24 julho 2015

Evidências históricas da coexistência entre humanos e dinossauros


Por Kolbe Center
 Deus, pois, fez os animais selvagens […] e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. […] Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou […]  E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.  Génesis 1:25-31
Será que dinosssauros e humanos alguma vez chegaram a viver contemporaneamente? Certamente que sim. O Livro de Génesis deixa bem claro que todo o tipo de animais terrestres foi criado no mesmo dia que o ser humano, e logo, as pessoas e os dinossauros devem ter caminhado na Terra ao mesmo tempo pelo menos durante algum período da história. Este artigo vai analisar as evidências históricas em favor deste facto, começando com uma muito controversa descrição dum animal num dos Livros mais antigos da Bíblia.
Contempla Agora o Beemonte.
No Livro de Jó 40:15, escrito há vários milhares de anos atrás, Deus instrui a Jó, “Contempla agora o Beemonte”, e depois explica que este animal:
– Come erva como um boi
– Move a sua cauda como cedro
– Tem pernas como barras de ferro.
– Alimenta-se onde os animais brincam
– Encontra sombra nos pântanos
– Não se assusta quando o Rio Jordão transborda na direcção da sua boca
– Não pode ter o seu nariz perfurado com um laço
– Não pode ser levado quando ele está atento, e
– É a obra-prima dos caminhos de Deus
Esta descrição do Beemonte é suficientemente detalhada para que se possa confiadamente identificar este animal como um dinossauro saurópode, especificamente, um   titanossauro. Consistente com a descrição do Beemonte, os titanossauros
– Comiam erva (1)
– Tinham enormes caudas afiladas comparáveis a uma árvore de cedro.
– Nas pernas tinham ossos incomumente sólidos (2)
– Tinham um estilo de vida anfíbio (3) e
– Foram os maiores animais que alguma vez andaram na Terra.
Com um comprimento estimativativo para os maiores espécimes que varia entre os 30 aos 60 metros (4), os titanossauros realmente era a obra-prima da criação de Deus!
Dinosauro_Titanossauro
Explicações alternativas para o Beemonte proliferam, mas as três mais populares sãohipopótamoelefante ou pura ficção. Dizer que o Beemonte é um elefante ou um hipopótamo não é plausível por diversos motivos. Nem o hipopótamo nem os elefantes têm uma cauda que inspira uma comparação com um cedro, que é uma árvore imensamente alta que é usada repetidamente na Bíblia para passar a imagem de algo majestoso.
Nem o hipopótamo nem os elefantes são imunes a serem caçados, tal como a passagem em Jó claramente implica; os hipopótamos eram frequentemente caçados em África ao serem atingidos por uma enorme quantidade de arpões, e os elefantes ainda são escalfados devido ao seu marfim. E se o animal é um elefante, então porque usar a palavra “Beemonte” quando se poderia usar a palavra “elefante”, tal como é feito no Livro dos Macabeus?
Por fim, nem o elefante nem o hipopótamo podem ser identificados como a obra-prima da criação Divina, levando em conta que os dinossauros excediam vastamente estes animais tanto em força como em tamanho. Mesmo que o termo “obra-prima” seja interpretada como ordem da criação, Génesis descreve as criaturas marinhas como havendo sido criadas antes dos animais terrestres, e é nesta ultima categoria que se encontram os hipopótamos e os elefantes. Os hipopótamos têm, de facto, um estilo de vida aquático, mas eles dificilmente podem ser considerados “criaturas marinhas”.
A noção de que Beemonte é uma criatura de ficção é tão absurda que nem merece algum tipo de refutação. A descrição do Beemonte vem depois de terem sido descritos animais bem familiares, tais como cabras, bois, avestruzes, e cavalos. Para Deus ter abruptamente parado de falar da realidade para começar a descrever uma ficção não faria qualquer sentido dentro do contexto do Texto, onde Deus está a falar de animais que Ele criou como exemplos do Seu Poder.
Afirmar que o Beemonte é erradamente descrito como uma criatura real apenas como forma de deixar Jó impressionado nada mais seria que atribuir a Deus uma mentira oficiosa, algo condenado pelo Papa Pio X “PASCENDI DOMINICI GREGIS”. Deus diz também a Jó que contemple o Beemonte, algo que ele não poderia fazer se o Beemonte não existisse.
