Mostrando postagens com marcador Arqueologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Arqueologia. Mostrar todas as postagens

Arqueólogos encontram novos fragmentos bíblicos


Saiba as novidades a respeito dos novos fragmentos bíblicos encontrados no Mar Morto. O Pr. Gilberto Theiss fará uma análise teológica, histórica e arqueológica para responder as acusações dos céticos sobre a Bíblia. Será que podemos confiar na Bíblia que temos hoje? Esta resposta será apresentada hoje, quinta-feira, às 19h. Portanto, não perca. Compartilhe com os seus amigos e não se esqueça de se inscrever nos canais descritos no banner. Transmissão por esse mesmos canais.

Vila onde Jesus alimentou 5.000, andou sobre as águas e curou cego é descoberta

 Betsaida (Reprodução/Bethsaida Excavations Project)

Lugar acabou sendo amaldiçoado por não crer mesmo tendo visto tantos milagres. A vila onde Jesus multiplicou pães e peixes para alimentar ao menos 5.000, andou sobre as águas e curou um cego foi descoberta por uma equipe de arqueólogos que trabalhavam em uma escavação perto do Mar da Galiléia. Os especialistas confirmaram que o local onde trabalham há 32 anos é de fato o vilarejo de Betsaida. O vilarejo é citado nos Evangelhos, como em Mateus no capítulo 14 e em Marcos no capítulo 6, quando Jesus Cristo realiza alguns milagres. Os pesquisadores se dizem convencidos que de fato trata-se da vila mencionada na Bíblia e esperam fazer descobertas sobre o modo de vida da época.

Depois de multiplicar cinco pães e dois peixes, a narrativa bíblica diz que Jesus atravessou o Mar da Galiléia para orar em um monte, enquanto os discípulos ficaram no barco e acabaram sendo levados pelas ondas. Então Jesus dirige-se até eles andando por cima das águas.

Vestígios de palácio real da época dos reis Ezequias e Josias são encontrados em Jerusalém

 Achados arqueológicos proto-eólicos Israel

Esculturas decorativas são do período do Primeiro Templo. A Autoridade de Antiguidades de Israel anunciou nesta quinta-feira (3) a descoberta de um emocionante conjunto de artefatos arqueológicos. Os artefatos foram encontrados em uma obra de um calçadão para fins turísticos e anunciados em um evento festivo na Cidade de Davi, no Parque Nacional dos Muros de Jerusalém. Um prédio de estrutura monumental com vista para a Cidade de Davi e do Templo, possivelmente pertencente a um dos reis de Judá ou a uma família nobre, tem produzido vestígios da época dos reis Ezequias e Josias em uma escavação arqueológica em Armon Hanatziv, um bairro de Jerusalém.

No local foi encontrado uma rara coleção de impressionantes artefatos arquitetônicos de pedra adornados, que juntos faziam parte da estrutura de um prédio imponente, segundo informou a Autoridade de Antiguidades de Israel. As escavações estão sendo financiadas pelo Ministério do Turismo, já que faz parte de uma obra turística que está sendo realizada no local.

Arqueólogo diz ter encontrado “rosto de Deus”

Cabeça de argila de Khirbet Qeiyafa (Reprodução)

Descobertas reforçam que houve idolatria em Israel na época de Davi e Salomão. O professor Yosef Garfinkel, diretor do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, afirma ter descoberto provas da época dos reis Davi e Salomão de que o povo de Israel produziu imagens de escultura para representar Deus. Apesar de terem sido proibidos de adorarem estátuas e esculturas, inclusive com leis específicas no livro de Deuteronômio, incluindo os Dez Mandamentos, que traz a advertência contra criação e culto de representações físicas do divino.

No entanto, várias estatuetas masculinas descobertas em três locais onde ficava localizado o antigo Reino de Judá reforçam que o povo de Israel falhou em obedecer as recomendações bíblicas contra a idolatria. Essas estatuetas são dos séculos X ou IX a.C. e seriam representações de Deus.

