimenta-se onde os animais brincam
– Encontra sombra nos pântanos
– Não se assusta quando o Rio Jordão transborda na direcção da sua boca
– Não pode ter o seu nariz perfurado com um laço
– Não pode ser levado quando ele está atento, e
– É a obra-prima dos caminhos de Deus
Esta descrição do Beemonte é suficientemente detalhada para que se possa confiadamente identificar este animal como um dinossauro saurópode, especificamente, um titanossauro. Consistente com a descrição do Beemonte, os titanossauros
– Comiam erva (1)
– Tinham enormes caudas afiladas comparáveis a uma árvore de cedro.
– Nas pernas tinham ossos incomumente sólidos (2)
– Tinham um estilo de vida anfíbio (3) e
– Foram os maiores animais que alguma vez andaram na Terra.
– Tinham enormes caudas afiladas comparáveis a uma árvore de cedro.
– Nas pernas tinham ossos incomumente sólidos (2)
– Tinham um estilo de vida anfíbio (3) e
– Foram os maiores animais que alguma vez andaram na Terra.
Com um comprimento estimativativo para os maiores espécimes que varia entre os 30 aos 60 metros (4), os titanossauros realmente era a obra-prima da criação de Deus!
Explicações alternativas para o Beemonte proliferam, mas as três mais populares sãohipopótamo, elefante ou pura ficção. Dizer que o Beemonte é um elefante ou um hipopótamo não é plausível por diversos motivos. Nem o hipopótamo nem os elefantes têm uma cauda que inspira uma comparação com um cedro, que é uma árvore imensamente alta que é usada repetidamente na Bíblia para passar a imagem de algo majestoso.
Nem o hipopótamo nem os elefantes são imunes a serem caçados, tal como a passagem em Jó claramente implica; os hipopótamos eram frequentemente caçados em África ao serem atingidos por uma enorme quantidade de arpões, e os elefantes ainda são escalfados devido ao seu marfim. E se o animal é um elefante, então porque usar a palavra “Beemonte” quando se poderia usar a palavra “elefante”, tal como é feito no Livro dos Macabeus?
Por fim, nem o elefante nem o hipopótamo podem ser identificados como a obra-prima da criação Divina, levando em conta que os dinossauros excediam vastamente estes animais tanto em força como em tamanho. Mesmo que o termo “obra-prima” seja interpretada como ordem da criação, Génesis descreve as criaturas marinhas como havendo sido criadas antes dos animais terrestres, e é nesta ultima categoria que se encontram os hipopótamos e os elefantes. Os hipopótamos têm, de facto, um estilo de vida aquático, mas eles dificilmente podem ser considerados “criaturas marinhas”.
A noção de que Beemonte é uma criatura de ficção é tão absurda que nem merece algum tipo de refutação. A descrição do Beemonte vem depois de terem sido descritos animais bem familiares, tais como cabras, bois, avestruzes, e cavalos. Para Deus ter abruptamente parado de falar da realidade para começar a descrever uma ficção não faria qualquer sentido dentro do contexto do Texto, onde Deus está a falar de animais que Ele criou como exemplos do Seu Poder.
Afirmar que o Beemonte é erradamente descrito como uma criatura real apenas como forma de deixar Jó impressionado nada mais seria que atribuir a Deus uma mentira oficiosa, algo condenado pelo Papa Pio X “PASCENDI DOMINICI GREGIS”. Deus diz também a Jó que contemple o Beemonte, algo que ele não poderia fazer se o Beemonte não existisse.
E finalmente, e como forma de apagar qualquer dúvida sobre a actualidade do Beemonte, Deus diz que Ele criou o Beemonte juntamente com ele.
Esta gravura de bronze foi feita há mais de 500 anos atrás e ela decora o túmulo do Bispo Bell que se encontra em Inglaterra. Os dois animais descritos são inequivocamente saurópodes, mas muito provavelmente eram conhecidos pelos locais como dragões. O animal da esquerda tem uma cauda que termina num “taco” com espigões, tal como o saurópode Shunossauro. É fascinante considerar que estes dinossauros muito provavelmente vagueavam as encostas da Inglaterra Medieval.
À primeira vista pode parecer que o animal da direita tem orelhas, mas isso é na verdade uma ilusão. A “orelha” de baixo faz parte das costas do animal, e a “orelha” de cima é uma imperfeição.
Foram avançadas tentativas de refutação da interpretação de que isto são dinossauros, mas todas elas têm um fundamento frágil. Foi alegado que o animal da esquerda é um leão, e como forma de solidificar esta posição, os cépticos da interpretação de que isto são dinossauros apontam para a aparente morfologia felina; no entanto, os saurópodes tais como os Riojassauros são frequentemente caracterizados com uma estrutura corporal similar.