E finalmente, e como forma de apagar qualquer dúvida sobre a actualidade do Beemonte, Deus diz que Ele criou o Beemonte juntamente com ele.
Os Beemontes do Bispo Bell
Bispo__Bell_Dinossauros
Esta gravura de bronze foi feita há mais de 500 anos atrás e ela decora o túmulo do Bispo Bell que se encontra em Inglaterra. Os dois animais descritos são inequivocamente saurópodes, mas muito provavelmente eram conhecidos pelos locais como dragões. O animal da esquerda tem uma cauda que termina num “taco” com espigões, tal como o saurópode Shunossauro. É fascinante considerar que estes dinossauros muito provavelmente vagueavam as encostas da Inglaterra Medieval.
Dinossauro_Bispo_Bell_Vulcanodon
À primeira vista pode parecer que o animal da direita tem orelhas, mas isso é na verdade uma ilusão. A “orelha” de baixo faz parte das costas do animal, e a “orelha” de cima é uma imperfeição.
Foram avançadas tentativas de refutação da interpretação de que isto são dinossauros, mas todas elas têm um fundamento frágil. Foi alegado que o animal da esquerda é um leão, e como forma de solidificar esta posição, os cépticos da interpretação de que isto são dinossauros apontam para a aparente morfologia felina; no entanto, os  saurópodes tais como os Riojassauros são frequentemente caracterizados com uma estrutura corporal similar.
Mais importante ainda, os leões não têm pescoços serpentinos, que ambos os animais têm (apesar do desgaste pelo qual a gravura tem passado durante os últimos séculos). E se olharmos com atenção, pode-se ver a cabeça reptilínea do animal da esquerda. O olho aparente e a boca aparente na parte final da cauda podem ser imperfeições.
Outra possibilidade é que a suposta boca é na verdade uma falha a separar o segundo par de espigãos; afinal de contas, os Shunossauros tinham dois pares de espigôes na sua cauda. Nenhum dos argumentos dos cépticos tenta refutar a identificação dinossauriana do animal à direita, e os argumentos relativos ao animal da esquerda são pura e simplesmente dúbios.
O absurdo de se negar a interpretação dinossauriana simples e directa em relação a esta gravura é demonstrado mais ainda pelas identificações propostas pelo staff da igreja onde o túmulo se encontra localizado.
Eles alegaram que os animais são ficção (5), ou crocodilos (6). Mas porque é que estes animais seriam, ou deveriam ser, obras de ficção se eles se encontram rodeados por animais reais tais como peixes, ursos, porcos, morcegos, etc, animais que também se encontram gravados no túmulo do Bispo Bell? Para além disso, dizer que são crocodilos é obviamente inverossímil.
O Petroglifo do Utah
Dinossauro_Utah
No Utah existe uma formação rochosa conhecida como Kachina Bridge. Por baixo do arco encontra-se um petroglífo feito pelos Índios Nativos Americanos que tem uma forte semelhança com um dinossauro saurópode. Até mesmo Phil Senter, autor dum estudo amplamente difundido que tentou refutar a interpretação de que é um dinossauro, admite que “de facto, ele tem a aparência dum dinossauro”. (7)
É preciso levar em conta que o seu estudo tem sido fortemente criticado tanto por parte dos proponentes como dos cépticos da interpretação dinossauriana por ter má ciência; Vance Nelson refutou de forma extensa a refutação proposta ao salientar a pobre metodologia usada no mesmo (8). Eis aqui uma foto mais próxima com contraste adicionado.
Dinossauro_Diplodocus
O ídolo de Granby
No ano de 1920 foi descoberta uma pedra interessante por parte dum rancheiro do Colorado. Ela tinha cerca de 45 centímetros de comprimento e 30 centímetros de largura, e ela exibia uma cara sorridente, um mamute, e um dinossauro saurópode. Depois de ter visto em primeira mão a pedra que tem cerca de 30 quilos, o arqueólogo Jean Allard Jeancon proclamou:
Se esta pedra for confirmada como genuína, ela é o maior achado dentro da pesquisa antropológica […] Nunca vi traços tão espantosos de dinossauros e de  mastodontes! (9)
Depois dela ter estado em exibição no alpendre do rancheiro durante seis anos como novidade local, ela foi vendida a um homem chamado Henry McKnight pelo preço de  $300, ou quatro mil dólares na moeda actual se ajustarmos a inflação.(10) Supostamente ela era para ser dada ao Smithsonian Museum, mas nunca mais foi vista desde então.
