26 março 2015

Comentário teológico da lição 1 - A primeira vinda de Jesus


O LIVRO DE LUCAS
Pr. Gilberto Theiss

Este importante evangelho, assim como os demais, era anônimo até o segundo século, mas, de acordo com a tradição antiga e confirmado pelos eruditos contemporâneos, foi escrito por um médico e pesquisador chamado Lucas, de origem gentílica (Cl 4:10-14), que, por sua vez, acredita-se, também foi o autor do livro de Atos. Embora não tenha sido apóstolo, deixou marcas profundas em seu ministério prático e escrito. O escritor foi amigo pessoal de Paulo e, segundo Tertuliano, por volta do segundo século, Paulo foi o grande iluminador de Lucas, encorajando-o e fornecendo-lhe grande parte das informações.[1]
O Evangelho foi escrito por volta de 61 a 63 d.C. e enviado a um converso grego chamado Teófilo e posteriormente espalhado entre os gregos e gentios que desfrutavam da fé cristã. A mensagem central e universal do evangelho, assim como em toda a Bíblia, é o tema da salvação fundamentada em Jesus Cristo e da proclamação das boas novas.
Lucas parecia ter em mente a necessidade de conciliar fatos reais da história de sua época com os testemunhos contidos a respeito de Jesus e Seu ministério. Apresentar Herodes como o rei da Judéia (Lc 1:5), o primeiro imperador Romano César Augusto após a morte do temível Júlio César (Lc 2:1) e do Sacerdote Zacarias, que cumpria o seu turno no templo de Jerusalém (Lc 1:5, 9), revela o interesse do escritor em evidenciar aos leitores que Jesus e a igreja primitiva tiveram um sólido fundamento histórico. Sob esta premissa, Lucas demonstra ter excelentes dons literários, historiográficos, além da habilidade em mostrar o significado teológico do ocorrido e da preocupação pastoral para com os seus leitores[2]. No intuito de reforçar um pouco mais a credibilidade de suas pesquisas, ele cita testemunhas que tiveram contato direto com Jesus e os primeiros anos de atos da igreja, além de apresentar com precisão o contexto político e geográfico. Toda essa precisão faz de Lucas um homem profundamente centrado, sábio, inteligente e excelente historiador. Por este motivo muitos eruditos reconhecem que Lucas, em muitos aspectos, se aproxima consideravelmente dos grandes escritores gregos da sua época.

A primeira vinda de Jesus (lição 01) (Sábado)

Embora rejeitado por muitos estudiosos críticos, o nascimento de Jesus, com grande ênfase no livro de Lucas, é apresentado como um ato milagroso, uma ação sobrenatural de Deus através de uma mulher virgem. Os críticos afirmam que a ciência, por se basear no naturalismo científico, elimina a possibilidade de milagres. Para os naturalistas, o sobrenatural fere os limites da razão e do experimento, no entanto, esses não demonstram esse senso comum diante de fenômenos parecidos.Como bem afirmou Keith Ward, “as mesmas pessoas que não gostam de falar sobre milagres muitas vezes não têm maiores problemas para falar sobre fenômenos paranormais[3].”
Portanto parece haver uma dissonância intelectual, ou melhor, preconceito religioso nesse quesito. Outro argumento utilizado é que a história do nascimento de Jesus se assemelha ao nascimento dos grandes heróis concebidos por deuses ou por mulheres mortais que foram engravidadas por seres sobrenaturais, como é comum encontrar na mitologia grega. Desta forma, especula-se que essas mitologias tenham influenciado os cristãos judaizantes da época a compor uma narrativa específica sobre a sobrenaturalidade do Deus dos cristãos[4]. Embora essa classe de pensamento seja quase inexistente, é valido lembrar que as narrativas gregas pagãs são claramente reconhecidas pela academia científica como uma mera mitologia sem sentido filosófico ou histórico. Nenhum pesquisador, acadêmico, erudito atual admite realidade ou verdade nessas mitologias gregas, mas em se tratando das narrativas de Lucas, além de amplo testemunho de pessoas que conviveram com Jesus, os Seus atos sobrenaturais podem ser reforçados pelo profundo respaldo histórico, geográfico, arqueológico e filosófico. A premissa é exatamente esta, se os fatos narrados que compõem o enredo histórico são reais, como admite a grande maioria dos estudiosos, então o sobrenatural apresentado, entrelaçado, também deve receber um considerável peso de veracidade.  Sob esta premissa, podemos levar em conta, de maneira mais significativa, os dois atos sobrenaturais mais importantes da história de Cristo, o Seu nascimento e o Seu glorioso retorno.