Mais importante ainda, os leões não têm pescoços serpentinos, que ambos os animais têm (apesar do desgaste pelo qual a gravura tem passado durante os últimos séculos). E se olharmos com atenção, pode-se ver a cabeça reptilínea do animal da esquerda. O olho aparente e a boca aparente na parte final da cauda podem ser imperfeições.
Outra possibilidade é que a suposta boca é na verdade uma falha a separar o segundo par de espigãos; afinal de contas, os Shunossauros tinham dois pares de espigôes na sua cauda. Nenhum dos argumentos dos cépticos tenta refutar a identificação dinossauriana do animal à direita, e os argumentos relativos ao animal da esquerda são pura e simplesmente dúbios.
O absurdo de se negar a interpretação dinossauriana simples e directa em relação a esta gravura é demonstrado mais ainda pelas identificações propostas pelo staff da igreja onde o túmulo se encontra localizado.
Eles alegaram que os animais são ficção (5), ou crocodilos (6). Mas porque é que estes animais seriam, ou deveriam ser, obras de ficção se eles se encontram rodeados por animais reais tais como peixes, ursos, porcos, morcegos, etc, animais que também se encontram gravados no túmulo do Bispo Bell? Para além disso, dizer que são crocodilos é obviamente inverossímil.
O Petroglifo do Utah
No Utah existe uma formação rochosa conhecida como Kachina Bridge. Por baixo do arco encontra-se um petroglífo feito pelos Índios Nativos Americanos que tem uma forte semelhança com um dinossauro saurópode. Até mesmo Phil Senter, autor dum estudo amplamente difundido que tentou refutar a interpretação de que é um dinossauro, admite que “de facto, ele tem a aparência dum dinossauro”. (7)
É preciso levar em conta que o seu estudo tem sido fortemente criticado tanto por parte dos proponentes como dos cépticos da interpretação dinossauriana por ter má ciência; Vance Nelson refutou de forma extensa a refutação proposta ao salientar a pobre metodologia usada no mesmo (8). Eis aqui uma foto mais próxima com contraste adicionado.
O ídolo de Granby
No ano de 1920 foi descoberta uma pedra interessante por parte dum rancheiro do Colorado. Ela tinha cerca de 45 centímetros de comprimento e 30 centímetros de largura, e ela exibia uma cara sorridente, um mamute, e um dinossauro saurópode. Depois de ter visto em primeira mão a pedra que tem cerca de 30 quilos, o arqueólogo Jean Allard Jeancon proclamou:
Se esta pedra for confirmada como genuína, ela é o maior achado dentro da pesquisa antropológica […] Nunca vi traços tão espantosos de dinossauros e de mastodontes! (9)
Depois dela ter estado em exibição no alpendre do rancheiro durante seis anos como novidade local, ela foi vendida a um homem chamado Henry McKnight pelo preço de $300, ou quatro mil dólares na moeda actual se ajustarmos a inflação.(10) Supostamente ela era para ser dada ao Smithsonian Museum, mas nunca mais foi vista desde então.
Felizmente, quatro décadas mais tarde uma professora veio a público e revelou que tinha na sua posse fotos tiradas à pedra antes do seu misterioso desaparecimento. (11). Estas reconstruções da pedra baseiam-se nas suas fotos.
Os Petroglifos de Polish
Em Tarapoto, Peru, encontram-se cinco pedras com imagens de animais, humanos e outra formas, conhecidas como “Os Petroglífos de Polish”, e a sua história e pobremente entendida. (4) Embora a extrema simplicidade da arte dificulte a que se chegue a uma interpretação conclusiva em relação à maioria das formas, algumas poucas delas podem ser interpretadas de forma directa.
Tony Dunnell, residente em Tarapoto, resume as coisas de forma simples:
Os próprios petroglifos chegam-nos numa variedade de formas e tamanhos. As mais facilmente reconhecíveis são as imagens de cobras, áves, e plantas. Outros designs já não são tão facilmente identificáveis.