Felizmente, quatro décadas mais tarde uma professora veio a público e revelou que tinha na sua posse fotos tiradas à pedra antes do seu misterioso desaparecimento. (11). Estas reconstruções da pedra baseiam-se nas suas fotos.
Dino_Idolo
Os Petroglifos de Polish
Em Tarapoto, Peru, encontram-se cinco pedras com imagens de animais, humanos e outra formas, conhecidas como “Os Petroglífos de Polish”, e a sua história e pobremente entendida. (4) Embora a extrema simplicidade da arte dificulte a que se chegue a uma interpretação conclusiva em relação à maioria das formas, algumas poucas delas podem ser interpretadas de forma directa.
Tarapoto_Peru
Tony Dunnell, residente em Tarapoto, resume as coisas de forma simples:
Os próprios petroglifos chegam-nos numa variedade de formas e tamanhos. As mais facilmente reconhecíveis são as imagens de cobras, áves, e plantas. Outros designs já não são tão facilmente identificáveis.
Dinossauro_Polish_Peru
Perguntei ao guarda o que é que isto supostamente representava. Alguém quer adivinhar? Sim, um dinossauro […]. Admito que de facto parece um dinossauro, mas estes petroglífos não são assim tão antigos. (12)
Parece que o sr Dunnell coloca de parte a interpretação que diz que é um dinossauro apenas e só porque ele acredita que os dinossauros extinguiram-se há “milhões de anos” atrás. Mas o que é que os peritos dizem? Segundo Lic. Marítza Rodríguez Cerrón, licenciada em História da Arte na Universidade Nacional de San Marcos, Peru, o petroglífo representa um jaguar. No entanto, até ela mesma admite que “se calhar a cabeça e o pescoço não se pareçam com o pescoço e a cabeça dum gato […]”. (13)
E qual é a sua explicação? Essencialmente, que os petroglífos humanóides também têm uma cabeça pequena e um pescoço pequeno, e como tal, o autor gostava de desenhar coisas com cabeças pequenas e pescoços esguios. Mas os petroglífos que supostamente exibem pessoas com pescoços longos são extremamente ambíguos:
Dinossauro_Polish_Peru_2
Em contraste, os menos ambíguos glifos humanos não têm pescoços longos:
Dinossauro_Polish_Peru_3
Curiosamente, esta não é a primeira arte antiga Peruana que tem a aparência de dinossauros. As controversas Pedras de Ica são também encontradas no Peru e também exibem dinossauros a interagir com seres humanos. (14)
O Ceratopsiano Chinês
Muito provavelmente para lá do ano 2,000 Antes de Cristo, um povo conhecido como os Hongshan ocupava a terra que hoje tem o nome de China. Esta escultura em jade é uma relíquia dessa cultura antiga. Quando comparada com caracterizações actuais do primo do Triceratops, o Montanoceratops, somos levados a concluir que os antigos Chineses viram dinossauros vivos.
Dinossauro_Hongshan_China
Claro que são esperadas objecções em relação à sua autenticidade, e já foi alegado que a escultura em jade é uma criação recente, citando o mercado de estatuetas de jade do antigo povo Hongshan. Mas mesmo que se aceite que isto é uma falsificação feita com o propósito de satisfazer uma procura elevada, a implicação é que isto é uma duplicação duma genuína escultura dos Hongshan. Logo, a alegação de que os dinossauros vagueavam na China antiga ao lado dos homens não é minimamente afectada.
Parece, no entanto, que o artefacto não é uma falsificação e a sua autenticidade foi verificada por uma terceira parte. (15) O frágil argumento de que a escultura representa um porco é totalmente refutado pela existência de outras esculturas dos Hongshan onde de facto se vêem porcos. (16).
O Crocodilo-Leopardo
Por volta do 100 Antes de Cristo, o Mosaico Nilótico de Palestrina foi criado. Nele encontram-se retratados muitos animais familiares com legendas em Grego, incluindo o crocodilo, o macaco, e a tartaruga. A identificação do animal exibido no close-up está sujeita a muita controvérsia visto que é difícil identificar com qualquer grau de exactidão a criatura.
