01 abril 2015

Mais de 34 mil igrejas rompem com a Presbiteriana dos EUA depois de aprovar casamento gay

Como forma de estimular a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA) a se arrepender de sua apostasia, a Iniciativa Nacional das Igrejas Negras (NBCI), que representa 34 mil igrejas de 15 denominações, declarou o rompimento de seus laços com a PCUSA, depois que alterou a sua constituição e aprovou o casamento homossexual.
"A NBCI e sua base de membros são posicionados na Palavra de Deus, dentro da mente de Cristo. Nós pedimos que nossos irmãos e irmãs da PCUSA se arrependam e sejam restaurado à comunhão", disse o presidente da NBCI, Reverendo Anthony Evans.
"A manipulação da PCUSA representa um pecado universal contra toda a Igreja e seus membros. Com essa ação, a PCUSA não pode mais basear seus ensinamentos em 2 mil anos de escrituras e tradição cristã, e ainda se chamar de entidade cristã no corpo de Cristo. Ela abandonou o seu direito por este único ato errado", acrescentou Evans, que representa 15,7 milhões de afro-americanos.
"O Apóstolo Paulo nos adverte sobre isso quando declarou em Gálatas 1:8 que há quem pregue outro evangelho", disse Evans. "Nenhuma igreja tem o direito de mudar a Palavra de Deus. Ao votar para redefinir o casamento, a PCUSA perde automaticamente a graça salvadora de Cristo. Há sempre a redenção no corpo de Cristo através da confissão de fé e aderência à Sagrada Escritura." 
Evans disse que a PCUSA votou, propositadamente, para mudar a Palavra de Deus, com outra interpretação do casamento entre um homem e uma mulher. "É por isso que temos de romper a comunhão com eles e pedir que toda a cristandade faça isso também."

Nota Gilberto Theiss: Não desejo levantar nenhum tipo de discussão sobre a informação bombástica que apresentarei agora, mas acredito ser importante o conhecimento dela. Todas as últimas 20 instituições religiosas cristãs dos EUA que aceitaram a ordenação de mulheres diluindo assim o patriarcalismo bíblico, anos depois também aceitaram o homossexualismo. Coincidência? Não é coincidência porque a metodologia de interpretação utilizada para a ordenação feminina é a mesma para a aceitação do homossexualismo – teologia Bíblica cultural do igualitarismo que, embora nunca tenha sido o método adventista de interpretação, tem passeado pelas fronteiras do adventismo. O que pode estar em risco não é a ordenação feminina em si, mas a mudança de metodologia de interpretação da Bíblia. Ou a Bíblia é tota e sola scriptura, ou  ela é subordinada a cultura. Não tem como ser as duas coisas ao mesmo tempo. Não tem sentido eu dizer que a Bíblia tem autoridade infalível quando eu subordino-A a cultura para reconstruir princípios, valores ou doutrinas.

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