“Uma exposição em ordem” (DOMINGO) (Lucas 1:1-3; At 1:1-3)

O livro de Lucas, segundo a descrição de Atos 1:1, foi o primeiro a ser escrito por Lucas e enviado ao amigo Teófilo. Em Lucas 1:3 o escritor chama Teófilo de “excelentíssimo”, destacando-o como um alto oficial a serviço de Roma, ou um membro da ordem equestre. Este fato também confirma a impressão de que era uma pessoa real, já discipulada ou no mínimo muito interessado em Jesus e sua mensagem[5].
A dedicação do livro a Teófilo também sugere que o evangelho estava começando a espalhar-se pelas comunidades mais cultas no mundo greco-romano, uma vez que já havia atingido boa parte da comunidade relativamente desfavorecida. Os livros intitulados de Lucas e Atos dos Apóstolos poderiam ser divididos em volume um e dois.
Lucas não foi testemunha ocular das obras de Cristo, no entanto, não há dúvidas de que ele tenha visto necessidade de dar um novo tratamento aos primórdios do cristianismo mediante relatos de tudo o que se seguiu. Ele fez uma investigação meticulosa dos fatos inserindo-os numa narrativa cronológica e clara[6]. Sua intenção ao escrever a Teófilo era fornecer um relato histórico de que o que ele havia aprendido sobre Jesus e Sua mensagem era solidamente sustentável. Cada discípulo, em sua redação, tinha um público alvo. No caso de Lucas, sendo um gentio, tinha como alvo, através de seus escritos, alcançar especialmente os gregos e gentios. O fato de intentar alcançar os gregos justifica sua preocupação em fornecer uma pesquisa sólida e científica para aquela época.

“A quem darás o nome de João” (SEGUNDA) (Lucas 1:5-22)

O historiador inicia a narrativa do ministério de Jesus com um prólogo que retrata o Seu nascimento de maneira extraordinária como o Filho de Deus. Mateus, em sua narrativa, parece se concentrar na pessoa de José, enquanto Lucas demonstra mais interesse em frisar um pouco mais a pessoa de Maria. Interligado a essas narrativas está o nascimento de João Batista, cuja missão era dar início a preparação do povo para receber o Messias. O fato de João ganhar espaço na narrativa indica o valor e importância deste mensageiro para o nascimento, propósito e missão do Messias. João Batista tinha um papel importante no plano de Deus, e Lucas permitiu que este fato fosse conhecido a seus leitores. Como Lucas colheu estas informações não sabemos, mas tudo indica que ele deve ter ouvido pessoas que presenciaram o ministério profético de João Batista.
O nome João significa “Deus é gracioso”, e talvez tenha sido dado justamente para simbolizar a bondade de Deus em conceder a Zacarias um filho, em concepção milagrosa, por sua esposa ser ultrapassada em idade, e também por ser ele, João, aquele que traria cumprimento às profecias referentes ao esperado Messias. João seria especialmente dedicado ao serviço de Deus como Samuel (1Sm 1:11), e receberia unção especial do Espírito Santo para exercer o seu ministério[7].
O conflito acirrado do monte Carmelo nos dias de Elias (I Rs 17:1; 18:1-19, 36-40) fez do profeta João uma marca do reavivamento e reforma em Israel. Nos dias de João essa mesma necessidade de reforma espiritual e de conversão plena trouxe sobre ele a prerrogativa de ser esse mensageiro especial descrito como vindo no espírito de Elias (Mt 3:1-10). Até os escribas compreenderam que “Elias deveria vir primeiro”, antes da vinda do Messias (Mt 17:10; Mc 9:11, 12). João assemelhava-se a Elias não apenas na obra que ele deveria fazer e na coragem com que deveria proclamar a verdade (I Rs 21:17-24; Mt 3:7-10), mas até mesmo em seu modo de vida e em sua aparência externa (Mt 3:4; II Rs 1:8). Por isso ambos sofreram perseguição (I Rs 18:10; 19:2; Mt 14:10). As semelhanças foram tantas que o povo e os líderes reconheceram a semelhança entre eles (Jo 1:19-21).[8]
            No final dos tempos, Deus levantaria homens e mulheres no mesmo espírito com o objetivo de preparar o povo para a segunda vinda de Cristo. Esses deverão proclamar a verdade com tamanha intrepidez que, a exemplo de Elias e de João, também sofrerão perseguições pela mensagem apresentada. Poderíamos dizer, por estar no final dos tempos, que esses dias já chegaram. A obra de Elias e de João são necessárias num tempo em que a cegueira espiritual e corrupção moral assolam as igrejas atuais. Há hoje uma necessidade de uma obra de reforma sincera, não apenas fora da igreja, mas, especialmente, dentro dela. Deus convida a todos que O amam e O servem para irem “no espírito e poder de Elias” [9].
            João Batista, sob a perspectiva profética, era o Elias para o tempo que antecederia o nascimento do Messias e, com certeza, deve ter sido uma surpresa para o profeta Zacarias. Ninguém menos do que Gabriel seria o mensageiro dessa boa nova. No entanto, por causa de sua idade avançada, Zacarias não recebeu a mensagem com muita confiança. Naquele tempo, com exceção dos sacerdotes que permaneciam na ativa até a morte, os Levitas aposentavam-se aos 50 anos de idade (Nm 8:24). Zacarias, neste tempo, provavelmente, tinha em torno de 60 a 70 anos e deve ter sido por este motivo que acabou não compreendendo bem a mensagem do anjo. O mais importante é que Deus não esqueceu do Seu povo, pois mesmo depois de 400 anos, mesmo período em que Israel havia sido aprisionado no Egito, Deus faz ressurgir a esperança de um libertador. João, a exemplo de Moisés, faz renascer a esperança da vinda dAquele que seria o grande Libertador de Seu povo das algemas do pecado e da ruína eterna.