Foi sugerido que o animal pode ser uma lontra (17), mas isto não é plausível porque noutra parte do mesmo mosaico está exposta uma imagem dum par de animais que é  explicitamente legendada como lontras.
Dinossauro_Nilo_Mosaico
A legenda Grega deste animal diz “Crocodilo-Leopardo”, e esse termo pouco familiar pode ser a chave para se identificar esta misteriosa criatura. A antiga palavra para “girafa” era “Camelo-Leopardo”, em referência à morfologia semelhante a de um camelo e ao padrão de cores semelhantes ao de um leopardo.
Porque é que o animal do mosaico seria chamado de “crocodilo-leopardo”? A parte do “leopardo” no nome obviamente que não era devido ao padrão de cores. Pode ser concluído que este animal partilhava duma mistura de traços mamíferos e reptilíneos.
Nenhum animal que se encontra vivo nos dias actuais e que se parece com o crocodilo-leopardo pode ser correctamente descrito como tendo uma mistura de traços dum réptil e dum mamífero, mas há um grupo de organismos extinto que definitivamente pode. Eles são literalmente chamados de répteis com a aparência de mamíferos.
A identificação deste animal pode estar finalmente resolvida, apesar das afirmações evolutivas de que todos os répteis com a aparência mamífera extinguiram-se “milhões de anos” antes do mosaico ter sido criado. O gráfico debaixo ilustra este ponto de forma convincente. Note-se como o animal do mosaico está muito bem ajustado junto das reconstruções dos vários répteis com aparência mamífera.
Dinossauro_Crocodilo_Leopardo
O Fresco de Pompeia
Por volta de 70 A.D., este fresco foi pintado na parede da casa dum médico de Pompeia e ele retracta uma cena Nilótica (do Nilo), com pigmeus a interagirem com alguns mamíferos aquáticos e dois répteis enormes.
Dinossauro_Mosaico_Pompeia
Eis aqui dois close-ups dos animais, lado a lado com retratações de criaturas extintas.
Dinossauro_Mosaico_Pompeia_Comparacao
Note-se que o mamífero do fresco e a ilustração moderna dum moeriterio têm ambos um focinho alongando e carnoso. Consistente com as interpretações modernas dos restos dum moeriterio, o animal do fresco tinha um estilo de vida parcialmente aquático. O réptil mais em baixo assemelha-se fortemente com o sphenacodon, muito provavelmente um parente do dimetrodon, mas com uma cauda menor.
Os críticos da interpretação de que o fresco exibe um moeritério e um sphenacodon alegaram que o fresco, na verdade, exibe um hipopótamo e um crocodilo. Como evidência, eles apontam para outras peças de arte relacionadas que caracterizam pigmeus em cenários semelhantes a interagir com hipopótamos e crocodilos estilizados. A insinuação é que o ‘sphenacodon’ foi fortemente estilizado (ou caricaturado de forma deficiente).
Um problema óbvio com este argumento é que os crocodilos não têm uma “vela” nas suas costas, e não é normal os artistas “acidentalmente” desenharem uma “vela” nas costas de crocodilos.
Mesmo que possa ser alegado que o réptil no fresco não tem uma “vela” mas linhas de espinhas que são uma ilusão de “vela”, o facto permanece que espinhas curtas (se é que se pode chamar isso de “espinhas”) nas costas dum crocodilo aumentam de comprimento rumo à parte final da cauda, embora ocorra exactamente o contrário com a estrutura com a aparência de barbatana da criatura que se encontra na pintura.
Um argumento semelhante foi avançado pelos cépticos em relação ao animal identificado como o moeritério; alega-se que é uma forma incorrecta e estilizada dum hipopótamo. No entanto, se o artista realmente queria retratar uma hipopótamo, é difícil de imaginar como é que ele pode ter errado de forma tão flagrante em relação à anatomia, o que é verdade mesmo se ele estivesse a retratar um hipopótamo tendo como base nada mais que uma descrição verbal e ele nunca tivesse visto um hipopótamo na sua vida.
Para além disso, as pernas dum hipopótamo são curtas. Em todas as formas possíveis, o animal do fresco é totalmente diferente dum hipopótamo, mas está de acordo com  forma dum moeritério. O mesmo pode ser dito para o réptil.