Igreja milenar é descoberta perto do monte da transfiguração

Vista aérea da Igreja do período bizantino na Baixa Galileia (Alex Wiegmann / Autoridade de Antiguidades de Israel)

Igreja tem características particulares e revela presença de cristãos perto do Monte Tabor. Uma igreja da era bizantina de 1.300 anos de idade foi descoberta por arqueólogos israelenses na Baixa Galileia, na aldeia de Kfar Kama, perto do Monte Tabor, onde acredita-se que Jesus Cristo tenha se transfigurado, anunciou a Autoridade de Antiguidades de Israel. A escavação faz parte de uma parceria com o Kinneret Academic College e a Autoridade de Antiguidades, que compreende uma área de aproximadamente 12 x 36 metros, incluindo um grande pátio, conforme relato da arqueóloga Nurit Feig.

Os corredores da igreja eram pavimentados com mosaicos que sobreviveram parcialmente e a igreja tinha uma característica particular, que era a existência de três absides (locais de oração), quando a maioria das igrejas da época tinham apenas um único local.

Arqueólogos descobrem evidências de acontecimento narrado na Bíblia

Um grupo de arqueólogos descobriu no Monte Sião (Israel), novas evidências da conquista de Jerusalém pela Babilônia entre 587 e 586 a.C., um acontecimento narrado na Bíblia. Em meados de agosto de 2019, a Universidade da Carolina do Norte (UNC), em Charlotte, Estados Unidos, anunciou que sua equipe de pesquisa descobriu uma série de objetos que provariam a riqueza das elites de Jerusalém antes da conquista babilônica. O local da escavação está dentro do parque Sovev Homot, administrado pela Autoridade de Natureza e Parques de Israel. A descoberta inclui um depósito com cinzas, pontas de flecha, vasos, lamparinas e uma importante peça de joalheria da época: um brinco ou pingente feito de ouro e prata. Também há sinais de uma estrutura significativa da Idade do Ferro.

Quem foi o faraó do Êxodo?

Como flores na primavera, assim são os políticos em ano de eleições. Eles podem ser vistos em toda parte. Suas fotos, nomes e números são quase onipresentes. Todos querem ser lembrados pelo público. Discrição ou timidez é algo impensável nesse período. E vale tudo para isso acontecer, inclusive ataques pessoais contra os adversários políticos. A situação não era diferente no antigo Egito. Faraós não eram conhecidos por sua humildade ou pequenos atos, mas sim pelas batalhas e vitórias alcançadas com inteligência e força. Nas paredes de templos e palácios do antigo Egito podem ser vistas cenas de tais vitórias. E com elas, podem ser lidas inscrições em que o monarca orgulhosamente afirma sua superioridade diante do exército adversário. Por causa desta ideologia triunfalista, os egípcios nunca admitiam derrota. 

Arqueólogos escavam a antiga Siló: “A Bíblia não é mitologia”

"Estamos lidando com pessoas reais, lugares reais, eventos reais", afirma doutor, mostrando os achados.Geograficamente no coração do Israel bíblico, Siló – que hoje é um sítio arqueológico – foi a capital do país durante cerca de 300 anos. O motivo de sua importância para a história do país é que este é o lugar onde Josué distribuiu a Terra Prometida para as 12 tribos de Israel. E onde o Tabernáculo permaneceu, fazendo com seja considerada “solo sagrado”. O Dr. Scott Stripling, arqueólogo que lidera as escavações arqueológicas em Siló, explica que: “Esta foi a primeira capital do antigo Israel. É um local sagrado porque o Mishkan [Tabernáculo] estava aqui, para onde as pessoas vinham esperando se conectar com Deus”.

Moedas dos tempos de Esdras são achadas em Jerusalém

 Cinco moedas que datam da época de Esdras foram descobertas em Jerusalém, consideradas um “achado raro” pelos arqueólogos. As moedas, feitas de prata, medem cerca de sete milímetros de diâmetro e datam do quarto século a.C. Três delas estão intactas e legíveis. “Ao longo dos 150 anos de escavações arqueológicas em todos os locais da antiga Jerusalém, apenas cinco dessas moedas foram encontradas”, disse Zachi Dvira, do Projeto de Peneiramento do Monte do Templo, ao YNet. “Nós encontramos agora três moedas inteiras, junto com duas erodidas, aparentemente da mesma série, e acreditamos que encontraremos mais num futuro próximo.”