“A quem chamarás pelo meu nome” (TERÇA) (Lucas 1:31)

Seis meses após o encontro com Zacarias, o anjo Gabriel agora vai ao encontro de Maria. Quando ela recebeu a mensagem que daria à luz de maneira milagrosa, sua reação foi bem mais amistosa do que a de Zacarias. Mesmo sendo virgem, ela encarou com alegria e confiança a notícia[10]
     O mais notável na narrativa e digno de reflexão é “como o Rei do universo poderia e condescenderia em ser feito carne (Jo 1:14), ser nascido de mulher (Gl 4:4), em semelhança de homens (Fp 2:7), é um mistério insondável e incompreensível que a Bíblia não revela. Com que temor e reverência o Céu deve ter observado o Filho de Deus descer do trono do Universo[11], partir das cortes da glória e condescender em tomar sobre Si a humanidade, ser feito em todas as coisas [...] semelhante aos irmãos (Hb 2:17), humilhar-Se e ser reconhecido em figura humana (Fp 2:7, 8; João 1)[12].
        Para uma cultura cética como a nossa, o nascimento de Jesus fere todo e qualquer racionalismo científico. No entanto, para os pesquisadores e testemunhas do Novo Testamento, por causa dos inúmeros milagres realizados por Jesus, o Seu nascimento sobrenatural não era obstáculo para a fé deles. A descrição do Seu nome explica imensuravelmente a Sua própria pessoa. Será “chamado filho de Deus” (v. 35) e receberá o nome de Jesus (v. 31).
        O nome Jesus, Iesous no grego, consta nos melhores manuscritos gregos mais antigos que temos do Novo Testamento. Esse nome é uma transliteração de Yehoshua do hebraico ou Yeshua para o latim em consonância com o nome de Josué. A própria enciclopédia Judaica registra o nome hebraico de Yehoshua  transliterado  como Jesus. 
        A expressão Jesus Cristo (At 5:42) é a combinação do nome “Jesus” (Messias), do hebraico, com “Cristo” (ungido), do grego[13].  Portanto, Jesus era, em essência, propósito e em nome, o cumprimento exato da promessa de Deus em Se tornar Deus-homem com o objetivo de renovar a esperança de remissão eterna à raça caída. Sobre este nome todo joelho se dobraria (Fl 2:5-10), receberíamos as mais preciosas bênçãos e cuidados (Jo 14:13-14), os demônios seriam enfrentados (At 16:18), e todos que o invocassem poderiam ser salvos (At 2:21).  Através deste nome é que nossa vida, sonhos, projetos, planejamentos e perspectivas deve ser pautada. Jesus precisa estar no centro de todas as nossas idealizações. Se assim for, o poder de Deus nos acompanhará por onde quer que andarmos e o Céu será uma realidade para as nossas vidas mesmo sem ainda termos chegado lá.