O Dinossauro Chinês da pintura de 1500 AD
Dinossauro_Chines
O Museu de Shangai exibe esta peça de arte Chinesa pintada há cerca de 500 anos atrás durante a Dinastia Ming por parte dum artista com o nome de Ding Yunpeng, e ela é uma das caracterizações mais realistas do popular Dragão Chinês. Em vez de desenhá-lo longo e flexível como as actuais paradas exibem, a sua estrutura é mais dinossáurea.
Para além disso, e em contraste a outras caracterizações onde a criatura tem asas de verdade, Yunpeng contentou-se em desenhá-lo com tufos filamentosos. Isto é fascinante visto que os fósseis de coelurossauro são frequentemente descritos como tendo plumagem filamentosa. (18) (19) Notem o quão parecidas esta descrição moderna dum coelurossauro e a pintura com 500 anos são.
Dinossauro_Chines_Comparacao
Uma das mais notórias disparidades, obviamente, é o par de chifres que adorna o dragão, mas isso não é motivo para se rejeitar de todo a comparação. É comum os animais terem variedades com chifres e sem chifres. Por exemplo, o Carnotauro muito provavelmente é um parente com chifres do T.Rex:
Dinossauro_T_Rec_Carnotaurus
Temos também variedades cornudas de animais dos quais nunca se pensaria terem chifres, tais como o gopher [ed: um tipo de esquilo] e o tatu.
Tatu_Gopher_Chifrudo
O Dinossauro com Bico de Pato da França
Tal como a peça de arte prévia, esta também foi reconstruída no século 16. O que se segue é um close-up duma tapeçaria actualmente em exibição no “Royal Chateau de Blois”, França. Se alguém atribuir o par de asas douradas à liberdade artística, a criatura parece inequivocamente ser um hadrossauro, isto é, um dinossauro com bico de pato.
Dinossauro_Bico_Pato
Levemos em conta a enorme semelhança entre este esqueleto actual e juvenil dumhadrossauro com o animal na tapeçaria. Pode-se sobrepôr uma em cima da outra e obter uma semelhança imensa.
Dinossauro_Bico_Pato_2
Notem também na semelhança com esta reconstrução moderna dum hadrossauro.
Dinossauro_Bico_Pato_3
O Nothossauro da Toalha de Altar Espanhola
Dinossauro_Espanha_Sao_Jorge
Esta toalha de altar, que adorna a Capela de São Jorge de Barcelona (Espanha) e que foi criada há 400 anos atrás, caracteriza São Jorge a matar um dragão. Uma imagem vale por mil palavras, e como tal, a comparação fala por si. Os nothossauros, supostamente extintos há “milhões de anos”, aparentemente habitaram os rios da Espanha há apenas alguns milhares de anos atrás.
Dinossauro_Espanha_Sao_Jorge_2
Isto está muito longe de ser uma lista exaustiva das evidências históricas em favor da coexistência entre humanos e dinossauros, no entanto pode ser visto que tal tipo de evidências abarcam milénios e podem ser encontradas em todo o mundo.
* * * * * * *
Qual é a importância destas evidências e qual é o propósito de se mostrar que os dinossauros viveram lado a lado com seres humanos até bem pouco tempo atrás (e não “milhões e milhões de anos”)? A importância disto tudo é Autoridade da Palavra de Deus e a batalha pelas almas perdidas.
Os inimigos de Deus têm usado os magníficos dinossauros como forma de destruir a linha temporal Bíblia (onde a Terra foi criada há cerca de 6,000/7,000 anos atrás em seis dias de 24 horas), e com isso, fragilizar a fé das pessoas na Historicidade da Bíblia; afinal, se o Primeiro Livro da Bíblia está cientificamente e historicamente errado, então porque é que devemos confiar na historicidade do resto da Bíblia?
Eles têm dito que os dinossauros “não são mencionados na Bíblia”, ou que a criação literal “é refutada” pelo “facto” dos dinossauros se terem extinguido muito antes do ser humano ter aparecido. Mas, e aqui reside a Verdade, o que as evidências históricas e arqueológicas demonstram, é que a Bíblia sempre esteve correcta na sua afirmação de que todos os animais terrestres foram criados no 6º Dia da Criação literal. E se os dinossauros sempre viveram lado a lado com os seres humanos, e isso é o que as evidências históricas mostram, a interpretação evolutiva do registo fóssil está totalmente e irremediavelmente destruída e, logicamente falando, tem que ser colocada de parte.
