Natanael Rinaldi: “‘A Grande Esperança’ ou mais uma heresia?”


O pastor e apologista Natanael Rinaldi, um dos maiores combatentes do adventismo no Brasil, publicou em 25 de março de 2012, no site do Centro Apologético Cristão de Pesquisas (CACP), uma entrevista intitulada “‘A Grande Esperança’ ou mais uma heresia?”

Nela, o autor faz comentários negativos sobre o projeto evangelístico da Igreja Adventista em distribuir, gratuitamente, cerca de 160 milhões de cópias do livro A Grande Esperança em todo mundo. O material é uma edição condensada da obra atualmente intitulada O Grande Conflito, publicada pela primeira vez em 1888.


Um dos objetivos da igreja Adventista do Sétimo Dia com a distribuição massiva do livro, é mostrar às pessoas que a volta de Jesus é a única “bendita esperança” (Tt 2:13) para um mundo mergulhado no sofrimento e afogado pelas tragédias existenciais.
Porém, isso não mereceu destaque da parte de Rinaldi. Ao final das considerações sobre o adventismo e o livro A Grande Esperança, o responsável pelo artigo recomenda aos seus leitores:

“[...] Dispensemos o livro A Grande Esperança se alguém nos quiser presentear com ele”.

Por que ele desaconselhou a leitura desse livro, que é o resumo de uma importantíssima obra de Ellen White que influenciou positivamente a vida de muitas pessoas? Há várias razões para isso e não irei me deter em todas elas, por que posso cair no erro de julgar as pessoas sem conhecer suas reais intenções (Cf. Mt 7:1, 2).
Porém, uma razão fica evidente: desacreditar a obra de Ellen White e “vacinar” os cristãos contra o adventismo, considerado por ele uma “seita” herética que faz dos escritos de Ellen White uma “segunda Bíblia”.

Esta breve resposta analisará algumas afirmações do referido artigo assinado por Natanael Rinaldi, com base em fontes primárias, não consultadas ou não devidamente compreendidas por ele. Se o leitor quiser maiores informações sobre o projeto “A Grande Esperança”, e desejar fazer o download gratuito do livro para compartilhar com outros amigos, para que conheçam A Grande Esperança da Volta de Jesus, poderá acessar o site http://agrandeesperanca.com.br

Para que nosso amigo internauta tenha acesso ao mais poderoso argumento em favor do livro O Grande Conflito e do projeto “A Grande Esperança”, basta clicar aqui e assistir ao testemunho do querido irmão Marcos Alexandre Martins que, apesar de possuir uma síndrome rara e que lhe trouxe certas limitações, foi poderosamente usado por Deus para levar o evangelho à psicóloga dele, dando a ela de presente o livro O Grande Conflito.

Essa história já seria suficiente para desmerecer o artigo de Rinaldi e provar que o conselho dado por ele, para que as pessoas “dispensem” o livro A Grande Esperança, não vem de Deus. Porém, vamos apontar as distorções do referido autor, na esperança de que ele pelo menos reconheça o próprio erro em fazer mau uso de fontes primárias (no pouco que as usou), mesmo que não concorde com as doutrinas distintivas adventistas.

ELIMINANDO DISTORÇÕES

O documento publicado pelo CACP apresenta pelo menos cinco distorções que teriam sido evitadas, se o apologista estivesse realmente familiarizado com fontes primárias, aquelas reconhecidamente oficiais, publicadas por uma das editoras da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

A primeira das discrepâncias foi a afirmação de que a obra A Grande Esperança “se trata de um livro no qual foram formuladas as doutrinas adventistas elaboradas como um credo, com o título ‘Nisto Cremos’”.
Bastaria uma simples leitura do livro supracitado para ver que o Nisto Cremos não se constitui num credo adventista, e sim num resumo das principais “crenças adventistas numa estrutura organizada”[1] Os editores da referida obra esclareceram:

“Não escrevemos este livro para que servisse como um credo – ou declaração de doutrinas montadas sobre concreto teológico. Os adventistas possuem apenas um credo: ‘A Bíblia, e a Bíblia somente’”.[2]
Além disso, desde os primórdios do movimento adventista, os pioneiros se opunham fortemente a qualquer estabelecimento de credo que pudesse atrapalhar as pessoas de expandir a mente para o estudo da Bíblia.
Se Rinaldi tivesse familiarizado com o livro Portadores de Luz: História da Igreja Adventista (Imprensa Universitária Adventista, 2009), dos historiadores Richard Schwarz e Floyd Greenleaf, págs. 92, 160, 161, 607 e 645, saberia que, desde o início do movimento adventista, nunca adotamos credos formais. Desse modo, teria evitado tamanha distorção em seu artigo.

Outro deslize pode ser percebido na afirmação de que as menções ao sábado, ao longo das páginas de A Grande Esperança, apontam “a guarda do sábado como meio de ganhar a vida eterna no entendimento da escritura Ellen Gould White”. Essa falsa alegação poderia ter sido evitada se o autor tivesse lido a citação da Sra. White no livro Atos dos Apóstolos, onde a autora adventista afirma:

“[...] Se nossa salvação dependesse de nossos próprios esforços não nos poderíamos salvar; mas ela depende de Alguém [Jesus Cristo] que está por trás de todas as promessas.”[3] (Grifo acrescentado).

Além do mais, se Rinaldi realmente conhecesse o livro O Grande Conflito, saberia que, para Ellen White e os adventistas, muitos observadores do domingo que foram sinceros, e viveram de acordo com a luz que receberam, estarão no céu:

“Mas os cristãos das gerações passadas observaram o domingo, supondo que em assim fazendo estavam a guardar o sábado bíblico; e hoje existem verdadeiros cristãos em todas as igrejas, não excetuando a comunhão católica romana, que creem sinceramente ser o domingo o dia de repouso divinamente instituído. Deus aceita a sinceridade de propósito de tais pessoas e sua integridade”[4]

A terceira afirmação infundada é a de que os adventistas não observam o sábado como orienta a Bíblia. Ele baseia essa falsa alegação no texto de Êxodo 35:3, que orienta o povo de Israel e não acender fogo “em nenhuma de suas casas no dia de sábado” (NVI). Sendo que os adventistas aquecem a comida nesse dia, a conclusão “lógica” de Rinaldi é que eles não guardam o sábado como professam, pois, estariam, na visão dele, observando-o de modo contrário ao que os escritos de Moisés ensinam.
Por mais “lógica” que essa afirmação parecer, ela é tendenciosa e até mesmo absurda. O apologista poderia ter informado seus leitores que “Antigamente, acender fogo requeria esforço considerável”[5], de modo que cozinhar alimentos naquele contexto traria um esforço tremendo. As pessoas teriam, em alguns momentos, de caminhar distâncias consideráveis para conseguir lenha, e não tinham isqueiros ou palitos de fósforos que facilitassem um trabalho que, para elas, se tornava árduo e que atrapalhava o adorador em seu repouso no sétimo dia.

Em nosso contexto atual, diante dos fascinantes avanços tecnológicos, acender fogo é uma atividade extremamente simples, de modo que avaliar o comportamento adventista atual, tendo como base a época Israelita, carente de recursos tecnológicos, é, no mínimo, algo irresponsável da parte de Rinaldi.
Naquele contexto, em que os Israelitas moravam no deserto e eram alimentados milagrosamente com o chamado maná (veja Ex 16), eles não necessitavam de fogo a não ser para cozinhar, pois, aquecer alimentos naquele clima era desnecessário para a saúde.
Além disso, sendo que na sexta-feira Deus enviava o pão do céu (maná) em dobro (Ex 16:22-24), para que eles não tivessem o trabalho de recolhê-lo no sábado, não haveria necessidade de aquecer outro tipo de alimento por que eles já tinham o bastante para passarem o dia todo em espírito de adoração – e bem alimentados.
Mesmo sendo falhos, devemos fazer o nosso melhor

