17 setembro 2014

Há '44 milhões de anos' ácaro era ácaro e formiga, formiga

Nada de "evolução"
Uma luta entre um ácaro e uma formiga foi preservada por milhões de anos [segundo a majorada cronologia evolucionista], pois os animais ficaram presos em uma resina fóssil. O momento do ataque em que o parasita mordeu a cabeça da formiga foi eternizado em um pedaço de âmbar do tamanho de uma moeda de dez centavos e não sofreu deteriorações com o passar dos anos. O pequeno pedaço de âmbar foi adquirido por um colecionador que descobriu o tesouro nos países bálticos, na região nordeste da Europa. De acordo com análises, os animais datam de cerca de 44 a 49 milhões de anos atrás [idem]. O ácaro é um dos apenas 14 fósseis conhecidos de um grupo chamado de Laelapidae, cujos parentes modernos muitas vezes vivem entre as folhas caídas no chão das florestas e parasitam formigas. O motivo para que esse parasita seja tão raro de ser encontrado em fósseis é que para ele ser preservado era preciso um contexto muito particular. O ácaro precisava ficar muito tempo em árvores e fica preso na resina que escorre pelos troncos.


Nota Criacionismo: Curiosamente, os dois espécimes são praticamente idênticos aos seus parentes atuais. Quando não se parte para hipóteses baseadas em fósseis petrificados e muita imaginação para cobrir as supostas lacunas (elos) evolutivas entre animais de espécies diferentes (macroevolução), é isto o que temos: animais idênticos aos seus correspondentes modernos, isso tendo se passado tantos supostos milhões de anos de evolução. [MB]

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