Dito de outra forma, à luz do que a história arqueológica revela, quem defende os “milhões de anos”, está a fundamentar a sua “lógica” numa posição empiricamente falsa e totalmente refutada pelas observações. Quem, por outro lado, defende uma criação recente (onde os dinossauros e os humanos coexistiram), está a fazer uma afirmação consistente com os dados disponíveis.
A Bíblia e a ciência estão de acordo, e nem poderia ser de outra forma porque Quem revelou a Bíblia é o Autor do universo estudado pela ciência.
Consequentemente, se a Bíblia está certa sobre o passado, então é bem provável que esteja certa sobre o futuro. Se a Bíblia diz que o Dia do Julgamento Final aproxima-se, então se calhar é isso mesmo que vai brevemente acontecer. O Cristão, munido da Infalível Palavra de Deus e fortalecido pelo Espírito Santo, tem que avisar os descrentes de que o Criador dos dinossauros brevemente virá, e que o Juízo que Ele vai executar vai ser severo para quem coloca em causa a Sua Palavra.
A realização de que os dinossauros viveram lado a lado não é um fim em si, e não um argumento para vencer debates, mas sim uma arma que o Cristão tem para atrair as pessoas para a Autoridade da Palavra de Deus.
Que Deus nos ajude a usar a ciência que Ele nos deixou para (primeiro) a melhorar a nossa defesa da Fé, e (seguidamente) mostrar aos descrentes que a Bíblia é cientificamente e historicamente fiável.
Amém.
(01) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16293759
(02) http://bio.sunyorange.edu/updated2/pl%20new/36%20Sauropods.htm
(03) Ibid.
(04) Ibid.
(05) http://creation.com/bishop-bells-brass-behemoths
(06) http://www.apologeticspress.org/APContent.aspx?category=9&article=3533
(07) http://www.livescience.com/13448-dinosaur-human-petroglyph-creationism-debunked.html
(08) http://www.untoldsecretsofplanetearth.com/docs/kachina_bridge-2011-10_mb.pdf
(09) http://www.newspapers.com/newspage/1717163/
(10) http://data.bls.gov/cgi-bin/cpicalc.pl?cost1=300&year1=1926&year2=2014
(11) Murphy, Jan Elizabeth. Mysteries and Legends of Colorado: True Stories of the Unsolved and
Unexplained. Globe Pequot, 2007. Print.
(12) tarapotolife.com
(13) http://www.rupestreweb.info/bellohorizonte.html
(14) http://www.faithfulanswers.com/are-the-ica-stones-authentic/
(15) Nelson, Vance. Untold Secrets of Planet Earth: Dire Dragons. 2011. Print.
(16) http://www.icr.org/article/dinosaur-youngster-looks-like-dragon/
(17) http://palaeo-electronica.org/content/2013/541-dinosaurs-in-greco-roman-art
(18) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22753486
(19)https://answersingenesis.org/dinosaurs/feathers/fine-filaments-feathered-dinosaurs/
(20) http://nmstatefossil.org/item/151

Um comentário:

  1. Quanto ao Crocodilo-Leopardo do Mosaico Nilótico de Palestrina, eu pesquisei na net sobre qual animal extinto poderia representá-lo, e creio que este animal se encaixa na ordem dos Terapsídeos, seres que possuíam características similares aos mamíferos. Dentre os exemplares dessa ordem temos: O Ivantosaurus e o Lycaenops.

    Estas duas espécies assemelham-se com o da figura do Mosaico, por possuírem dentes parecidos com os do tigre (ou um leopardo), com uma ligeira impressão de dentes-de-sabre, e também pelo estruturado porte corporal, onde se nota um a cauda relativamente curta (característica esta,que não se assemelha a dos répteis em geral), muito embora, para ter sido considerado um "crocodilo", pode-se inferir que o animal da figura devia ter hábitos reptilianos,visto que é retratado bem à beira de um rio como se tivesse acabado de emergir dele.

    Pesquisem estas espécies no google imagens, e verão uma incrível semelhança não só com a figura do mosaico, como também da descrição que estes terapsídeos tinham com os mamíferos. É de chocar!

    - Jéssica Hopper -

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