A manjedoura de Belém (QUARTA) (Lucas 2:7)

Belém fica a 9 km ao sul de Jerusalém e a 110 km ao sul de Nazaré. Além de ser a cidade natal do rei Davi, segundo os relatos, ali haviam morado Boaz e Rute [14].
A cidade em si não era especial para Jesus, mas a manjedoura, de forma inusitada, sim. Embora tenha sido recepcionado por um coro angelical, Seu nascimento ficou marcado pela simplicidade classificada como estando abaixo de uma família pobre. O Seu nascimento foi marcado também por grande tribulação, pois o imperador Otaviano, mais conhecido como César Augusto, sobrinho de Júlio César, audaciosamente se intitulou  “Divi Filius”, que significa filho do divino. Interessante notar que foi justamente em seu período de governo (27 a.C. a 14 d.C.) que Jesus, desprovido de trono, coroa, riqueza ou conforto nascera para implantar de vez o verdadeiro reino do verdadeiro Filho Divino [15].
Contrastando com a pompa de Seu suposto rival, humanamente falando, sob a perspectiva dos olhos da sociedade de Seu tempo, Jesus jamais seria reconhecido como rei. Seu comportamento, Suas palavras, maneira de vestir-Se e as pessoas com quem andava não era típico de um rei terreno. Sua vida foi notadamente humilde, simples e totalmente desprovida de qualquer tipo de conforto. “Em todos os atos de benignidade praticados por Jesus, Ele procurou impressionar os homens quanto aos atributos benévolos e paternais de Deus. Em todas as Suas lições, procurava ensinar aos homens a verdade de que "Deus amou o mundo de tal maneira que deu O Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna" [...]Jesus veio ao mundo para exemplificar o caráter de Deus em Sua vida, e afastou as falsidades originadas por Satanás, revelando a glória de Deus. Era unicamente vivendo entre os homens que Ele podia revelar a misericórdia, compaixão e amor de Seu Pai celeste; pois apenas por atos de beneficência podia Ele salientar a graça de Deus” [16]. “Naquela ocasião veio como o Filho do Deus infinito, mas Sua glória foi encoberta pelas vestes da humanidade. Veio daquela vez sem nenhuma distinção mundana de realeza, sem nenhuma visível manifestação de glória; mas ao aparecer pela segunda vez, virá com Sua própria glória e a glória do Pai, e acompanhado pelos exércitos angelicais do Céu. Em lugar daquela coroa de espinhos que Lhe feriu a fronte, usará uma coroa de glória. Não mais Se veste com os trajes da humildade, com o velho manto real que Lhe impuseram os escarnecedores. Não: Virá envergando vestes mais brancas que o mais alvo branco. Em Suas vestes e na Sua coxa, está escrito este nome: "Rei dos reis e Senhor dos senhores." Apoc. 19:16[17].

Os que deram testemunho a respeito do Salvador (Quinta e Sexta) (Lucas 2:22-32)

Simeão era homem justo e piedoso diante de Deus e diante dos homens. Ele pertencia ao grupo dos que estudavam e pesquisavam nas Escrituras as profecias referentes à vinda do Messias. Assim como Simeão, é nosso dever cavar o mais fundo possível para encontrar as gemas mais preciosas das verdade de Deus. A expressão “meu povo perece por falta de conhecimento” (Os 4:6) deve ser acompanhada de seu contexto de que perecem porque “rejeitam o conhecimento”. Assim, como nos dias de Jesus, o século XXI é repleto de revelações que visam o nosso amadurecimento e preparação espiritual para enfrentar os últimos eventos. Os que negligenciam o estudo apurado da Escritura serão como os perdidos daquele tempo que foram identificados como aqueles que não O conheceram e não O receberam (Jo 1:10-11).
Outro fato curioso a ser notado, exatamente no cântico de Simeão, é o tríplice ministério de Jesus; sendo a salvação através de Jesus; a salvação sendo preparada por Deus; e a salvação sendo estabelecida para todos os povos; que, inclusive, se harmoniza com as três mensagens angelicais de Apocalipse 14:6-12. Especialmente na primeira mensagem de Apocalipse 14:6 e 7, onde a salvação é apresentada pela expressão “evangelho eterno” (Ap 14:6ª), que, segundo Paulo, “é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1:16), e é trazida do Céu, por Deus, mediante o ministério de um anjo simbólico. Na mesma descrição de João, esse evangelho que é vindo da parte de Deus é levado a “cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap 14:6b).
Outra realidade desta mensagem do cântico testemunhal de Simeão, é que a verdade em Cristo é absoluta. Em contrapartida à visão relativista, a mensagem que se harmoniza com as três mensagens angelicais no tempo do fim, desafia consideravelmente o secularismo e suas bases relativistas. Em detrimento do que propaga o mundo atual, a Palavra pronunciada por Simeão e proclamada em Apocalipse apresenta um “Jesus exclusivista ao afirmar Ser a “verdade”, o Único meio de acesso a Deus (Jo 14:6), e que a vida eterna seria alcançada somente por quem se relacionasse com o Deus Verdadeiro e Ele, Seu representante (Jo 17:3). Além disso, Jesus identificou a Bíblia como a própria Verdade revelada (Jo 17:17). Por toda a Bíblia, profetas apóstolos e mesmo Jesus lutaram para estabelecer limites bem definidos para a Verdade, em oposição declarada às religiões pagãs, ao sincretismo religioso e a heresias dentro da fé. Seria impossível, desta forma, conciliar Cristianismo e Pós-modernismo, porque a fé cristã reivindica possuir uma verdade absoluta, revelada por Deus e aplicável a qualquer ser humano em qualquer época.[18]