Perguntei ao guarda o que é que isto supostamente representava. Alguém quer adivinhar? Sim, um dinossauro […]. Admito que de facto parece um dinossauro, mas estes petroglífos não são assim tão antigos. (12)
Parece que o sr Dunnell coloca de parte a interpretação que diz que é um dinossauro apenas e só porque ele acredita que os dinossauros extinguiram-se há “milhões de anos” atrás. Mas o que é que os peritos dizem? Segundo Lic. Marítza Rodríguez Cerrón, licenciada em História da Arte na Universidade Nacional de San Marcos, Peru, o petroglífo representa um jaguar. No entanto, até ela mesma admite que “se calhar a cabeça e o pescoço não se pareçam com o pescoço e a cabeça dum gato […]”. (13)
E qual é a sua explicação? Essencialmente, que os petroglífos humanóides também têm uma cabeça pequena e um pescoço pequeno, e como tal, o autor gostava de desenhar coisas com cabeças pequenas e pescoços esguios. Mas os petroglífos que supostamente exibem pessoas com pescoços longos são extremamente ambíguos:
Em contraste, os menos ambíguos glifos humanos não têm pescoços longos:
Curiosamente, esta não é a primeira arte antiga Peruana que tem a aparência de dinossauros. As controversas Pedras de Ica são também encontradas no Peru e também exibem dinossauros a interagir com seres humanos. (14)
O Ceratopsiano Chinês
Muito provavelmente para lá do ano 2,000 Antes de Cristo, um povo conhecido como os Hongshan ocupava a terra que hoje tem o nome de China. Esta escultura em jade é uma relíquia dessa cultura antiga. Quando comparada com caracterizações actuais do primo do Triceratops, o Montanoceratops, somos levados a concluir que os antigos Chineses viram dinossauros vivos.
Claro que são esperadas objecções em relação à sua autenticidade, e já foi alegado que a escultura em jade é uma criação recente, citando o mercado de estatuetas de jade do antigo povo Hongshan. Mas mesmo que se aceite que isto é uma falsificação feita com o propósito de satisfazer uma procura elevada, a implicação é que isto é uma duplicação duma genuína escultura dos Hongshan. Logo, a alegação de que os dinossauros vagueavam na China antiga ao lado dos homens não é minimamente afectada.
Parece, no entanto, que o artefacto não é uma falsificação e a sua autenticidade foi verificada por uma terceira parte. (15) O frágil argumento de que a escultura representa um porco é totalmente refutado pela existência de outras esculturas dos Hongshan onde de facto se vêem porcos. (16).
O Crocodilo-Leopardo
Por volta do 100 Antes de Cristo, o Mosaico Nilótico de Palestrina foi criado. Nele encontram-se retratados muitos animais familiares com legendas em Grego, incluindo o crocodilo, o macaco, e a tartaruga. A identificação do animal exibido no close-up está sujeita a muita controvérsia visto que é difícil identificar com qualquer grau de exactidão a criatura.
Foi sugerido que o animal pode ser uma lontra (17), mas isto não é plausível porque noutra parte do mesmo mosaico está exposta uma imagem dum par de animais que é explicitamente legendada como lontras.
A legenda Grega deste animal diz “Crocodilo-Leopardo”, e esse termo pouco familiar pode ser a chave para se identificar esta misteriosa criatura. A antiga palavra para “girafa” era “Camelo-Leopardo”, em referência à morfologia semelhante a de um camelo e ao padrão de cores semelhantes ao de um leopardo.
Porque é que o animal do mosaico seria chamado de “crocodilo-leopardo”? A parte do “leopardo” no nome obviamente que não era devido ao padrão de cores. Pode ser concluído que este animal partilhava duma mistura de traços mamíferos e reptilíneos.
Nenhum animal que se encontra vivo nos dias actuais e que se parece com o crocodilo-leopardo pode ser correctamente descrito como tendo uma mistura de traços dum réptil e dum mamífero, mas há um grupo de organismos extinto que definitivamente pode. Eles são literalmente chamados de répteis com a aparência de mamíferos.
A identificação deste animal pode estar finalmente resolvida, apesar das afirmações evolutivas de que todos os répteis com a aparência mamífera extinguiram-se “milhões de anos” antes do mosaico ter sido criado. O gráfico debaixo ilustra este ponto de forma convincente. Note-se como o animal do mosaico está muito bem ajustado junto das reconstruções dos vários répteis com aparência mamífera.
O Fresco de Pompeia
Por volta de 70 A.D., este fresco foi pintado na parede da casa dum médico de Pompeia e ele retracta uma cena Nilótica (do Nilo), com pigmeus a interagirem com alguns mamíferos aquáticos e dois répteis enormes.
Eis aqui dois close-ups dos animais, lado a lado com retratações de criaturas extintas.