Os adventistas se esforçam para fazer a vontade de Deus com a ajuda da graça dEle (Fp 2:13) e, mesmo não sendo perfeitos, fazem o seu melhor para separar o sábado para se relacionarem por mais tempo com o Criador, passar mais tempo de qualidade com a família e para realizar atividades religiosas próprias para esse dia (Mt 12:12; Lc 4:16; At 16:13; Jo 5:17, 18)
O esforço dos adventistas em obedecer a Deus é tão óbvio que em sua literatura denominacional há material instrutivo para a dona de casa, por exemplo, aprender a desfrutar do sábado ao lado do Senhor Jesus, sem as atividades domésticas rotineiras (Cf. Ex 20:11) “disputem” o mesmo espaço com o Salvador.
Em seu livro Estaré lista para el Sábado: Guía del ama de casa para lograr que el viernes sea el día más aliviado de la semana, publicado em castelhano em 2009 pela Asociación Casa Editora Sudamericana (Argentina), Yara Cerna Young fornece dicas muito práticas para que as observadoras do sábado passem mais tempo com o Salvador, assim como Maria, irmã de Marta (Cf. Lc 10:38-42).
Rinaldi poderia ter evitado seu falso julgamento (Mt 7:1, 2) se soubesse da existência desse livro.
Curioso é que Natanael Rinaldi, que acusa aos adventistas de não guardarem o sábado, não citou pelo menos um livro de um observador do domingo protestante, que esteja preocupado com a maneira como o primeiro dia é observado em sua respectiva igreja.
Nisso, o catolicismo está à frente dos demais observadores do domingo, como se pode na carta apostólica de João Paulo II, intitulada “Dies Domini”, de 31 de maio de 1998. Para ler esta carta, clique aqui.
Mas, digamos que Rinaldi tenha razão em afirmar que os adventistas não observam o sábado segundo a Bíblia, como também alega o Pr. Paulo Sergio Batista, outro autor que propaga “mitos” sobre o adventismo. Será que isso desobrigaria tais apologistas de serem obedientes a Deus? Afinal, a obrigação moral de Natanael Rinaldi e de outros críticos é com o Criador e “Senhor do Sábado” (Is 58:13) ou com os adventistas?

Se os adventistas fossem negligentes com a observância do quarto mandamento, isso não justificaria a rejeição do preceito por parte dos apologistas. Afinal, “cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus” (Rm 14:12).
A Bíblia diz que no dia santo o cristão deve adorar a Deus (Lv 23:3), deixando de lado todo trabalho secular (Ex 20:8-11), incluindo atividades comerciais de compra e venda (Nee 13:15-22). Sabendo disso, o leitor poderá ser tentado a pensar se Natanael Rinaldi observa com seriedade o domingo, seguindo essas diretrizes bíblicas.
É mais honesto consigo mesmo reconhecer que está transgredindo a Lei de Deus, ao invés de justificar-se no comportamento dos outros. Apenas quando somos sinceros em reconhecer o quanto somos pecadores, e que precisamos desesperadamente da graça de Cristo, é que Deus ganha licença para atuar em nosso coração (Cf. Ap 3:20), e tornar o nosso estilo de vida agradável a Ele em todos os aspectos.
A quarta discrepância é a afirmação de que “não há um só mandamento de guardar o sábado no Novo Testamento e nem Jesus ordenou a guarda do sábado”. Esse argumento Rinaldi pegou emprestado de Ricardo Pitrowsky, autor de o O Sabatismo à Luz da Palavra de Deus (publicado em 1925), que, por sua vez, plagiou Dudley Marvin Canright, primeiro grande crítico do adventismo e autor do rancoroso livro Seventh-day Adventism Renounced (Repúdio ao Adventismo do Sétimo Dia), publicado pela primeira vez em 1889.

