18 maio 2017

A existência de Deus: Um problema para quem?

[Para refletir] É tragicamente sensato, se levarmos em consideração o observatório darwinista, de que a inteligência, claramente visível ou latente, seja uma realidade [eu quis dizer que para eles é trágico, embora sensato]. É indiscutível e, em alguns casos, até prática de insanidade acreditar que o caos inanimado tenha se organizado absurdamente inventiva, engenhosa e genial. 

A arrogância ou, na melhor das hipóteses, o desinteresse em conhecer ou se render a um ser transcendente que possui, além de códigos científicos, um código de conduta, parece ser a melhor resposta para compreender a antipatia ou hostilidade de como tratam o tema da existência de um criador e mantenedor. Por mais que filosofem contra, a sumidade, sapiência e o engenho existente em todos as bases da existência do que é animado ou inanimado, continuam a amplamente testemunhar que não viemos do acaso, por acaso e para o acaso.

Os ateus comedidos que digam, mesmo não acreditando em um ser metafísico, reconhecem que a ordem e o intelecto claramente existente nas bases do cosmo (mundo, espaço, universo), são logicamente tentadoras para construir a ideia de Deus. De fato não podemos trazer Deus para debaixo da lente do laboratório, mas será realmente preciso? As Suas pegadas podem claramente ser observadas em todos os níveis, cantos, esferas, códigos, microcosmo, macrocosmo e mesmo nas coisas abstratas como o sentimento, amor, compaixão, perdão e misericórdia existente na vida dos que desfrutam de verdadeira proximidade com Ele.

Veja abaixo alguns vídeos de como alguns ateus não conseguem ser totalmente avesso a ideia de um ser transcendente. O terceiro vídeo é um testemunho de Augusto Cury explicando como deixou de ser ateu e o último retrata a discussão entre fé e razão.
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