REFERÊNCIAS


[1] NICHOL, Francis D.; DORNELES, Vanderlei. Comentário Bíblico Adventista: do Sétimo Dia Mateus a João. Tatuí - SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013. v. 5. P. 727.
[2] CARSON, D. A. Comentário Bíblico Vida Nova. São Paulo:  Vida Nova, 2009. P. 1472.
[3] ALEXANDER, Pat e David (Ed.). Manual Bíblico SBB. São Paulo:  Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. P. 606.
[4] CARSON, D. A. Comentário Bíblico Vida Nova. São Paulo:  Vida Nova, 2009. P. 1478.
[5] BRUCE, F. F. (Org.) Comentário Bíblico NVI. São Paulo: Vida, 2008. p. 1759.
[6] Id., P. 1476
[7] Ibid.
[8] NICHOL, Francis D.; DORNELES, Vanderlei. Comentário Bíblico Adventista: do Sétimo Dia Mateus a João. Tatuí - SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013. v. 5. P. 740.
[9] WHITE, Ellen G.; BUTLER, Raphael de Azambuja. Testemunhos seletos: Vol. 3. Tradução de Isolina Avelino Waldvogel. 5. ed. Santo André - SP: Casa Publicadora Brasileira, 1985. v. 3. P. 61; NICHOL, Francis D.; DORNELES, Vanderlei. Comentário Bíblico Adventista: do Sétimo Dia Mateus a João. Tatuí - SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013. v. 5 P. 740
[10] ALEXANDER, Pat e David (Ed.). Manual Bíblico SBB. São Paulo:  Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. P. 598.
[11] WHITE, Ellen G. O Desejado de todas as nações. Tradução de Isolina A. Waldvogel. 22. ed. Tatuí - SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007. P. 23.
[12] NICHOL, Francis D.; DORNELES, Vanderlei. Comentário Bíblico Adventista: do Sétimo Dia Mateus a João. Tatuí - SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013. v. 5. P. 747.
[13] ELWELL, W. A. (Ed.) Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã. São Paulo: Vida Vida, 2009. P. 367.
[14] ALEXANDER, Pat e David (Ed.). Manual Bíblico SBB. São Paulo:  Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. P. 599
[15] McCullough, Colleen. Antony and Cleopatra. [S.l.]: Simon and Schuster, 2013). P. 457.
[16] WHITE, Ellen G. Filhos e filhas de Deus: meditações diárias. Tradução de Isolina A. Waldvogel. 1. ed. Tatuí - SP: Casa Publicadora Brasileira, 2005. P. 139.
[17] WHITE, Ellen G. Nos lugares celestiais: meditações matinais. 1. ed. Santo André - SP: Casa Publicadora Brasileira, 1968.  P. 357.
[18] REIS, D. Explosão Y: Adventismo, pós-modernismo e gerações emergentes. Ivatuba, PR: Instituto Adventista Paraense, 2013. P. 105.
* Contribuição em revisão ortográfica: Patrícia Vilela das Neves

Gilberto Theiss é  formado em Teologia pelo Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia, com Especialização em Filosofia pela Universidade Cândido Mendes. Atualmente é pastor no estado do Ceará pela Associação Costa Norte da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

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