Isso não é de admirar por que os apologistas brasileiros que combatem o adventismo plagiam uns aos outros e, consequentemente, propagam os “mitos” e fantasias a respeito do adventismo. Com ajuda de Deus estou conseguindo comprovar isso em minha dissertação de Mestrado, e espero concluí-la em breve.
Voltando à afirmação infundada de Rinaldi onde ele afirma que o mandamento do sábado não foi repetido no Novo Testamento, percebe-se que, mesmo sendo conhecedor da resposta de Arnaldo Benedicto Christianini a esse argumentado plagiado de Canright, o autor não informou aos seus leitores que Christianini, em seu livro Subtilezas do Erro, no capítulo intitulado “Desprezo ostensivo pelo quarto mandamento”, nas págs. 164 e 165 (Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1965) provou que no Novo Testamento são mencionadas pelo menos 90 reuniões religiosas no dia se sábado, mesmo em territórios pagãos (At 16:13).  Isso prova definitivamente que o sábado não era observado por Paulo apenas por que ele era judeu, mas, por fazer parte do estilo de vida dele.

Na referida entrevista publicada pelo CACP, o articulista se utiliza de Colossenses 2:16 para alegar que essa e outras festividades “eram restritas aos judeus e não devem ser guardadas por nós Cristãos que vivemos dentro da nova aliança”.
Além de demonstrar desconhecimento da teologia bíblica da aliança, que, longe de tirar a Lei de Deus da experiência da vida cristã, coloca os mandamentos como parte do estilo de vida dos salvos (Hb 8:10), Rinaldi não considerou o mais recente estudo adventista sobre os “sábados” em Colossenses 2:16, realizado por Ron du Preez.
Se Rinaldi tivesse lido a obra Judging the Sabbath: Discovering What Can’t Be Found in Colossians 2:16, publicada pela Andrews University Press em 2008, saberia que uma análise sintática, exegética e linguística comprova que o termo grego sabbaton (“sábados”) em Colossenses 2:16 está vinculado ao texto de Oseias 2:11, que tratada de três tipos de festas cerimoniais dos hebreus.

Na igreja de Colossos, essas três festas religiosas estavam sendo observadas no contexto sincretista religioso e herético daqueles dias (Cf. Cl 2:18, 21-23), desconsiderando assim que Cristo era Aquele a quem tais festas apontavam (Cl 2:17). O Salvador estava deixando de ser o centro da experiência religiosa deles e era essa a grande preocupação do apóstolo Paulo. Rinaldi desconsiderou esse contexto.
As festas religiosas chamadas de “sábados” nesse texto são especificamente os três festas cerimoniais conhecidas como Trombetas, Expiação e anos Sabáticos. Preez não chegou a essa conclusão de maneira irresponsável, mas, elaborou um estudo sério, com base na sintaxe hebraica e grega, com o auxílio de eruditos da atualidade[6]  (mesmo sendo observadores do domingo) e de comentários bíblicos reconhecidos no âmbito acadêmico.

A quinta afirmação insustentável é fruto de uma leitura tendenciosa da crença fundamental número 18 dos adventistas do sétimo dia, sobre o dom de profecia na vida e obra de Ellen White. No artigo publicado pelo CACP há apenas parte da citação que se encontra na página 276 do livro Nisto Cremos, seguida de uma interpretação pessoal, sem que o leitor pudesse ter a oportunidade de ler todo o texto como consta no livro original. Natanael Rinaldi não permitiu que o leitor pensasse por si mesmo, e comprovasse se realmente o adventismo tem os escritos de Ellen White como uma “segunda Bíblia”.

Depois de afirmar que os escritos de Ellen White “são uma contínua e autorizada fonte de verdade [...]”, a crença fundamental adventista é clara em dizer que, todavia, os escritos de Ellen White “tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo ensino e experiência”[7]

Ou seja: os adventistas creem que o dom profético dado a Ellen White é autorizado por que sua autoridade vem Espírito Santo (1Co 12:11; At 2:17, 18), não de Ellen White. Além disso, a crença fundamental 18 é clara ao mostrar que os escritos de Ellen White são testados pela Bíblia e nunca o contrário.