Urgente: Arqueólogos descobrem evidências de que o reino bíblico de Davi existiu

Todo mundo que tem um pouco de familiaridade com a Bíblia já deve ter escutado falar da famosa disputa entre Davi e Golias. Um jovem pastor de Belém que derrotou o gigante filisteu para conquistar a confiança do rei hebreu Saul, tornando-se imperador entre os séculos 11 e 10 a.C., unindo o povo de Israel. Nas últimas décadas, porém, cada vez mais pesquisadores começaram a questionar a real existência do reino de Davi. Afinal, não havia evidências de construções reais no local onde o reino deveria ter sido erguido. Assim, concluíram que os governadores locais, naquele tempo, controlavam apenas a região de Jerusalém e as redondezas. Nada parecido com um grande e unido reino. 

Manuscrito mais misterioso do mar Morto narra a saída de Noé após o dilúvio

Museu mostra pela primeira vez o mais frágil pergaminho milenar encontrado nas cavernas de Qumran. É uma cópia do “Gênesis” escrita em primeira pessoa. O Museu de Israel exibe pela primeira vez o Gênesis apócrifo, um dos manuscritos do Mar Morto que até agora havia permanecido guardado na câmara climatizada construída expressamente para abrigar os delicados manuscritos encontrados nas cavernas de Qumran, de mais de 2.000 anos de antiguidade e a que só os conservadores do museu têm acesso. O pergaminho agora exposto é um dos textos mais misteriosos dos sete primeiros manuscritos do Mar Morto encontrados em 1947 em uma caverna do deserto da Judeia. “Era de longe o documento em pior estado, por isso até agora foi impossível mostrá-lo”, disse na segunda-feira o conservador Adolfo Roitman, diretor do Santuário do Livro.

Tumba real em Canaã joga luz sobre a antiga cidade bíblica

A extraordinária descoberta de uma tumba magnífica e intacta de 3.600 anos na antiga cidade-estado canaanita de Megido surpreendeu os arqueólogos, não só pela variedade de riquezas encontradas na tumba, mas também pelas possíveis informações que pode trazer sobre a dinastia real que governou esse poderoso centro antes de ser conquistado pelo Egito no começo do século 15 a.C. A 30 km ao sul de Haifa, que hoje é o norte de Israel, o antigo local de Megido dominou uma passagem estratégica em importantes rotas militares e comerciais internacionais por cerca de cinco milênios, de 3000 a.C. até 1918. Com vista para o Vale Jezreel, o local testemunhou muitas batalhas decisivas que alteraram o curso da história, ganhando o apelido de Armagedom (de Har-Meggido ou “Monte de Megido”) primeiramente cunhado no Livro do Apocalipse.

Revelado em Israel mosaico que apresenta Jesus Cristo como Deus

O mosaico em homenagem ao “Deus Jesus Cristo” é um dos primeiros registros da crença na divindade de Cristo dos primeiros séculos da era cristã. A escrita é datada do ano 230 d.C. O reconhecimento da divindade de Jesus só foi oficializado pela igreja no Concílio de Niceia, em 325 d.C. [embora os discípulos e os pais da igreja não tivessem qualquer dúvida quanto a isso]. A peça foi descoberta em 2005, na região da aldeia de Othnay, perto de Megido, no norte de Israel. Chancelada pela Autoridade de Antiguidades de Israel e pela Universidade de Tel Aviv, fazia parte do chão do que se acredita ser uma igreja funcionando em uma casa. Somente agora ela será aberta ao público. São três inscrições em grego, que dizem: “A Akeptous, que ama a Deus, que ofereceu a mesa ao Deus Jesus Cristo como memorial.” Akeptous é o nome de uma mulher que doou sua mesa para a celebração da ceia, explicam os arqueólogos. O mosaico era como uma “placa de homenagem”.

Arqueólogos encontram “selo” do profeta Isaías em Jerusalém

A mão do próprio profeta Isaías pode ter feito as inscrições num selo de argila – chamada de bula – datado do século 8 a.C. e descoberto agora em escavações perto do Monte do Templo de Jerusalém. De acordo com a arqueóloga da Universidade Hebraica Dra. Eilat Mazar, sua equipe descobriu a minúscula bula, ou impressão de selo, no Ophel, localizado no sopé da encosta sul do Monte do Templo. A descoberta foi publicada na quarta-feira em um artigo: “Esta é a assinatura do Profeta Isaias?” na nova edição de Revista de Arqueologia Bíblica.