Note-se que o mamífero do fresco e a ilustração moderna dum moeriterio têm ambos um focinho alongando e carnoso. Consistente com as interpretações modernas dos restos dum moeriterio, o animal do fresco tinha um estilo de vida parcialmente aquático. O réptil mais em baixo assemelha-se fortemente com o sphenacodon, muito provavelmente um parente do dimetrodon, mas com uma cauda menor.
Os críticos da interpretação de que o fresco exibe um moeritério e um sphenacodon alegaram que o fresco, na verdade, exibe um hipopótamo e um crocodilo. Como evidência, eles apontam para outras peças de arte relacionadas que caracterizam pigmeus em cenários semelhantes a interagir com hipopótamos e crocodilos estilizados. A insinuação é que o ‘sphenacodon’ foi fortemente estilizado (ou caricaturado de forma deficiente).
Um problema óbvio com este argumento é que os crocodilos não têm uma “vela” nas suas costas, e não é normal os artistas “acidentalmente” desenharem uma “vela” nas costas de crocodilos.
Mesmo que possa ser alegado que o réptil no fresco não tem uma “vela” mas linhas de espinhas que são uma ilusão de “vela”, o facto permanece que espinhas curtas (se é que se pode chamar isso de “espinhas”) nas costas dum crocodilo aumentam de comprimento rumo à parte final da cauda, embora ocorra exactamente o contrário com a estrutura com a aparência de barbatana da criatura que se encontra na pintura.
Um argumento semelhante foi avançado pelos cépticos em relação ao animal identificado como o moeritério; alega-se que é uma forma incorrecta e estilizada dum hipopótamo. No entanto, se o artista realmente queria retratar uma hipopótamo, é difícil de imaginar como é que ele pode ter errado de forma tão flagrante em relação à anatomia, o que é verdade mesmo se ele estivesse a retratar um hipopótamo tendo como base nada mais que uma descrição verbal e ele nunca tivesse visto um hipopótamo na sua vida.
Para além disso, as pernas dum hipopótamo são curtas. Em todas as formas possíveis, o animal do fresco é totalmente diferente dum hipopótamo, mas está de acordo com forma dum moeritério. O mesmo pode ser dito para o réptil.
O Dinossauro Chinês da pintura de 1500 AD
O Museu de Shangai exibe esta peça de arte Chinesa pintada há cerca de 500 anos atrás durante a Dinastia Ming por parte dum artista com o nome de Ding Yunpeng, e ela é uma das caracterizações mais realistas do popular Dragão Chinês. Em vez de desenhá-lo longo e flexível como as actuais paradas exibem, a sua estrutura é mais dinossáurea.
Para além disso, e em contraste a outras caracterizações onde a criatura tem asas de verdade, Yunpeng contentou-se em desenhá-lo com tufos filamentosos. Isto é fascinante visto que os fósseis de coelurossauro são frequentemente descritos como tendo plumagem filamentosa. (18) (19) Notem o quão parecidas esta descrição moderna dum coelurossauro e a pintura com 500 anos são.
Uma das mais notórias disparidades, obviamente, é o par de chifres que adorna o dragão, mas isso não é motivo para se rejeitar de todo a comparação. É comum os animais terem variedades com chifres e sem chifres. Por exemplo, o Carnotauro muito provavelmente é um parente com chifres do T.Rex:
Temos também variedades cornudas de animais dos quais nunca se pensaria terem chifres, tais como o gopher [ed: um tipo de esquilo] e o tatu.
O Dinossauro com Bico de Pato da França
Tal como a peça de arte prévia, esta também foi reconstruída no século 16. O que se segue é um close-up duma tapeçaria actualmente em exibição no “Royal Chateau de Blois”, França. Se alguém atribuir o par de asas douradas à liberdade artística, a criatura parece inequivocamente ser um hadrossauro, isto é, um dinossauro com bico de pato.
Levemos em conta a enorme semelhança entre este esqueleto actual e juvenil dumhadrossauro com o animal na tapeçaria. Pode-se sobrepôr uma em cima da outra e obter uma semelhança imensa.
Notem também na semelhança com esta reconstrução moderna dum hadrossauro.
O Nothossauro da Toalha de Altar Espanhola
Esta toalha de altar, que adorna a Capela de São Jorge de Barcelona (Espanha) e que foi criada há 400 anos atrás, caracteriza São Jorge a matar um dragão. Uma imagem vale por mil palavras, e como tal, a comparação fala por si. Os nothossauros, supostamente extintos há “milhões de anos”, aparentemente habitaram os rios da Espanha há apenas alguns milhares de anos atrás.