Se os apologistas fizessem o devido uso de fontes primárias, veriam que os adventistas consideram Ellen White uma profetisa não canônica, assim como Natã e Gade (1Cr 29:29) e que, mesmo tendo autoridade profética (por receber tal dom do Espírito), ela é subordinada à Bíblia. Seus escritos, longe de acrescentar doutrinas à Palavra de Deus, têm uma função bem diferente: levar as pessoas de volta às verdades das Escrituras.

Uma simples leitura de Primeiros Escritos, p. 78, e dos capítulos 13 e 14 do Conselhos Para a Igreja, seriam suficientes para o apologista evitar mais essa distorção, que não condiz com aquilo que os adventistas realmente acreditam.

Se o articulista tivesse feito uma leitura responsável do livro A Grande Esperança, teria visto nas páginas 64 e 65, por exemplo, no capítulo “Nossa única segurança”, que Ellen White apresenta a Bíblia como autoridade suprema, e não os próprios escritos:

“Somos encaminhados à Bíblia como a proteção contra o poder ilusório do mal [...] Ninguém, a não ser aqueles que se fortaleceram com as verdades da Bíblia, poderá resistir no último grande conflito [...] Mas Deus terá um povo que mantém a Bíblia, e a Bíblia somente, como padrão de todas as doutrinas e base de todas as mudanças [...]” (Grifos acrescentados).

PALAVRAS FINAIS

Ninguém é obrigado a concordar com todas as crenças adventistas. Entretanto, o mínimo que um pesquisador deveria fazer é ir a fontes primárias e, na permanência de dúvidas, entrevistar a liderança da igreja adventista para comprovar, de fato, se eles realmente pregam heresias que contradigam as crenças ortodoxas do cristianismo.
Pelo menos nisso, Natanael Rinaldi e os demais apologistas brasileiras poderiam imitar o exemplo do apologista Walter Martin, fundador do Instituto Cristão de Pesquisas nos EUA. Depois de entrevistar a liderança da igreja adventista, ele concluiu que, apesar de o adventismo possuir crenças distintivas (com as quais ele não concordava), “é perfeitamente possível de ser um Adventista do Sétimo Dia e ser um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo [...]”[8]

Se ao invés de não recomendar a leitura do livro A Grande Esperança Rinaldi tivesse pelo menos o lido atentamente, teria tido mais uma fonte primária em seu auxílio. Consequentemente, não teria publicado cinco discrepâncias tão evidentes, que comprometem seriamente a própria credibilidade dele como apologista diante do público evangélico e dos membros da igreja a qual pertence.




[1] Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Nisto Cremos (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 5.
[2] ________, Nisto Cremos…, p. 9.
[3] Ellen G. White, Atos dos Apóstolos (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007), p. 553.
[4] _____, O Grande Conflito (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009), p. 449.
[5] Francis Nichol, ed. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), vol. 1, p. 732.
[6] Samuele Bacchiocchi, teólogo adventista, possui uma opinião diferente sobre o significado da palavra “sábados” em Colossenses 2:16. Ele acredita que os “sábados” ali mencionados são os semanais. Porém, ele não desmerece o quarto mandamento ao dizer que os sábados semanais estão sendo condenados por Paulo no contexto sincretista de Colossos. Ele argumenta que Paulo era contra uma observância errada do mandamento, e que a guarda ou não do preceito não estava em discussão. Deve-se destacar também que Bacchiocchi não realizou um estudo linguístico, sintático e exegético do texto como o fez Ron du Preez, que elaborou o que se constitui na análise mais atualizada de Colossenses 2:16 no meio acadêmico adventista até o momento.
[7] Nisto Cremos…, p. 276.
[8] Walter Ralston Martin, The Kingdom of the Cults (Mineápolis, Minessota: Bethany House Publishers, 2003), p. 535.

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