Arqueólogos encontram menções a rei bíblico debaixo da tumba do profeta Jonas

Antigas inscrições, com cerca de 2.700 anos de idade, foram descobertas sob o túmulo do profeta Jonas, na região de Nínive, Iraque. O local foi destruído pelos jihadistas do Estado Islâmico em 2014, mas agora está sendo restaurado. Debaixo da tumba, que preserva uma tradição milenar, foram feitas escavações e encontradas inscrições sobre o rei assírio Esar-Hadom, citado várias vezes no Antigo Testamento. Ele era filho de Senaqueribe, e governou o império Neoassírio entre 681 a.C. e 669 a.C.

Descoberto selo de 2,7 mil anos que pertenceu a governador de Jerusalém

Arqueólogos israelenses revelaram na segunda-feira uma impressão de carimbo em argila de 2.700 anos que acreditam ter pertencido a um governador bíblico de Jerusalém. O artefato, que traz inscrições em hebraico antigo dizendo “pertence ao governador da cidade”, provavelmente estava anexado a uma entrega ou foi enviado como um presente em nome do governador, autoridade local mais proeminente de Jerusalém na época, afirmou a Autoridade Israelense de Antiguidades. O carimbo, do tamanho de uma pequena moeda, representa dois homens de pé, de frente um para o outro de forma semelhante a um espelho e vestindo roupas listradas até os joelhos. Foi descoberto perto do Muro Ocidental da Cidade Velha de Jerusalém.

A educação nos dias de Cristo

Nos tempos de Cristo a educação era um elemento muito importante da sociedade. Quando a criança tinha a oportunidade de, além do ofício do lar, aprender na escola dos rabinos, sua rotina não era fácil. Ela passava a manhã inteira na sinagoga, em uma sala com cerca de 25 alunos. A parte da tarde era dedicada ao trabalho que estava aprendendo com o pai. Com uma rotina intensa, é difícil imaginar se havia tempo para brincar e praticar esportes. Mas a verdade é que as crianças se divertiam muito. Uma típica criança judia participava de muitas brincadeiras, sendo a maioria delas coletiva.

Achado em Jerusalém confirma história contada na bíblia

Arqueólogos que escavavam por Jerusalém descobriram artefatos queimados que datam de 2.600 anos atrás – provando a veracidade de uma passagem da bíblia. Os pesquisadores descobriram madeira carbonizada, sementes de uva, espinhas de peixes, ossos e cerâmica, ao escavar a Cidade de Davi, em Jerusalém. Os achados fornecem evidências de que os babilônicos “queimaram todas as casas de Jerusalém”, como descrito no livro de Jeremias.
Os pesquisadores do Israel Antiquities Authority descobriram os artefatos sob camadas de rocha na Cidade de Davi – juntamente com frascos com lacres que permitiram que os pesquisadores datassem os artefatos.

As pedras falam

Embora o propósito da arqueologia não seja despertar a fé, ela pode reforçar a veracidade da Bíblia e enfraquecer os argumentos do ceticismo. Talvez você não esteja familiarizado com nomes como William Flinders Petrie, Howard Carter, Leonard Woolley, Kathleen Kenyon e William Foxwell Albright, mas certamente já ouviu falar de Indiana Jones, com suas eletrizantes aventuras em busca de objetos e tesouros exóticos. Isso significa que seu conceito de arqueologia talvez precise de um ajuste. Embora o famoso personagem da saga de Hollywood tenha popularizado uma visão romantizada do labor do arqueólogo, a realidade tem menos glamour e mais trabalho duro do que mostram as telas.

Artefatos e vestígios humanos contradizem a escala de tempo evolucionista

Antes de começarmos a listar alguns dos artefatos mais intrigantes do mundo – e possivelmente mais embaraçosos para a cronologia evolucionista (você decidirá no fim da leitura) –, vamos ao conceito de artefato. Em arqueologia, artefato é qualquer objeto feito ou modificado por um ser humano em uma cultura arqueológica, que dê evidência da atividade e da vida do homem num passado remoto. Exemplos de artefatos podem incluir ferramentas de pedra, ruínas de construções, documentos, monumentos, instrumentos talhados em pedra, cerâmica, entre outros.