Isto está muito longe de ser uma lista exaustiva das evidências históricas em favor da coexistência entre humanos e dinossauros, no entanto pode ser visto que tal tipo de evidências abarcam milénios e podem ser encontradas em todo o mundo.
* * * * * * *
Qual é a importância destas evidências e qual é o propósito de se mostrar que os dinossauros viveram lado a lado com seres humanos até bem pouco tempo atrás (e não “milhões e milhões de anos”)? A importância disto tudo é Autoridade da Palavra de Deus e a batalha pelas almas perdidas.
Os inimigos de Deus têm usado os magníficos dinossauros como forma de destruir a linha temporal Bíblia (onde a Terra foi criada há cerca de 6,000/7,000 anos atrás em seis dias de 24 horas), e com isso, fragilizar a fé das pessoas na Historicidade da Bíblia; afinal, se o Primeiro Livro da Bíblia está cientificamente e historicamente errado, então porque é que devemos confiar na historicidade do resto da Bíblia?
Eles têm dito que os dinossauros “não são mencionados na Bíblia”, ou que a criação literal “é refutada” pelo “facto” dos dinossauros se terem extinguido muito antes do ser humano ter aparecido. Mas, e aqui reside a Verdade, o que as evidências históricas e arqueológicas demonstram, é que a Bíblia sempre esteve correcta na sua afirmação de que todos os animais terrestres foram criados no 6º Dia da Criação literal. E se os dinossauros sempre viveram lado a lado com os seres humanos, e isso é o que as evidências históricas mostram, a interpretação evolutiva do registo fóssil está totalmente e irremediavelmente destruída e, logicamente falando, tem que ser colocada de parte.
Dito de outra forma, à luz do que a história arqueológica revela, quem defende os “milhões de anos”, está a fundamentar a sua “lógica” numa posição empiricamente falsa e totalmente refutada pelas observações. Quem, por outro lado, defende uma criação recente (onde os dinossauros e os humanos coexistiram), está a fazer uma afirmação consistente com os dados disponíveis.
A Bíblia e a ciência estão de acordo, e nem poderia ser de outra forma porque Quem revelou a Bíblia é o Autor do universo estudado pela ciência.
Consequentemente, se a Bíblia está certa sobre o passado, então é bem provável que esteja certa sobre o futuro. Se a Bíblia diz que o Dia do Julgamento Final aproxima-se, então se calhar é isso mesmo que vai brevemente acontecer. O Cristão, munido da Infalível Palavra de Deus e fortalecido pelo Espírito Santo, tem que avisar os descrentes de que o Criador dos dinossauros brevemente virá, e que o Juízo que Ele vai executar vai ser severo para quem coloca em causa a Sua Palavra.
A realização de que os dinossauros viveram lado a lado não é um fim em si, e não um argumento para vencer debates, mas sim uma arma que o Cristão tem para atrair as pessoas para a Autoridade da Palavra de Deus.
Que Deus nos ajude a usar a ciência que Ele nos deixou para (primeiro) a melhorar a nossa defesa da Fé, e (seguidamente) mostrar aos descrentes que a Bíblia é cientificamente e historicamente fiável.
Amém.
(01) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16293759
(02) http://bio.sunyorange.edu/updated2/pl%20new/36%20Sauropods.htm
(03) Ibid.
(04) Ibid.
(05) http://creation.com/bishop-bells-brass-behemoths
(06) http://www.apologeticspress.org/APContent.aspx?category=9&article=3533
(07) http://www.livescience.com/13448-dinosaur-human-petroglyph-creationism-debunked.html
(08) http://www.untoldsecretsofplanetearth.com/docs/kachina_bridge-2011-10_mb.pdf
(09) http://www.newspapers.com/newspage/1717163/
(10) http://data.bls.gov/cgi-bin/cpicalc.pl?cost1=300&year1=1926&year2=2014
(11) Murphy, Jan Elizabeth. Mysteries and Legends of Colorado: True Stories of the Unsolved and
Unexplained. Globe Pequot, 2007. Print.
(12) tarapotolife.com
(13) http://www.rupestreweb.info/bellohorizonte.html
(14) http://www.faithfulanswers.com/are-the-ica-stones-authentic/
(15) Nelson, Vance. Untold Secrets of Planet Earth: Dire Dragons. 2011. Print.
(16) http://www.icr.org/article/dinosaur-youngster-looks-like-dragon/
(17) http://palaeo-electronica.org/content/2013/541-dinosaurs-in-greco-roman-art
(18) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22753486
(19)https://answersingenesis.org/dinosaurs/feathers/fine-filaments-feathered-dinosaurs/
(20) http://nmstatefossil.org/item/151
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